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Na manhã desta quinta-feira (21), Agentes Penitenciários com a ajuda da Polícia Militar realizaram uma intervenção policial na tentativa de fazer buscas a um possível túnel na Penitenciária Estadual do Seridó, ‘O Pereirão’. Após revista minuciosa, um túnel com dimensões ainda desconhecidas foi encontrado em uma das celas do Pavilhão “C”.

A inspeção no presídio para avaliar a proporção do túnel continua em andamento. De acordo com informações repassadas ao Blog Jair Sampaio, neste momento, os policiais encontram-se fazendo uma varredura na penitenciária a fim de constatarem, após a verificação, se algum preso conseguiu fugir.

O túnel foi encontrado no Pavilhão “C”, onde já foi feita uma contagem de presos e não se detectou ausências. Agora a contagem está sendo feita no Pavilhão “B”.

A Polícia Federal prendeu 66 pessoas em uma operação de combate ao tráfico internacional de drogas nesta segunda-feira (4). Entre elas, está o chefe do esquema que ocorria, principalmente, no Porto de Santos (SP). A ação é feita em cinco estados e no Distrito Federal, e investiga um grupo que usava a cidade de São Paulo como entreposto e o porto de Santos como principal local de saída da droga.

Segundo a PF, o grupo traficou mais de seis toneladas de cocaína pura para a Europa durante um ano. Cerca de 820 policiais federais da operação cumprem 190 mandados de busca e apreensão, 120 mandados de prisão preventiva (sem prazo para terminar) e 7 mandados de prisão temporária (com prazo de 5 dias) nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Distrito Federal.

Entre os alvos dos mandados de prisão, estão 28 funcionários do Porto de Santos, que facilitavam a entrada das drogas.

A reportagem da GloboNews acompanhou a chegada de presos ao auditório da sede da Polícia Federal na Lapa, Zona Oeste da capital paulista. Até as 11h30, agentes haviam cumprido 63 mandados de prisão preventiva e 3 de temporária.

Um dos presos na Operação Brabo chega à sede da PF em São Paulo (Foto: Reprodução/Bom Dia Brasil)

As investigações começaram em agosto de 2016, após cooperação policial internacional entre a PF e o DEA (agência norte-americana de combate ao tráfico de drogas) durante cinco apreensões de cocaína realizadas entre os meses de agosto de 2015 e julho de 2016 (três realizadas no porto de Santos e duas em porto na Rússia, vindas de Santos). “Por suas características, levantou-se a suspeita de que um mesmo grupo tivesse sido responsável por todas as remessas, que totalizaram 2,1 toneladas”, diz a Polícia Federal.

De acordo a PF, diferentes grupos organizados e especializados, que atuavam no Brasil e na Europa, se associavam conforme as necessidades que tinham em cada negócio que pretendiam realizar. A cocaína pura vinha dos países produtores para ser estocada em diversos locais na cidade de São Paulo e ser enviada à Europa pela via marítima.

Imagens obtidas pelo Bom Dia Brasil mostram como funcionários do Porto de Santos participavam do esquema. Segundo a PF, seguranças deixavam que veículos com a droga entrassem tranquilamente no porto durante a noite. Os lacres de contêineres eram rompidos, e a droga era armazenada no interior. Durante a operação, funcionários chegavam a apagar as luzes de trechos do porto e virar câmeras de segurança.

Funcionário deixa carros carregados de drogas entrarem no Porto de Santos (SP), segundo informações da PF (Foto: Reprodução/Bom Dia Brasil)

A PF realizou 14 apreensões de cocaína nos portos de Santos (SP), Salvador e Itajaí (SC), além de alertar autoridades para que interceptassem carregamentos que já haviam sido remetidos aos portos de Antuérpia (Bélgica), Shibori (Inglaterra), Gioia Tauro (Italia) e Valencia (Espanha). Essas apreensões totalizaram outras 5,9 toneladas de cocaína pura que deixaram de abastecer o tráfico europeu.

O nome da operação remete a um dos destinos da droga, o porto de Antuérpia (Bélgica). Brabo seria um soldado romano que teria libertado os habitantes da região do rio Escalda, onde se localiza Antuérpia, do jugo de um gigante e jogado sua mão no rio. A lenda deu origem ao nome da cidade.

Carros da PF saem para cumprir mandados em operação nesta segunda (Foto: Amós Alexandre/GloboNews)

G1 SP

Polícia apreende armamamento que a quadrilha utilizava. (Foto: PM/Divulgação)

O Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (Itep) identificou três dos quatro homens mortos na tarde deste domingo (3) durante uma troca de tiros com policiais militares do RN e da Paraíba. O confronto aconteceu em uma fazenda entre as cidades de Campo Grande e Janduís, na região Oeste potiguar, após perseguição a uma quadrilha suspeita de explodir caixas eletrônicos em Brejo do Cruz, no sertão paraibano.

Os corpos identificados, e já liberados para sepultamento, são todos de potiguares. São eles: Francisco Cleber da Silva, de 32 anos, natural de Umarizal; Eric Jhony Apolinário da Silva, de 25, natural de Mossoró; e Herbyson Paiva de Azevedo, de 23 anos, natural de Caraúbas.

