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Crédito: Jornal de Fato

Na madrugada desta quinta-feira, 12, bandidos arrombaram uma agência do Banco do Brasil e explodiram caixas eletrônicos em Macaíba. O bando ainda incendiou três carros e efetuou disparos contra a base da Polícia Militar no município.

O grupo queimou os veículos utilizados na ação criminosa. Um deles foi incendiado na frente da agência. Os outros dois em estradas da região.

Durante a fuga, os assaltantes fizeram um bloqueio em vias de acesso ao município e espalharam grampos pelo chão para dificultar as investidas da PM.

Crédito da foto: Montagem/Passando na Hora

Uma mulher identificada como Maria Rosineide da Conceição Silva, 35 anos, acusada de matar a pauladas a própria mãe, foi espancada no final da tarde desta quinta-feira, 28, em Governador Dix-Sept Rosado.

Na última segunda-feira, 25, a aposentada Luzia Alcina da Conceição, 71 anos, foi morta com uma paulada na cabeça. Cajuzinha, como é mais conhecida, é a principal suspeita pela morte da idosa. No dia do crime, a mulher foi ouvida pelo delegado Paulo Oliveira, mas foi liberada por falta de provas.

Segundo informações, Maria Rosineide retornou a casa da mãe na tarde desta quinta e teria promovido um quebra-quebra na residência. O agressor seria um familiar da senhora morta. Rosineide sofreu socos, chutes e pauladas.

Ela foi socorrida para o hospital local e depois transferida para o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) em Mossoró. Ainda de acordo com informações, o estado de saúde de Cajuzinha é considerado grave.

Crédito da foto: Montagem/Passando na Hora

Maria da Conceição Silva, 35 anos, é acusada de matar a própria mãe identificada apenas como Dona Luzia, de 75 anos, a pauladas na tarde desta segunda-feira, 25, em Governador Dix-Sept Rosado.

Segundo informações, o crime foi praticado no interior de uma residência. Rosineide Cajuzinha, como é mais conhecida, foi presa em flagrante pela Polícia Militar do município. Não há informações sobre o motivo da filha ter matado a mãe.

A acusada será encaminhada para o pavilhão feminino da Penitenciária Agrícola Mário Negócio.

Crédito da foto: extraída de grupos de whatsapp

A fuga de 14 detentos da Cadeia Pública de Mossoró “Manoel Onofre de Souza” expôs a fragilidade do sistema prisional do Rioo Grande do Norte. Os elementos foram pelo telhado e não receberam qualquer tipo de resistência.

A Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado (SEJUC), responsável pelo sistema, promete oferecer uma resposta à população, mas até aqui ainda não se posicionou de forma direta ao problema.

A população está assustada, uma vez que a fuga agrava a situação de insegurana na segunda maior cidade do Estado.

Todos os fugitivos já foram identificados. Nnguém foi recpaturado até o momento.

Fugiram:

Adriano Bezerra Sátiro (Catatal),

Allison Pereira da Silva,

Caio Erick Ferreira da Silva,

Eduardo de Oliveira Félix,

Erick Francisco de Souza Oliveira,

Francisco Antônio Bernardo da Silva Filho,

Francisco Edson da Silva Soares,

Felipe Marques da Silva,

Italo Magno Costa (Prateado),

João Batista Bezerra,

José Odorico da Silva Júnior,

Júlio Felipe Cruz do Nascimento,

Luiz Guilherme da Silva Pereira

Weslley Lira de Moura.

Crédito da foto: O Câmera

Criminosos metralharam a base do Corpo de Bombeiros e incendiaram duas viaturas na madrugada desta quinta-feira, 7, em Mossoró. O atentado aconteceu por volta das 02h.

Segundo informações, ao menos quatro indivíduos chegaram a pé ao local e efetuaram disparos de arma de fogo contra o prédio do antigo posto da Polícia Rodoviária Federal. Eles ainda jogaram gasolina e atearam fogo nas viaturas.

No momento do ataque, havia alguns policiais bombeiros. Ninguém ficou ferido. Uma equipe do CB conseguiu apagar o fogo. Os veículos, um Fiesta e uma ambulância, ficaram totalmente destruídos.

