Porto Ilha é interditado pelo Ibama com apoio da Polícia Federal

Codern confirma interdição e afirma que está buscando assinatura de um TAC para disponibilizar um plano de ação para recuperação do terminal. Porto Ilha já havia sido interditado anteriormente por 14 dias pelo Ministério do Trabalho e Emprego

Crédito da foto: Divulgação/Codern

Mais uma interdição no Terminal Salineiro de Areia Branca (Porto Ilha). Dessa vez, o terminal foi interditado por exigência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

Para cumprir as operações no Porto Ilha, o Ibama contou com o apoio da Polícia Federal.

De acordo com informações de funcionários que se encontravam trabalhando no local no momento da interdição, que será por tempo indeterminado, ficaram constatadas diversas irregularidades, como o uso de equipamentos obsoletos e as más condições da estrutura, que opera a 14 quilômetros da costa de Areia Branca.

A situação foi confirmada pela Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN), que divulgou nota confirmando que está trabalhando para atender às ordens do instituto.

Vale lembrar que em dezembro de 2017, o Porto Ilha foi interditado por duas semanas após uma inspeção do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Na oportunidade, a Codern emitiu uma nota à imprensa informando sobre a liberação e divulgando que vai “intensificar esforços para evitar prejuízos econômicos e eventuais problemas como o ocorrido.

Hoje, o Rio Grande do Norte é o maior produtor de sal marinho do país. E o escoamento acontece pelo terminal, com uma média de 150 mil toneladas de sal bruto.

Com relação à interdição da quinta-feira (12), a Codern divulgou uma nota, afirmando que o diretor-presidente da Codern, Fernando Dinoá Medeiros Filho, está seguindo para Brasília para se reunir com representantes do Ibama e do Ministério do Meio Ambiente com o intuito de resolver o imbróglio, e assinar um termo de ajustamento de conduta (TAC).

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