Um PM da Paraíba ficou ferido durante a troca de tiros, mas foi socorrido e passa bem. Pelo menos outros quatro suspeitos conseguiram fugir.

Foram apreendidos três fuzis, entre eles um AK-47 (arma russa que foi fabricada na segunda guerra mundial), três espingardas calibre 12, duas pistolas e vários explosivos, além de sete coletes à prova de balas e dois carros.

Segundo confronto

O confronto ocorrido na região Oeste neste final de semana foi o segundo envolvendo policiais e assaltantes de banco. Nas primeiras horas da manhã da sexta-feira, dia 1º, agentes da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) enfrentaram uma quadrilha suspeita de explodir caixas eletrônicos. A troca de tiros foi dentro de um condomínio residencial em Parnamirim, na Grande Natal. Na ocasião, três homens e uma mulher morreram. Armas de grosso calibre, munições e artefatos explosivos foram apreendidos.

G1 RN

A Polícia Civil realiza uma megaoperação, iniciada na manhã desta quinta (29), para prender 96 policiais militares, 70 traficantes e outros criminosos suspeitos de integrarem um esquema de corrupção em São Gonçalo, Região Metropolitana do estado. Por volta das 8h30, os agentes já tinham cumprido 41, sendo 36 PMs e cinco traficantes, dos 184 mandados de prisão preventiva.

Quase uma centena de policiais – 96 ao todo – que já esteve, e alguns que ainda estão nas fileiras do efetivo do 7º BPM (São Gonçalo) é acusada pela polícia de fazer do esquema de recebimento de propina paga por traficantes que rendia, mais ou menos, R$ 1 milhão por mês aos militares.

PM preso na megaoperação esconde o rosto ao ser levado por outrols policiais (Foto: Fernanda Rouvenat/G1)

A operação para prender os envolvidos, batizada de Calabar, contou com 800 agentes e 110 delegados, que deixaram a Cidade da Polícia, no Jacarezinho, Zona Norte da cidade, às 5h. Por volta das 6h30, já havia policiais militares presos. A ação é, segundo a polícia, a maior da história relativa a casos de corrupção envolvendo PMs e traficantes.

Os policiais que forem presos irão responder por organização criminosa e corrupção passiva. Já os bandidos respondem por tráfico, organização criminosa e corrupção ativa. O nome Calabar é uma referência a Domingos Fernandes Calabar, considerado o maior traidor da história do país.

A investigação mostra que os PMs atuavam como “varejistas do crime” e chegavam a ofertar serviços diversos a traficantes. Por exemplo, os militares escoltavam os chamados “bondes” de criminosos de um local a outro, e até alugavam armas da corporação, incluindo fuzis, aos traficantes.

Há casos também, segundo a polícia, de sequestros de traficantes realizados pelos PMs. Nas escutas, os agentes identificaram que os militares chegavam a cobrar R$ 10 mil pelo resgate de bandidos.

Operação Calabar é deflagrada para prender traficantes e cerca de 100 PMs (Foto: Fernanda Rouvenat/G1)

Outra das conclusões do inquérito é que todas as semanas, de quinta-feira a domingo, as viaturas do batalhão circulavam por ruas de São Gonçalo exclusivamente para recolher o “arrêgo” que, no jargão, é a quantia paga por criminosos a policiais para não atrapalhar os negócios de bandidos. O valor cobrado pelos PMs variava entre R$ 1,5 mil e R$ 2,5 mil para cada equipe de policiais que estava de plantão.

Agentes que investigaram o esquema estimam que a venda de favores e cobrança de dinheiro a traficantes rendesse, pelo menos, R$ 350 mil por semana aos PMs, que estavam no Grupamento de Ações Táticas (GAT), Patrulha Tático Móvel (PATAMO), Serviço Reservado (P-2), do Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) e Ocupação (uma espécie de “UPP” de São Gonçalo).

Policiais civis estão por ruas do estado para prender PMs e traficantes (Foto: Fernanda Rouvenat/G1)

O esquema foi descoberto há quase um ano pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG). A primeira pista do esquema surgiu a partir da prisão de um dos suspeitos apontado como responsável por recolher a propina para os policiais.

O resultado só foi possível graças ao trabalho de escuta de agentes, que identificou dois mil diálogos entre PMs e traficantes considerados “chaves” pela polícia para elaborar o inquérito e indiciar os suspeitos. Para chegar ao resultado, policiais da especializada interceptaram mais de 250 mil ligações.

Batalhão de São Gonçalo sofre “devassa” (Foto: Leslie Leitão/TV Globo)

PMs buscavam dinheiro em favelas

Para não levantar suspeita, os investigadores dizem que os PMs escolhiam pessoas “de confiança” para os serviços de “recolhe”. Também segundo os agentes estas pessoas recebiam dinheiro e falavam diretamente com os traficantes.

No entanto, várias vezes, fontes na Polícia Civil informaram que os próprios militares buscavam as quantias nas comunidades, fardados ou à paisana.