A ambulância auxiliava ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no município em ocorrências de resgate e primeiros socorros a vítimas de acidente na cidade.

Fonte: G1 – RN

Um carro-forte foi explodido por criminosos na manhã desta quinta-feira (30) em Assu, município da região Oeste potiguar. O caso foi confirmado pela Polícia Rodoviária Federal e aconteceu no quilômetro 81 da BR-304, próximo ao limite com o município de Mossoró. O assaltantes levaram o dinheiro que estava sendo transportado no veículo. Nenhum vigilante ficou ferido.

De acordo com a PRF, o crime aconteceu por volta das 9h30. Seis homens fortemente armados interceptaram o carro forte, forçaram a parada do veículo e renderam os vigilantes. Além de levarem todo o dinheiro que era transportado, eles acionaram explosivos que destruíram o carro.

Ainda de acordo com a PRF, os assaltantes fugiram em um carro modelo EcoSport branco – o mesmo usado na interceptação. A polícia não descarta que outro veículo tenha sido usado no apoio aos criminosos.

O carro-forte, que pertence à empresa Prosegur, ficou destruído com a explosão. O Corpo de Bombeiros foi acionado ao local para controlar o fogo e a polícia faz as primeiras buscas na região.

Crédito da foto: Divulgação

Na versão contada aos investigadores, o pedreiro Marcondes Gomes da Silva, 45 anos, suspeito do desaparecimento da menina Iasmin Lorena de Araújo, 12 anos, confessou que matou a jovem. Ele afirmou que agiu sozinho. As informações são do G1 RN e Tribuna do Norte.

Marcondes Gomes foi preso na tarde desta quinta-feira, 26, em uma praia na cidade de Touros, no Litoral Norte potiguar. Um corpo que pode ser de Iasmin foi encontrado na manhã da última terça-feira, 24, em uma casa onde o pedreiro trabalhava. O imóvel é na mesma rua em que a menina morava.

A motivação do crime e se houve abuso sexual devem ser esclarecidos em coletiva de imprensa ainda na manhã desta sexta-feira (27). A delegada Dulcinéia Costa vai dar informações sobre o teor da oitiva.

Em Natal, Marcondes chegou a acusar a mãe da menina de participação no crime. Ingrid Araújo negou a participação. A própria polícia disse que não acreditava na versão apresentada.

Iasmin Lorena foi vista pela última vez com vida no dia 28 de março, no bairro da Redinha, na Zona Norte de Natal.

Crédito da foto: Focoelho

Três homens invadiram o Hospital Regional de Angicos e roubaram a arma e o colete de um vigilante. O crime aconteceu por volta das 19h desta quarta-feira, 25. O assalto ocorreu na entrada da unidade.

De acordo com a polícia, dois criminosos entraram no prédio e um terceiro ficou do lado de fora. Além do material levado do vigilante, os bandidos roubaram três telefones celulares de pessoas que estavam no local.

Toda a ação durou cerca de três minutos. Até o momento, ninguém foi identificado e a arma e colete roubados não foram encontrados.

Crédito da foto: PM/Divulgação

A Polícia Militar em Touros, no litoral norte do Rio Grande do Norte, prendeu na tarde desta quinta-feira (26) o pedreiro Marcondes Gomes da Silva, 45 anos, suspeito do desaparecimento da menina Iasmin Lorena de Araújo, 12 (VEJA AQUI).

Os policiais receberam informações de que um homem tinha visto caminhando na orla, entre as praias de Perobas e Carnaubinha, por volta do meio-dia. As informações estavam corretas e a polícia encontrou o suspeito em uma barraca.

O pedreiro, que tinha mandado de prisão em aberto, teve foto divulgada pela Polícia Civil, exatamente para facilitar a sua prisão (VEJA AQUI). Ele é o principal suspeito da morte de Iasmin, segundo a Delegacia Especializada em Defesa da Criança e do Adolescente (CDA).

