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Crédito: Wilson Galvão, Marina Gadelha, Williane Silva e Cícero Oliveira

A Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (OSUFRN) realiza, no próximo sábado, 22, seu sexto concerto oficial de 2018. O evento acontecerá em duas sessões, às 18h e às 20h, na Escola de Música (EMUFRN), com regência do maestro André Muniz.
O repertório traz as obras Sinfonia nº 4, escrita em 1806, por Beethoven, e Os Pinheiros de Roma, peça do principal compositor italiano do século XX, Ottorino Respighi. O evento é gratuito e os ingressos podem ser retirados a partir da quinta-feira, 20, na coordenação de eventos da EMUFRN.

Apresentação no Vaticano

A escolha do repertório marca o início oficial das atividades da Orquestra Sinfônica, que participará da audiência geral do Vaticano, com a presença do Papa Francisco, no dia 12 de dezembro. Esta será a segunda vez que a Orquestra se apresenta internacionalmente, a primeira aconteceu em 2015, na Alemanha.

Crédito: ASCOM-Reitoria/UFRN, Wilson Galvão, Marina Gadelha, Williane Silva e
Cícero Oliveira

O Seminário de Relançamento do Grupo de Pesquisa História, Cultura e Poder (GPHCP) acontece nesta quarta-feira, 19, com o título “Há 50 anos de 1968: possibilidades de uma História Política para o século XXI”, no Centro de Ensino Superior do Seridó (Ceres-Caicó) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O evento é voltado para professores e alunos do curso de História e demais graduações do Ceres.

Realizado pelo Departamento de História do Ceres, o seminário terá palestras de especialistas em História Política, além da exibição de obras audiovisuais pertinentes à área. O objetivo é divulgar o GPHCP e aproximar os estudantes do curso de História da pesquisa e da extensão, bem como abrir as portas para trocas com outros cursos do Centro e de outras instituições de ensino básico e superior de Caicó e da comunidade em geral.

GPHCP
O Departamento de História do Ceres (DHC) formou o Grupo de Pesquisa História, Cultura e Poder (GPHCP) em 2010, o qual ganhou força com a entrega do prédio dos laboratórios de História do Ceres-Caicó, em 2015. A criação do Laboratório de História e Práticas de Pesquisa (LHCP) foi outra conquista, no ano de 2017.

Crédito da foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Por 9 votos a 2, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram nesta quarta-feira (12) não reconhecer o ensino domiciliar de crianças, conhecido como homeschooling. Conforme o entendimento da maioria, a Constituição prevê apenas o modelo de ensino público ou privado, cuja matricula é obrigatória, e não há lei que autorize a medida.

O julgamento começou na semana passada, quando o relator do caso, ministro Luís Roberto Barroso, votou a favor do ensino domiciliar. Para ele, alguns pais preferem comandar a educação de seus filhos diante das políticas públicas ineficazes na área de educação, dos resultados na qualidade no sistema de avaliação básica, além de convicções religiosas.

Barroso também citou que o modelo de homeschooling está presente nos Estados Unidos, Finlândia e Bélgica, entre outros países. “Sou mais favorável à autonomia e emancipação das pessoas do que ao paternalismo e às intervenções do Estado, salvo onde eu considero essa intervenção indispensável”, argumentou.

Votos divergentes

Na sessão de hoje, o julgamento foi concluído com os votos dos demais ministros. Primeiro a votar, Alexandre de Moraes abriu a divergência e entendeu que o ensino domiciliar não está previsto na legislação: “O ensino familiar exige o cumprimento de todos os requisitos constitucionais. Não é vedado o ensino em casa desde que respeite todos os preceitos constitucionais. Há necessidade de legislação”.

O ministro Ricardo Lewandowski também entendeu que não é possível que os pais deixem de matricular os filhos nas escolas tradicionais. Segundo ele, “razões religiosas não merecem ser aceitas” pelo Judiciário para que os pais possam educar os filhos em casa. O ministro argumentou que os pais “não podem privar os filhos de ter acesso ao conhecimento” na escola tradicional.

“Não há razão para tirar das escolas oficiais, públicas ou privadas, em decorrência da insatisfação de alguns com a qualidade do ensino”, afirmou Lewandowski.

Os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e a presidente, Cármen Lúcia, também votaram no mesmo sentido. Fachin acompanhou em parte o relator.

Entenda o caso

O caso que motivou o julgamento ocorreu com o microempresário Moisés Dias e sua mulher, Neridiana Dias. Em 2011, o casal decidiu tirar a filha de 11 anos da escola pública em que estudava no município de Canela (RS), a aproximadamente 110 quilômetros de Porto Alegre, e passar a educá-la por conta própria.

Eles alegaram que a metodologia da escola municipal não era adequada por misturar, na mesma sala, alunos de diferentes séries e idades, fugindo do que consideravam um “critério ideal de sociabilidade”. O casal disse que queria afastar sua filha de uma educação sexual antecipada por influência do convívio com colegas mais velhos.