A propina, então, era distribuída em pelo menos sete bairros de São Gonçalo. O valor, de acordo com as informações, era pago pelos “atravessadores” em vários pontos: nas próprias DPOs, em padarias, viadutos ou até mesmo dentro do alojamento do batalhão.

Operação Calabar é deflagrada para prender traficantes e 96 PMs (Foto: Fernanda Rouvenat/G1)

Justamente por isso, nesta manhã, a Polícia Civil faz uma devassa no 7ºBPM (Alcântara), alvo de mandados de busca e apreensão. Lá serão presos pelo menos 12 policiais que vão estar de plantão. Outros oito já transferidos para o 12º BPM (Niterói) e serão presos na unidade.

Investigação teve início há mais de um ano

O trabalho de investigação, que também contou com o apoio do Gaeco do Ministério Público, foi iniciado a partir da morte de um policial reformado na Avenida do Contorno, em fevereiro de 2016.

Na ocasião, agentes da delegacia, que faziam um local de crime, desconfiaram de um veículo suspeito, que passou pelo viaduto diversas vezes. Após abordagem, foram apreendidos com o suspeito cerca de 28 mil reais em espécie, relativos ao pagamento de propina de traficantes a policiais do 7º BPM (São Gonçalo).

O suspeito aderiu à delação premiada (algo inédito no âmbito de segurança) e detalhou o esquema que envolvia centenas de policiais em mais de 50 comunidades do município. A principal testemunha foi incluída no sistema de proteção à vítima e testemunha.

Felipe Freire, Leslie Leitão, Nicolás Satriano e Fernanda Rouvenat, TV Globo e G1 Rio

*Colaborou Bruno Albernaz

Caixa eletrônico foi arrombado dentro de prédio onde funcionam secretarias municipais de Mossoró (Foto: Alcivan Vilar/Fim da Linha )

Criminosos arrombaram um caixa eletrônico localizado dentro de um prédio onde funcionam três secretarias no centro de Mossoró, município da região Oeste potiguar. Segundo o comandante da Guarda

Segundo a Polícia Militar, o imóvel foi arrombado na madrugada desta segunda-feira (26). O grupo usou um maçarico para abrir o terminal. Segundo o comandante da Guarda Municipal, Godinho Rodrigues, todo o dinheiro que estava dentro do caixa foi levado. O valor, porém, não foi informado.

No local funcionam as Secretarias de Planejamento e Gestão Fianceira, Desenvolvimento Econômico e a Procuradoria Geral da Prefeitura de Mossoró. O crime só foi descoberto na manhã desta segunda (26), quando os servidores chegaram para trabalhar.

O terminal da Caixa Econômica Federal era o único no prédio. “Violaram o portão de entrada e a porta. Depois disso, chegaram ao caixa e, utilizando maçarico, abriram ele”, informou o major Maximiliano Fernandes, comandante do 12º Batalhão da PM em Mossoró.

“Isolamos o local e estamos aguardando o pessoal da Caixa Econômica e da Polícia Federal, que é responsável pelas investigações”, complementou o comandante.

De acordo com ele, câmeras de segurança de comércios e prédios vizinhos podem ajudar nas investigações.

Segundo a Prefeitura de Mossoró, o expediente das três secretarias ficará suspenso durante todo o dia.

G1 RN

Foco das ações da FTIP é a penitenciária de Alcaçuz, onde pelo menos 26 detentos foram mortos em janeiro (Foto: Thiago Amaral)

O Ministério da Justiça prorrogou por mais 30 dias a presença da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) no Rio Grande do Norte. Os agentes foram enviados ao estado para atuar com foco na penitenciária de Alcaçuz, onde 26 detentos foram mortos em janeiro após uma rebelião motivada pela briga entre facções criminosas.

A prorrogação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (23). A publicação destaca que o convênio agora é improrrogável. Os agentes vêm do Departamento Penitenciário Nacional; do Rio de Janeiro; do Ceará; de São Paulo; e do Distrito Federal. A grande maioria é formada por agentes federais de execução penal do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

Esses agentes penitenciários de outros estados têm treinamento especial para atuação em casos específicos como rebeliões, controle da população carcerária e intervenção em unidades prisionais. O trabalho desses profissionais será acompanhado pelo Departamento Penitenciário Nacional.

Massacre em Alcaçuz

No dia 14 de janeiro deste ano presos de uma facção criminosa conseguiram sair do Pavilhão 5 e mataram pelo menos 26 de uma facção inimiga que ficavam em outro Pavilhão, dando início a toda a crise vista em Alcaçuz.

Durante esse período, os presos ficaram soltos dentro dos pavilhões e o resultado foi uma grande depredação das estruturas. No próprio Pavilhão 5 paredes foram quebradas e portas das celas foram arrancadas pelos presos.

G1 RN

Antônio Cândido dos Santos era sargento da PM potiguar (Foto: PM/Divulgação)

A polícia prendeu na manhã desta segunda-feira (5) um dos suspeitos de participar da morte do sargento da Polícia Militar Antônio Cândido dos Santos, vítima de um assalto em frente a um hospital na Zona Oeste de Natal. A prisão aconteceu na comunidade Novo Horizonte, conhecida como Favela do Japão, no bairro das Quintas, também na Zona Oeste. Um comparsa continua sendo procurado.