Interrogado por policiais, Marcondes afirmou que foi caminhando de Natal até lá, pela beira da praia, e passou dois dias em Rio do Fogo. Ele ainda declarou que seguia para a casa de uma sobrinha em São José de Touros, no município de Touros, onde iria procurar apoio para encontrar um advogado e se apresentar à polícia.

Um corpo foi encontrado na última terça-feira (24), enterrado em sua casa em construção na mesma rua onde mora a família de Iasmin, na José de Acácio de Macedo. Em razão do avançado estado de decomposição do cadáver, os pais de Iasmin ainda aguardam pela identificação oficial do corpo, o que só será possível por meio de um exame de DNA.

Até lá, o corpo não pode ser liberado para sepultamento e permanece no Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep).

O suspeito que até então era o pedreiro responsável pela obra na casa onde o corpo foi encontrado, sumiu assim que as equipes de busca das polícias Civil e Militar começaram as buscas no imóvel. O cadáver foi achado graças a um cão farejador do Batalhão de Choque da PM.

Crédito da foto: Polícia Civil RN

Uma equipe de policiais civis de Caicó cumpriram, nesta terça-feira (24), um mandado de busca e apreensão, onde Cinthia Janaína Dantas foi presa em flagrante. Em sua casa, que fica no centro de Caicó, os agentes apreenderam quase um quilo de maconha, uma pequena porção de crack, LSD, duas balanças de precisão e dinheiro fracionado.

Ela confessou a prática do delito e disse que pretendia vender a droga “onde houvesse procura”, inclusive através de contatos telefônicos. Cinthia já responde a outros processos por crimes da mesma natureza.

A ação foi coordenada pelos Delegados Ricardo Brito e Leonardo Germano, que disse existir a possibilidade de que a presa esteja associada a outras pessoas para realizar o tráfico de drogas, o que poderá ser comprovado com o aprofundamento das investigações.

Cinthia será conduzida ao sistema prisional onde ficará à disposição da Justiça.

Crédito: Anderson Barbosa, G1 RN

Lourenço Salvino da Silva tinha 51 anos (Foto: Arquivo da Família)

O corpo que foi encontrado por policiais civis e militares na manhã desta sexta-feira (13) enterrado no terreno de uma casa de praia entre Santa Rita e Redinha, na Zona Norte de Natal, é mesmo do empresário Lourenço Salvino da Silva, de 51 anos. A identificação foi feita por meio das impressões digitais da vítima, segundo informou o filho do empresário, João Freire, em contato com o G1. Contudo, ele preferiu não falar sobre o caso.

Quem indicou o local onde o corpo estava enterrado foi uma adolescente de 17 anos apreendida na manhã desta sexta (13) e que confessou ter participado do roubo do carro do empresário e sumiço dele. “Além disso, ela revelou que uma amiga e dois homens também participaram do crime, mataram e enterraram o empresário”, afirmou o delegado Marcelo Aranha, da delegacia de São Gonçalo do Amarante. A PM e a Polícia Civil fazem buscas pelos suspeitos, que já foram identificados.

Ainda de acordo com o delegado, o empresário foi vítima de uma emboscada. Ele foi chamado pela adolescente até a casa de praia. Quando o empresário chegou, a adolescente e essa amiga, que também estava na casa, chamaram os dois homens para assaltá-lo. Foi quando ele foi assassinado, provavelmente a facadas. Roubaram o celular e dinheiro dele. Depois, enterraram o corpo no terreno da casa e se desfizeram do carro”, acrescentou Aranha.

Corpo foi encontrado em uma área de dunas, no terreno de uma casa na praia de Santa Rita (Foto: Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi)

O caso

Dono de uma loja de bombas de água no bairro da Ribeira, na Zona Leste de Natal, Lourenço foi visto pela última vez com vida no dia 27 de março, quando saiu do trabalho.

Dois dias depois, o carro dele, uma Hilux de cor azul, foi encontrada em um matagal nas proximidades do condomínio Jacarepaguá, que fica em São Gonçalo do Amarante, na região metropolitana da capital potiguar.

“O veículo estava intacto por fora, mas por dentro estava revirando, como se procurassem alguma coisa de valor. E o visor do DVD estava quebrado”, revelou João Freire.

Carro do empresário, uma Hilux de cor azul, foi encontrado em São Gonçalo do Amarante (Foto: PM/Divulgação)

Crédito: Anderson Barbosa, G1 RN

Um policial militar do Rio Grande do Norte matou o filho de um colega de farda na noite desta sexta-feira (2) no bairro Dix-Sept Rosado, na Zona Oeste de Natal. Lucas Soares Costa, de 18 anos, estava com a namorada e um grupo de aproximadamente 40 motoqueiros, dando voltas pela cidade, quando foi atingido.

Segundo a Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o policial relatou em depoimento ter visto pessoas armadas em meio ao grupo quando as motocicletas passavam pelo cruzamento das avenidas Coronel Estevam e Bernardo Vieira, e que a viatura em que ele estava teria sido alvo de disparos. Em reação, o PM disse que atirou de volta.

Lucas, que é filho do cabo Lúcio Mário, ainda foi socorrido, mas não resistiu ao ferimento.

O nome do policial militar autor dos disparos não foi revelado. “Ele se apresentou, relatou o ocorrido e em seguido foi liberado”, acrescentou o delegado Marcos Vinícius, titular da DHPP. A arma do PM não foi apreendida. “Como ele ainda estava de serviço, ficou com a arma. Depois, em razão das investigações, a arma deverá ser solicitada para perícia”, ressaltou o delegado.

Em contato com o G1, a assessoria de comunicação da Polícia Militar disse que ainda vai se pronunciar sobre o caso.

Crédito da foto: Reprodução

A polícia prendeu, na manhã desta quarta-feira (6), o traficante Rogério Avelino dos Santos, o Rogério 157. Ele é o chefe do tráfico na favela da Rocinha, Zona Sul do Rio, e foi o responsável pelo início da guerra na comunidade em setembro desse ano. Rogério 157 era um dos bandidos mais procurados do Rio de Janeiro e foi preso na comunidade do Arará, na Zona Norte do Rio, e levado para a Cidade da Polícia, no Jacarezinho, onde deve prestar depoimento.

O traficante foi localizado durante uma ação das polícias Civil, Militar e Federal, da Força Nacional e das Forças Armadas nas comunidades da Mangueira, Tuiuti, Arará, Mandela 1, Mandela 2 e Barreira do Vasco. A recompensa por informações que levassem à prisão de Rogério 157 era de R$ 50 mil. Ele era procurado portráfico, associação para o tráfico de drogas, extorsão e homicídio.

Em setembro deste ano, uma batalha sangrenta entre facções rivais na Rocinha levou à realização de operações de segurança quase diárias, inclusive com o reforço das forças de segurança. Nos primeiros dias, 1.100 homens atuaram na favela, sendo 550 homens das forças armadas (Fuzileiros Navais, Exército e Força Aérea Brasileira) e 550 da Polícia Militar.

Rogério 157 era braço-direito do também chefe do tráfico na comunidade, Antônio Bonfim Lopes, o Nem, que está no presídio federal de Rondônia. Após a prisão de Nem, Rogério Avelino assumiu o controle do tráfico na Rocinha.

Segundo testemunhas, em agosto desse ano, Nem teria determinado que Rogério 157 entregasse a comunidade. Rogério vinha impondo a cobrança de taxas para o comércio e controlando a venda de gás, água mineral e carvão, entre outras práticas típicas de milicianos, o que desagradou a Nem.

No Dia dos Pais, o que parecia ser uma trégua, foi o início da guerra. O depoimento diz que Rogério 157 chamou os traficantes “Perninha”, “99” e “Vasquinho”, aliados de Nem, para uma conversa; que nesta mesma conversa os traficantes “Perninha”, “99” e “Vasquinho” foram executados, a mando de Rogério.

Segundo a testemunha, depois de matar os rivais, Rogério convocou os chefes da facção a que pertencia para dizer que agora era ele quem mandava no morro. Muitos dos chefes não concordaram, dizendo que, mesmo na prisão, Nem ainda era o comandante do tráfico. Com a facção dividida, a guerra interna era questão de tempo.