De acordo com a assessoria de comunicação da PM, o suspeito estava com uma tornozeleira eletrônica, equipamento usado por detentos do regime semiaberto no RN. Ele foi levado para averiguação. Segundo a PM, ele não estava armado.

Antônio Cândido foi o 10° policial militar morto este ano no RN.

Imagens de uma câmera de segurança mostram os últimos momentos de vida do sargento Antônio Cândido dos Santos. Ele morreu na frente de um hospital na Zona Oeste de Natal (veja vídeo acima).

Pelas imagens, é possível ver quando o policial caminha na calçada e olha o celular. Os suspeitos passam pelo policial em uma motocicleta. Quando o PM retorna e anda em direção ao hospital, os criminosos também voltam e abordam o sargento. O homem que estava na garupa da moto desce e corre em direção ao policial.

As imagens só mostram até este momento. Segundo a PM, ele não teria reagido ao assalto, mas foi baleado mesmo assim e morreu no local. A arma do policial foi levada pelos criminosos.

A moto usada pelos suspeitos foi encontrada abandonada por volta das 10h no bairro das Quintas. Segundo a PM, ela tem registro de roubo.

Moto usada pelos suspeitos foi encontrada abandonada no bairro das Quintas (Foto: Divulgação/PM)

Segundo a PM, o sargento estava levando o pai para fazer um tratamento no hospital da Liga Contra o Câncer. A mulher do policial também o acompanhava.

Ainda de acordo com a polícia, o sargento Cândido deixa mulher e um filho de 4 anos.

Ele tinha 14 anos de serviço e era lotado no Pelotão da PM em Santana do Matos, mas residia em Caicó, na região Seridó do estado. O prefeito da cidade decretou luto oficial de três dias.

G1 RN

Dois acusados de participação no ocorrido conhecido como “chacina do Boa Vista”, que resultou na morte de cinco pessoas em uma festa privada em Mossoró, foram presos. A dupla foi apresentada pela Polícia Civil na tarde desta sexta-feira (24). Francisco Josenilson da Silva e Filipe Santos foram detidos nesta semana em duas diferentes ações policiais. Josenilson foi preso na última quarta-feira (22), no bairro Santo Antônio com cerca de 1 kg de maconha e um revólver calibre 38. Na ocasião, a polícia apreendeu ainda três coletes balísticos. Já Filipe foi detido nesta sexta também no mesmo bairro. Os dois foram apresentados na tarde de hoje em entrevista coletiva pelo delegado titular da Delegacia de Homicídios, Rafael Arraes, e pelo delegado regional, Dennys Carvalho. Em conversa com a imprensa, Arraes detalhou as investigações que duraram cerca de 13 dias e que chegaram aos nomes dos dois suspeitos e também de uma terceira pessoa acusada de envolvimento na chacina que, segundo o delegado, deve ser preso nos próximos dias. Arraes informou ainda que o crime foi praticado por pelo menos quatro ou cinco pessoas ligadas à facção criminosa “Sindicato do Crime” e que a chacina foi motivada por briga com o Primeiro Comando da Capital (PCC), com membros que estariam à frente do baile funk que deixou seis mortos.

Kalango

A unidade do Instituto Técnico e Científico de Polícia (ITEP) em Mossoró necropsiou onze corpos no último final de semana no município. As informações são do O Câmera.

Destes, foram cinco mortos na chacina que ocorreu na noite do último sábado, 11, no bairro Boa Vistaum morto morto em acidente de trânsito na Br 304 em Mossoró, 01 morto a tiros na cidade de Assú, 01 morto por suicídio na cidade de Baraúna, 01 morto a tiros na cidade de Rodolfo Fernandes, 01 morto numa emboscada na zona rural de Serrinha dos Pintos e 01 baleado no final do ano passado, no bairro Santa Helena em Mossoró, que morreu no Tarcísio Maia.

Confira as ocorrências:

Um acidente de transito na Br 304 na manhã de sábado, 11, tirou a vida do operador de guincho Abell Thiago Uchoa Gomes de 31 anos, residente na Rua Martins Junior no Planalto 13 de Maio em Mossoró.

O agricultor Francisco das Chagas Cavalcante Dias Neto, de 20 anos de idade, residente na Rua Joaquim Dantas, no centro de Rodolfo Fernandes, foi morto a tiros, no início da noite de ontem, 11. O crime aconteceu na Rua João Cordeiro, no centro da cidade de Rodolfo Fernandes.

Por volta das 19 horas de sábado, 11, o agricultor Francisco Geane da Silva Santos, de 34 anos, residente na Rua Abrão Bessa no centro de Baraúna, resolveu pôr fim a sua própria vida, utilizando uma corda no pescoço.

Por volta de 20 horas de sábado, 11, o agricultor Valdir Veras de Aquino, de 45 anos de idade, foi morto a tiros numa emboscada, no Sitio Sampaio, na zona rural de Serrinha dos Pintos.

Na cidade de Assú, o Servente Luiz Lourenço Neto, de 18 anos de idade, residente na Rua João Pessoa no centro de Assú, foi morto a tiros, por volta de 13 horas de sábado, dia 11. O crime aconteceu na Rua João Capistrano, no centro da cidade.

Mortos na chacina no baile funk do Romas Buffet em Mossoró:

Eduardo Nunes Farias, Estudante de 19 anos de idade, residente na Rua Claudionor Gonçalves dos Santos, no Belo Horizonte, foi morto com vários disparos de arma de fogo, no final da noite de sábado, dia 11. Ele participava de um baile funk, no Romas Buffet, na Rua Hermano Mota no bairro Boa vista, quando foi surpreendido por criminosos que invadiram a clube, já atirando.

Ariely Amanda de Souza Neves, de 21 anos de idade, residente na Rua Dracon de Albuquerque, no bairro Baixinha em Mossoró, participava de um baile funk, no Romas Buffet, na Rua Hermano Mota no bairro Boa vista, quando foi surpreendida e morta, por criminosos que invadiram a clube, já atirando.

Israel Gomes Bezerra, empacotador de 19 anos de idade, residente na Rua Francisco Adolfo Fernandes Maia, no bairro Santo Antônio, foi morto com um tiro de 12 na cabeça, em frente ao Romas Buffet, na Rua Hermano Mota no bairro Boa vista. Segundo informações, ele teria ido de motocicleta, deixar uma moça no local onde acontecia baile funk e foi morto do lado de fora do salão.

Ronald Kainna Barbosa Gomes, “Mc Kay” Estudante de 15 anos de idade, residente na Rua Adriangelo Fernandes, bairro Nova Ceará, em Ceará Mirim, foi morto com disparos de arma de fogo, no final da noite de sábado, 11. Segundo informações, Ele era um dos animadores do baile funk, no Romas Buffet, na Rua Hermano Mota no bairro Boa vista, e foi surpreendido e morto por criminosos que invadiram a clube, já atirando. O corpo de “Mc Kay” foi encontrado próximo ao portão de entrada do clube.

Jocie Morais da Fonseca, Gesseiro de 30 anos de idade, residente na Rua Manoel Gregório da Silva, no Santo Antônio, participava do baile funk, no Romas Buffet, na Rua Hermano Mota no bairro Boa vista, quando o clube foi invadido por criminosos fortemente armados que já chegaram atirando. Jocie, foi socorrido para o Tarcisio Maia, mas não resistiu.

Raimundo Maradona de Medeiros, Reciclador de 28 anos de idade, residente na Rua José Medeiros de Souza, no Santa Helena em Mossoró, morreu no Hospital Tarcisio Maia, por volta de 01 hora da madrugada de hoje, 12 de março. Segundo consta no registro da Delegacia de plantão, ele foi baleado no dia 26 de dezembro passado, na rua onde morava, no Santa Helena.

Com informações do O Câmera

SERTÃO SERIDÓ

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A madrugada desta quinta-feira, 09, foi de terror para os moradores de Florânia/RN. Bandidos fortemente armados invadiram a Cidade, por volta de 01h30 min., e arrombaram a Agência do Banco do Brasil local. Informações preliminares dão conta de que o cofre da Agência foi roubado.

De acordo com as primeiras informações chegadas ao nosso Blog, parte do bando cercou o Destacamento da Polícia Militar local e efetuou diversos disparos de armas de vários calibres, inclusive fuzil e metralhadora, para evitar qualquer reação dos Policiais de Serviço. Enquanto isso, a outra parte da quadrilha fazia o roubo à Agência bancária. A frequência que esses delitos vem acontecendo é motivo de medo de todas as cidades da região, inclusive Currais Novos. Os bandidos estão fechando o cerco, perdendo o medo da polícia e ficando a cada dia mais perigo, inclusive frequentar caixas eletrônicos, principalmente a noite. A ousadia dos bandidos está a cada dia mais significante.

divulgaçao

Transferência-Presos-5-2Cinco presos integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), e que são apontados como líderes da rebelião que aconteceu na Penitenciária de Alcaçuz ocorrida no dia 14 de janeiro, foram transferidos da Central de Flagrantes da Polícia Civil para uma Penitenciária Federal, na manhã desta terça-feira (31). O trabalho de transferência foi realizado por agentes penitenciários, policiais militares e policiais civis. Participaram da ação integrantes do Grupo de Escolta Penal (GEP), Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), Batalhão de Polícia de Choque, Ronda Ostensiva Com Apoio de Motocicletas (ROCAM) e Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE).

Os presos transferidos são Cláudio Candido do Prado, 37 anos; Tiago de Souza Soares, 30 anos; Paulo da Silva Santos, 42 anos; Jose Francisco dos Santos, 30 anos e Paulo Márcio Rodrigues de Araújo, 31 anos. Os cinco detentos foram indiciados pela Polícia Civil por todos os 26 homicídios cometidos dentro do presídio, pelos crimes de dano público, lesão corporal, vilipêndio de cadáver e associação criminosa.