G1 – RJ

A Polícia Federal (PF) investiga o homem que levava R$ 700 mil em uma mala, durante viagem de ônibus pela BR 116, na Bahia. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrou uma mala de dinheiro no bagageiro de um ônibus que seguia de São Paulo com destino a Natal.

A abordagem ocorreu na BR 116, no quilômetro 830, em Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia.

Um dos passageiros foi identificado como dono da bagagem e informou que havia R$ 350 mil na mala. No entanto, a PRF contabilizou o dobro do valor relatado pelo passageiro. Dentro da mala havia R$ 700 mil e o valor foi apreendido. O responsável pela bagagem foi encaminhado para prestar esclarecimentos.

Durante a abordagem, o passageiro disse ser taxista e o dinheiro era produto da venda do ponto de táxi na capital paulista. Segundo a PRF, ele não fez nenhuma declaração, depois de ser confrontado a respeito do valor que havia na mala, sobre o qual havia mentido.

De acordo com a PF, o homem, cuja identidade não foi revelada, prestou depoimento na superintendência, em Vitória da Conquista, e foi indiciado por sonegação, mas liberado após esclarecimentos. No entanto, o dinheiro continua apreendido e o responsável investigado.

Agência Brasil

Na manhã desta quinta-feira (21), Agentes Penitenciários com a ajuda da Polícia Militar realizaram uma intervenção policial na tentativa de fazer buscas a um possível túnel na Penitenciária Estadual do Seridó, ‘O Pereirão’. Após revista minuciosa, um túnel com dimensões ainda desconhecidas foi encontrado em uma das celas do Pavilhão “C”.

A inspeção no presídio para avaliar a proporção do túnel continua em andamento. De acordo com informações repassadas ao Blog Jair Sampaio, neste momento, os policiais encontram-se fazendo uma varredura na penitenciária a fim de constatarem, após a verificação, se algum preso conseguiu fugir.

O túnel foi encontrado no Pavilhão “C”, onde já foi feita uma contagem de presos e não se detectou ausências. Agora a contagem está sendo feita no Pavilhão “B”.

A Polícia Federal prendeu 66 pessoas em uma operação de combate ao tráfico internacional de drogas nesta segunda-feira (4). Entre elas, está o chefe do esquema que ocorria, principalmente, no Porto de Santos (SP). A ação é feita em cinco estados e no Distrito Federal, e investiga um grupo que usava a cidade de São Paulo como entreposto e o porto de Santos como principal local de saída da droga.

Segundo a PF, o grupo traficou mais de seis toneladas de cocaína pura para a Europa durante um ano. Cerca de 820 policiais federais da operação cumprem 190 mandados de busca e apreensão, 120 mandados de prisão preventiva (sem prazo para terminar) e 7 mandados de prisão temporária (com prazo de 5 dias) nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.

Entre os alvos dos mandados de prisão, estão 28 funcionários do Porto de Santos, que facilitavam a entrada das drogas.

A reportagem da GloboNews acompanhou a chegada de presos ao auditório da sede da Polícia Federal na Lapa, Zona Oeste da capital paulista. Até as 11h30, agentes haviam cumprido 63 mandados de prisão preventiva e 3 de temporária.

Um dos presos na Operação Brabo chega à sede da PF em São Paulo (Foto: Reprodução/Bom Dia Brasil)

As investigações começaram em agosto de 2016, após cooperação policial internacional entre a PF e o DEA (agência norte-americana de combate ao tráfico de drogas) durante cinco apreensões de cocaína realizadas entre os meses de agosto de 2015 e julho de 2016 (três realizadas no porto de Santos e duas em porto na Rússia, vindas de Santos). “Por suas características, levantou-se a suspeita de que um mesmo grupo tivesse sido responsável por todas as remessas, que totalizaram 2,1 toneladas”, diz a Polícia Federal.

De acordo a PF, diferentes grupos organizados e especializados, que atuavam no Brasil e na Europa, se associavam conforme as necessidades que tinham em cada negócio que pretendiam realizar. A cocaína pura vinha dos países produtores para ser estocada em diversos locais na cidade de São Paulo e ser enviada à Europa pela via marítima.

Imagens obtidas pelo Bom Dia Brasil mostram como funcionários do Porto de Santos participavam do esquema. Segundo a PF, seguranças deixavam que veículos com a droga entrassem tranquilamente no porto durante a noite. Os lacres de contêineres eram rompidos, e a droga era armazenada no interior. Durante a operação, funcionários chegavam a apagar as luzes de trechos do porto e virar câmeras de segurança.

Funcionário deixa carros carregados de drogas entrarem no Porto de Santos (SP), segundo informações da PF (Foto: Reprodução/Bom Dia Brasil)

A PF realizou 14 apreensões de cocaína nos portos de Santos (SP), Salvador e Itajaí (SC), além de alertar autoridades para que interceptassem carregamentos que já haviam sido remetidos aos portos de Antuérpia (Bélgica), Shibori (Inglaterra), Gioia Tauro (Italia) e Valencia (Espanha). Essas apreensões totalizaram outras 5,9 toneladas de cocaína pura que deixaram de abastecer o tráfico europeu.

O nome da operação remete a um dos destinos da droga, o porto de Antuérpia (Bélgica). Brabo seria um soldado romano que teria libertado os habitantes da região do rio Escalda, onde se localiza Antuérpia, do jugo de um gigante e jogado sua mão no rio. A lenda deu origem ao nome da cidade.

Carros da PF saem para cumprir mandados em operação nesta segunda (Foto: Amós Alexandre/GloboNews)

G1 SP

Polícia apreende armamamento que a quadrilha utilizava. (Foto: PM/Divulgação)

O Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep) identificou três dos quatro homens mortos na tarde deste domingo (3) durante uma troca de tiros com policiais militares do RN e da Paraíba. O confronto aconteceu em uma fazenda entre as cidades de Campo Grande e Janduís, na região Oeste potiguar, após perseguição a uma quadrilha suspeita de explodir caixas eletrônicos em Brejo do Cruz, no sertão paraibano.

Os corpos identificados, e já liberados para sepultamento, são todos de potiguares. São eles: Francisco Cleber da Silva, de 32 anos, natural de Umarizal; Eric Jhony Apolinário da Silva, de 25, natural de Mossoró; e Herbyson Paiva de Azevedo, de 23 anos, natural de Caraúbas.

Um PM da Paraíba ficou ferido durante a troca de tiros, mas foi socorrido e passa bem. Pelo menos outros quatro suspeitos conseguiram fugir.

Foram apreendidos três fuzis, entre eles um AK-47 (arma russa que foi fabricada na segunda guerra mundial), três espingardas calibre 12, duas pistolas e vários explosivos, além de sete coletes à prova de balas e dois carros.

Segundo confronto

O confronto ocorrido na região Oeste neste final de semana foi o segundo envolvendo policiais e assaltantes de banco. Nas primeiras horas da manhã da sexta-feira, dia 1º, agentes da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) enfrentaram uma quadrilha suspeita de explodir caixas eletrônicos. A troca de tiros foi dentro de um condomínio residencial em Parnamirim, na Grande Natal. Na ocasião, três homens e uma mulher morreram. Armas de grosso calibre, munições e artefatos explosivos foram apreendidos.

G1 RN

A Polícia Civil realiza uma megaoperação, iniciada na manhã desta quinta (29), para prender 96 policiais militares, 70 traficantes e outros criminosos suspeitos de integrarem um esquema de corrupção em São Gonçalo, Região Metropolitana do estado. Por volta das 8h30, os agentes já tinham cumprido 41, sendo 36 PMs e cinco traficantes, dos 184 mandados de prisão preventiva.

Quase uma centena de policiais – 96 ao todo – que já esteve, e alguns que ainda estão nas fileiras do efetivo do 7º BPM (São Gonçalo) é acusada pela polícia de fazer do esquema de recebimento de propina paga por traficantes que rendia, mais ou menos, R$ 1 milhão por mês aos militares.