A matança em Alcaçuz entre o sábado (14) e o domingo (15), deixou, segundo contagem do Itep até o momento, 26 detentos brutalmente assassinados na rebelião que durou mais de 14 horas.

Informações extraoficiais dão conta que os presos foram encaminhados para Rondônia.

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Cerca de dez homens encapuzados invadiram a cidade de Tangará, distante 93 km de Natal, na madrugada desta quarta-feira (25), renderam alguns moradores e explodiram uma agência bancária localizada na praça central. Os suspeitos, de acordo com testemunhas agiram usando fuzis e pistolas, além de grampos que foram espalhados na entrada do município.

O fato ocorreu por volta das 3h, o bando chegou dividido em três carros que ficaram estacionados na frente da agência do Bradesco. Pelo menos quatro pessoas que estavam na praça central foram rendidas enquanto explosivos eram instalados no banco. Em poucos minutos o prédio foi parcialmente destruído e os criminosos fugiram levando uma quantia em dinheiro não revelada.

Segundo informações do Comando Geral da Polícia Militar devido ao baixo efetivo na cidade, no momento da invasão, não houve possibilidade de reação, porém outras equipes de municípios vizinhos foram acionadas e realizaram diligências.

divulgaçao

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A rebelião no Instituto Penal Agrícola na cidade de Bauru, interior paulista, resultou na fuga de 200 presos, informou o Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). Parte dos presos foram recapturados, mas não há informações sobre o número exato dos que continuam foragidos.

Um desentendimento entre presos e funcionários da penitenciária começou por volta das 8h30. Colchões chegaram a ser queimados e o Corpo de Bombeiros enviou sete viaturas ao local. Ninguém ficou ferido.

A penitenciária tem capacidade para 1.124 internos, mas estava com 1.427 presos. O Instituto Penal funciona em regime semi-aberto e está localizada na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros, altura do quilômetro 349, na zona rural.

Agência Brasil – foto Globo

Star

alcaçuz

Organizações de classe e movimentos de direitos humanos que formam a Frente de Apoio aos Familiares e de Acompanhamento do Sistema Penitenciário do Rio Grande do Norte, criada recentemente, cobram do governo o acesso a informações e a participação no planejamento de ações para contribuir na solução da crise prisional do estado.

O grupo é formado por 24 entidades, entre instituições nacionais como o Instituto Brasileiro de Ciências Criminais e a Associação Brasileira de Psicologia Social, departamentos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), conselhos regionais de classe, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Conselho Estadual de Direitos Humanos e Cidadania e movimentos como a Pastoral Carcerária. Eles lançaram um manifesto, ontem (23) à noite, com quatro pedidos direcionados ao governo estadual.

Um deles é o acesso da Pastoral ao interior da penitenciária de Alcaçuz. Ao longo do conflito instalado na unidade, desde o dia 14 de janeiro, integrantes da organização – que já realizava um trabalho com os detentos antes da crise – tentaram acesso ao presídio, sem sucesso.

“Devido à dificuldade de informações, os familiares acabam por não acreditar nos que eles [agentes penitenciários, policiais, governo] dizem. E o fato de não acreditar prejudica o próprio trabalho deles, então a sociedade civil estando presente é mais uma voz sincera que vai mostrar a situação para reduzir os problemas que a rebelião gerou”, afirma o padre Hugo Galvão, coordenador estadual da Pastoral Carcerária. “Nós, como estamos mais próximos das famílias, temos uma atuação periódica dentro do presídio, podemos contribuir”.

O acesso à informação também é cobrado em relação aos nomes de presos transferidos e mortos, ao andamento de buscas, à regularidade da alimentação dos detentos de Alcaçuz e a outros dados que podem auxiliar as organizações a prestar assistências aos familiares e propor ações para resolver a crise. “Temos dificuldade para receber, por exemplo, a lista dos presos transferidos de Alcaçuz. As famílias não sabem onde eles estão”, lembra Daniela Rodrigues, presidente do Conselho Regional de Psicologia e representante da entidade no Conselho Estadual de Direitos Humanos do Rio Grande do Norte.

Daniela argumenta que a redução do problema a uma briga entre duas facções ignora que dentro do presídio existe uma população carcerária que não é participante de nenhum dos dois grupos e acaba ficando de fora do planejamento de solução da crise. “Temos um contingente de presos que não estão envolvidos diretamente nesse conflito, e as famílias desses presos precisam da ação de tutela garantida pelo Estado”, defende.

As organizações pedem também o acompanhamento dos trabalhos do Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep) pelo Observatório da Violência (Obvio/RN), que poderia, segundo a Frente, auxiliar na identificação e contagem de mortos.

“A gente está se colocando em uma postura colaborativa. Não é para afrontar o Estado ou bater de frente. É uma tentativa e intermediar e, por outro lado, dar legitimade, a partir de uma análise imparcial, ao trabalho que vem sendo desenvolvido pelo governo”, defende Gabriel Bulhões, presidente da Comissão de Advogados Criminalistas da OAB/RN e coordenador estadual do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais.