PM preso na megaoperação esconde o rosto ao ser levado por outrols policiais (Foto: Fernanda Rouvenat/G1)

A operação para prender os envolvidos, batizada de Calabar, contou com 800 agentes e 110 delegados, que deixaram a Cidade da Polícia, no Jacarezinho, Zona Norte da cidade, às 5h. Por volta das 6h30, já havia policiais militares presos. A ação é, segundo a polícia, a maior da história relativa a casos de corrupção envolvendo PMs e traficantes.

Os policiais que forem presos irão responder por organização criminosa e corrupção passiva. Já os bandidos respondem por tráfico, organização criminosa e corrupção ativa. O nome Calabar é uma referência a Domingos Fernandes Calabar, considerado o maior traidor da história do país.

A investigação mostra que os PMs atuavam como “varejistas do crime” e chegavam a ofertar serviços diversos a traficantes. Por exemplo, os militares escoltavam os chamados “bondes” de criminosos de um local a outro, e até alugavam armas da corporação, incluindo fuzis, aos traficantes.

Há casos também, segundo a polícia, de sequestros de traficantes realizados pelos PMs. Nas escutas, os agentes identificaram que os militares chegavam a cobrar R$ 10 mil pelo resgate de bandidos.

Operação Calabar é deflagrada para prender traficantes e cerca de 100 PMs (Foto: Fernanda Rouvenat/G1)

Outra das conclusões do inquérito é que todas as semanas, de quinta-feira a domingo, as viaturas do batalhão circulavam por ruas de São Gonçalo exclusivamente para recolher o “arrêgo” que, no jargão, é a quantia paga por criminosos a policiais para não atrapalhar os negócios de bandidos. O valor cobrado pelos PMs variava entre R$ 1,5 mil e R$ 2,5 mil para cada equipe de policiais que estava de plantão.

Agentes que investigaram o esquema estimam que a venda de favores e cobrança de dinheiro a traficantes rendesse, pelo menos, R$ 350 mil por semana aos PMs, que estavam no Grupamento de Ações Táticas (GAT), Patrulha Tático Móvel (PATAMO), Serviço Reservado (P-2), do Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) e Ocupação (uma espécie de “UPP” de São Gonçalo).

Policiais civis estão por ruas do estado para prender PMs e traficantes (Foto: Fernanda Rouvenat/G1)

O esquema foi descoberto há quase um ano pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG). A primeira pista do esquema surgiu a partir da prisão de um dos suspeitos apontado como responsável por recolher a propina para os policiais.

O resultado só foi possível graças ao trabalho de escuta de agentes, que identificou dois mil diálogos entre PMs e traficantes considerados “chaves” pela polícia para elaborar o inquérito e indiciar os suspeitos. Para chegar ao resultado, policiais da especializada interceptaram mais de 250 mil ligações.

Batalhão de São Gonçalo sofre “devassa” (Foto: Leslie Leitão/TV Globo)

PMs buscavam dinheiro em favelas

Para não levantar suspeita, os investigadores dizem que os PMs escolhiam pessoas “de confiança” para os serviços de “recolhe”. Também segundo os agentes estas pessoas recebiam dinheiro e falavam diretamente com os traficantes.

No entanto, várias vezes, fontes na Polícia Civil informaram que os próprios militares buscavam as quantias nas comunidades, fardados ou à paisana.

A propina, então, era distribuída em pelo menos sete bairros de São Gonçalo. O valor, de acordo com as informações, era pago pelos “atravessadores” em vários pontos: nas próprias DPOs, em padarias, viadutos ou até mesmo dentro do alojamento do batalhão.

Operação Calabar é deflagrada para prender traficantes e 96 PMs (Foto: Fernanda Rouvenat/G1)

Justamente por isso, nesta manhã, a Polícia Civil faz uma devassa no 7ºBPM (Alcântara), alvo de mandados de busca e apreensão. Lá serão presos pelo menos 12 policiais que vão estar de plantão. Outros oito já transferidos para o 12º BPM (Niterói) e serão presos na unidade.