Segundo Bulhões, o grupo pretende ainda reunir informações sobre “possíveis abusos e erros técnicos que poderão subsidiar, eventualmente, alguma representação institucional junto aos órgãos responsáveis pela fiscalização do sistema prisional estadual”.

Agência Brasil

SERTÃO SERIDÓ

Os dois soldados da polícia militar mortos durante um ataque de bandidos em Bom Jesus da Lapa, na noite de domingo (22), foram levados como reféns e executados pelos bandidos. A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) na manhã desta segunda-feira (23). Ainda de acordo com a SSP-BA, o criminoso que morreu ao trocar tiros com a polícia estava em posse de um fuzil e um colete.

O grupo, com cerca de 20 homens, estourou transformadores de energia na entrada da cidade, e além de carros queimados, chegou a usar um caminhão para bloquear a passagem da polícia na saída de Bom Jesus da Lapa.

Na manhã desta segunda-feira, a Polícia Militar intensificou as buscas pelo bandidos. Diligências estão sendo feitas na região oeste da Bahia, com apoio de equipes de unidades especializadas e do serviço de inteligência e também do Grupamento Aéreo (Graer).

Policiais militares de estados vizinhos também foram alertados para fortalecer o cerco e impedir fuga dos bandidos. A PM calcula que toda ação dos bandidos durou cerca de 30 minutos. Os corpos dos policiais mortos foram encontrados no bairro de Salina, a cerca de 2 quilômetros do centro da cidade, e o policial ferido foi socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas passa bem.

Caso
Dois policiais militares foram mortos a tiros, e um ficou ferido, durante um ataque de cerca de 20 homens ao município de Bom Jesus da Lapa, na região oeste da Bahia, na noite de domingo (22).

Segundo informações da polícia, o grupo invadiu a cidade com objetivo de explodir caixas eletrônicos. Um dos suspeitos morreu.

Ainda de acordo com a PM, por volta das 23h, houve tentativas de explosões em duas agências. A Polícia Militar (PM) impediu os bandidos e uma troca de tiros foi iniciada na cidade. Durante a perseguição aos bandidos, a polícia encontrou um carro abandonado carregado de explosivos, armas e munições. Outros carros foram queimados pelo grupo e utilizados para bloquear as estradas que dão acesso a cidade, com objetivo de atrasar a ação da polícia

As vítimas foram identificadas como os soldados Gilberto Lemos Silva Júnior, de 28 anos, e Everton Oliveira de Santana, 26 anos. O primeiro integrava a coorporação há um ano e sete meses, e o segundo há um ano e oito meses. Na manhã desta segunda-feira a PM se manifestou com uma nota de pesar.

G1 BA

SERTÃO SERIDÓ

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  • Após a saída da Polícia Militar da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, os presos voltaram a ocupar os telhados dos pavilhões e trocar ameaças entre eles. A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) nega que a rebelião tenha sido retomada. O Batalhão de Operações Especiais da PM (Bope) foi acionado. A Polícia Militar deixou a área interna da penitenciária – onde ficam os pavilhões – por volta das 18h de domingo, mas, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública (Sesed), permaneceu na área administrativa durante toda a noite.
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A tensão acontece após a rebelião que durou pouco mais de 14 horas, terminou na manhã de domingo (15) e deixou 26 mortos.

Os presos estão em cima dos telhados dos pavilhões com pedras, paus e facas nas mãos e com bandeiras com as siglas de duas facções criminosas. O vídeo acima mostra a situação na unidade. Os presos aparecem gritando frases como “a vitória é nossa”. Na Penitenciária de Alcaçuz os presos ficam soltos dentro dos pavilhões porque as grades das celas foram arrancadas em uma rebelião em 2015.

A Sejuc informou que a situação está tensa em Alcaçuz, mas que “não se configura uma nova rebelião” e que “hoje será um dia de operações na unidade com os grupos especiais da Sejuc e Sesed, além dos agentes penitenciários”.

Uma revista para buscar possíveis armas estava marcada para o início da manhã desta segunda-feira (16), mas um motim no Presídio Raimundo Nonato fez com que o Grupo de Operações Especiais (GOE) se deslocasse para aquela unidade e atrasou o início da revista em Alcaçuz.

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A Penitenciária de Alcaçuz passou uma rebelião de mais de 14 horas que terminou na manhã deste domingo (15) e deixou 26 mortos. Essa foi a rebelião mais violenta da história do Rio Grande do Norte.

A rebelião começou com uma briga entre presos dos pavilhões 4 e 5 por volta das 17h de sábado (14). De acordo com a presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Vilma Batista, homens em um carro se aproximaram do presídio antes da rebelião e jogaram armas por sobre o muro.

Segundo o governo, a briga estava restrita aos dois pavilhões. O pavilhão 5 é o presídio Rogério Coutinho Madruga, que fica anexo a Alcaçuz. Há separação entre presos de facções criminosas entre os dois presídios.

De acordo com a Sejuc, os próprios presos desligaram a energia do local e, com isso, os bloqueadores de celulares da unidade prisional deixaram de funcionar. Durante a madrugada foram ouvidos tiros dentro da unidade prisional e muita fumaça era vista no local.