Investigação teve início há mais de um ano

O trabalho de investigação, que também contou com o apoio do Gaeco do Ministério Público, foi iniciado a partir da morte de um policial reformado na Avenida do Contorno, em fevereiro de 2016.

Na ocasião, agentes da delegacia, que faziam um local de crime, desconfiaram de um veículo suspeito, que passou pelo viaduto diversas vezes. Após abordagem, foram apreendidos com o suspeito cerca de 28 mil reais em espécie, relativos ao pagamento de propina de traficantes a policiais do 7º BPM (São Gonçalo).

O suspeito aderiu à delação premiada (algo inédito no âmbito de segurança) e detalhou o esquema que envolvia centenas de policiais em mais de 50 comunidades do município. A principal testemunha foi incluída no sistema de proteção à vítima e testemunha.

Felipe Freire, Leslie Leitão, Nicolás Satriano e Fernanda Rouvenat, TV Globo e G1 Rio

*Colaborou Bruno Albernaz

Caixa eletrônico foi arrombado dentro de prédio onde funcionam secretarias municipais de Mossoró (Foto: Alcivan Vilar/Fim da Linha )

Criminosos arrombaram um caixa eletrônico localizado dentro de um prédio onde funcionam três secretarias no centro de Mossoró, município da região Oeste potiguar. Segundo o comandante da Guarda

Segundo a Polícia Militar, o imóvel foi arrombado na madrugada desta segunda-feira (26). O grupo usou um maçarico para abrir o terminal. Segundo o comandante da Guarda Municipal, Godinho Rodrigues, todo o dinheiro que estava dentro do caixa foi levado. O valor, porém, não foi informado.

No local funcionam as Secretarias de Planejamento e Gestão Fianceira, Desenvolvimento Econômico e a Procuradoria Geral da Prefeitura de Mossoró. O crime só foi descoberto na manhã desta segunda (26), quando os servidores chegaram para trabalhar.

O terminal da Caixa Econômica Federal era o único no prédio. “Violaram o portão de entrada e a porta. Depois disso, chegaram ao caixa e, utilizando maçarico, abriram ele”, informou o major Maximiliano Fernandes, comandante do 12º Batalhão da PM em Mossoró.

“Isolamos o local e estamos aguardando o pessoal da Caixa Econômica e da Polícia Federal, que é responsável pelas investigações”, complementou o comandante.

De acordo com ele, câmeras de segurança de comércios e prédios vizinhos podem ajudar nas investigações.

Segundo a Prefeitura de Mossoró, o expediente das três secretarias ficará suspenso durante todo o dia.

G1 RN

Foco das ações da FTIP é a penitenciária de Alcaçuz, onde pelo menos 26 detentos foram mortos em janeiro (Foto: Thiago Amaral)

O Ministério da Justiça prorrogou por mais 30 dias a presença da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) no Rio Grande do Norte. Os agentes foram enviados ao estado para atuar com foco na penitenciária de Alcaçuz, onde 26 detentos foram mortos em janeiro após uma rebelião motivada pela briga entre facções criminosas.

A prorrogação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (23). A publicação destaca que o convênio agora é improrrogável. Os agentes vêm do Departamento Penitenciário Nacional; do Rio de Janeiro; do Ceará; de São Paulo; e do Distrito Federal. A grande maioria é formada por agentes federais de execução penal do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

Esses agentes penitenciários de outros estados têm treinamento especial para atuação em casos específicos como rebeliões, controle da população carcerária e intervenção em unidades prisionais. O trabalho desses profissionais será acompanhado pelo Departamento Penitenciário Nacional.

Massacre em Alcaçuz

No dia 14 de janeiro deste ano presos de uma facção criminosa conseguiram sair do Pavilhão 5 e mataram pelo menos 26 de uma facção inimiga que ficavam em outro Pavilhão, dando início a toda a crise vista em Alcaçuz.

Durante esse período, os presos ficaram soltos dentro dos pavilhões e o resultado foi uma grande depredação das estruturas. No próprio Pavilhão 5 paredes foram quebradas e portas das celas foram arrancadas pelos presos.

G1 RN

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