Na manhã deste domingo, policiais militares entraram na unidade prisional com veículo blindado, vans e carros para tentar acabar com rebelião. A rebelião foi controlada por volta das 7h20 com a entrada do Bope e do Choque, além do Grupo de Operações Especiais formado por agentes penitenciários.

Alcaçuz fica em Nísia Floresta, cidade da Grande Natal, e é o maior presídio do estado. A penitenciária possui capacidade para 620 detentos, mas abriga cerca de 1.150 presos, segundo a Sejuc, órgão responsável pelo sistema prisional do RN.

Fernanda Zauli e Fred CarvalhoDo G1 RN

Radio Nova Era

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Pelo menos 15 presos do sistema carcerário do Acre estão sendo transferidos para o presídio federal de Mossoró. O voo saiu do aeroporto de Rio Branco com destino à cidade potiguar no final da manhã desta quinta-feira (12), segundo informações do secretário de Segurança do Acre, Emylson Faria. A operação de embarque foi realizada pelo Sistema Integrado de Segurança Pública, com apoio da Polícia Federal. Os 15 presos transferidos para Mossoró são condenados por várias de crimes e cumprem pena em regime RDD. O governo do Acre solicitou a transferência porque eles estariam ameaçando o sistema carcerário. Havia o temor de rebelião no modelo que ocorreu nos presídios do Amazonas e Roraima. Além da transferência dos 15 perigosos, a Secretaria de Segurança do Acre, com apoio do Governo Federal, adotou outras medidas para resguardar o sistema carcerário e evitar a ocorrências de rebeliões.

Maré Mansa

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Após o ano inteiro de 2016 sem mortes violentas, foi registrado na manhã de quarta-feira (11), o primeiro homicídio do ano de 2017 em Grossos.Antônio Cesar Leal da Silva, 43 anos, solteiro, funcionário público municipal de Grossos. Além de trabalhar como Agente de Saúde, era locutor, músico e trabalhava no programa de rádio FM 104,3 de segunda a sábado trazendo informações sobre o governo municipal. Ainda não se sabe o motivo do assassinato. Segundo informações, a vítima estava saindo de sua residência quando foi surpreendido por elementos que efetuaram vários disparos de arma de fogo, provavelmente calibre 12.

STIGMA

Confrontos entre bandidos e policiais militares durante uma tentativa de assalto na madrugada desta sexta-feira, 4, em Limoeiro do Norte, deixou quatro pessoas mortas, entre elas um PM. As informações são do site Fim da Linha e da TV Jaguar.

Os bandidos foram identificados como Matheus Lucas da Silva Rocha, morador do bairro Santo Antônio, Francisco Walison Morais de Souza, foragido do presídio de Caicó, e José Rosivan Félix, mais conhecido como Vain, foragido de Alcaçuz. Todos são de Mossoró. O policial morto no tiroteio foi identificado como Cabo Romeu.

Segundo informações, os indivíduos estavam em um veículo Honda CR-V de cor escura e placas EZK-8576, de São Caetano do Sul.

A suspeita da polícia era de que os bandidos estavam se preparando para arrombar a Loja Zenir, situada no Centro do município cearense.

Outros dois suspeitos de participarem do grupo conseguiram fugir pelo matagal e estão sendo procurados pela Polícia Militar.

divulgacao

André Fernandes de Azevedo, acusado pela prática de crime de tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006, teve o pedido de liberdade apresentado por sua defesa negado pela Câmara Criminal do TJRN. O relator do Habeas Corpus foi o desembargador Gilson Barbosa. O processo está relacionado à Operação Cordilheiras, deflagrada na região do Seridó e fruto de investigação do Ministério Público estadual em junho de 2015.

Ele foi preso em flagrante em 22 de junho do ano passado. A operação teve como alvo, principalmente, o combate ao trafico de drogas, roubos e homicídios e durante o desdobramento ocorreram 21 flagrantes que resultaram em 28 Prisões e sete apreensões de menores de idade. Para o desfecho, foram expedidos 32 mandados de prisão preventiva, destes 19 já estavam custodiados no sistema prisional. Também foram expedidos 24 mandados de busca e apreensão.

A defesa alegou, dentre outros pontos, que não existem indícios de autoria e materialidade do crime por parte de André Azevedo e destacou as condições pessoais favoráveis. O HC também sustentou a possibilidade de substituição da prisão pelas medidas cautelares, previstas no artigo 319 do Código de Processo Penal.

“Quanto à tese de negativa de autoria e materialidade do delito, entendo que a via estreita do habeas corpus não é adequada para analisar tais questões, por demandar o exame aprofundado de provas, consoante reiterada jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça”, esclareceu Gilson Barbosa.

Segundo a decisão, a peça inicial não veio acompanhada de elementos necessários à respectiva análise do pleito, fundado na tese de ausência de requisitos legais para o encarceramento, pois está ausente a fotocópia da decisão que decretou a custódia cautelar do acusado, essencial a evidenciar, com clareza, a existência de ameaça ou constrangimento ilegal à liberdade do acusado.

Habeas Corpus Com Liminar n° 2016.016421-7

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