A família também argumentou que, por ser cristã, acredita no criacionismo – crença segundo a qual o homem foi criado por Deus à sua semelhança – e por isso “não aceita viável ou crível que os homens tenham evoluído de um macaco, como insiste a Teoria Evolucionista [de Charles Darwin]”, que é ensinada na escola.

Créditos da Foto: Divulgação/Assessoria

Agora é Lei. Os professores da rede pública e privada de ensino do Estado, no exercício da profissão tem direito assegurado ao pagamento de meia-entrada em eventos de natureza cultural, esportiva e de lazer. A lei originária de Projeto apresentado pelo deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB) foi sancionada recentemente pelo Governador do Estado.

“Esta lei tem como objetivo proporcionar aos professores de todos os níveis do Rio Grande do Norte acesso mais barato a eventos culturais esportivos e de lazer, de forma a aprimorar a sua formação profissional, qualidade indispensável para o melhor exercício da função de educador. A lei é direcionada principalmente àqueles que, devido aos baixos salários, não podem aprofundar sua capacitação intelectual frequentando rotineiramente a este eventos”, comemorou Ezequiel Ferreira.

Pela nova Lei fica assegurado a professores o acesso a estabelecimentos culturais de qualquer natureza, esportivos e de lazer, mediante o pagamento da metade do preço do ingresso cobrado ao público em geral. Para efeito do cumprimento da Lei, consideram-se estabelecimentos culturais de qualquer natureza, esportivos e de lazer, como previsto no artigo, os locais que, por suas atividades, propiciem cultura e entretenimento.

A comprovação do efetivo exercício profissional requerido para a concessão do benefício será aceita, além da apresentação de documento de identidade oficial com foto, a apresentação do contracheque que identifique o órgão e/ou carteira de identidade de professor que informe o estabelecimento de ensino empregador, o funcionário e o cargo que ocupa.

Por estabelecimentos culturais, esportivos e de lazer compreendem-se ainda os cinemas, os teatros, os museus, os estádios, os ginásios, as quadras esportivas, os circos, as casas de shows e quaisquer outros ambientes, públicos ou particulares, em que se realizem espetáculos artísticos e/ou culturais, no Rio Grande do Norte.

São consideradas práticas abusivas ao exercício do direito assegurado no art. 1º da Lei, dentre outras: Negar-se a receber dos professores da rede pública e privada de ensino do Estado metade do pagamento do valor efetivamente cobrado para ingresso nos locais a que se refere a Lei; Recusar-se a receber o documento oficial de identidade com foto, o contracheque atualizado e/ou a carteira de identidade de professor como documentos comprobatórios para o exercício do direito assegurado nesta Lei; Condicionar o exercício do direito de que trata esta Lei a qualquer outra exigência que não tenha previsão na mesma.

Também são práticas abusivas: Omitir a real disponibilidade de ingressos, assentos, lugares e/ou vagas nos locais a que se refere o Lei, aos titulares do direito aqui tratado, como forma de negar-lhes o pleno exercício desse mesmo direito; Disponibilizar qualquer tipo de promoção que exclua a participação e o acesso dos professores da rede pública e privada de ensino do Estado o efetivo direito ao pagamento da mesma; e utilizar-se de qualquer outro meio que vise a dificultar, confundir ou impedir o exercício do direito de que trata esta Lei.

Crédito das Fotos:  Ney Douglas

Os alunos do curso de pós-graduação em Direito Constitucional da Escola da Assembleia tiveram uma aula especial ontem sexta-feira (31). O magistrado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luiz Alberto Gurgel de Faria esteve em Natal para ministrar a disciplina “Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário na Ordem Jurídica Brasileira”. No encontro com os alunos, que ocorreu na sede da Justiça Federal do Rio Grande do Norte, o ministro enalteceu a iniciativa da Escola da Assembleia em promover o intercâmbio com a Escola da Magistratura Federal, da qual Gurgel de Faria faz parte.

“Com certeza, é uma excelente oportunidade para a troca de experiências e colaboração para a discussão acerca do Judiciário”, disse o ministro.

Fazendo parte do STJ desde 2014, depois de ocupar atuar por 14 anos como desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, o ministro disse que o Judiciário, atualmente, passa por momentos de grande visibilidade e, com isso, também de muitos questionamentos quanto à atuação. Na disciplina, que trata sobre as prerrogativas e deveres dos Poderes, Gurgel de Faria trouxe casos específicos analisados no STJ, inclusive dois dos quais ele foi o relator. A intenção foi usar os exemplos para colaborar com o aprendizado dos alunos.

“É fundamental que exponhamos a parte teórica, mas também aliada à prática, que colabora decisivamente para o entendimento sobre as leis. Por isso eu trouxe alguns casos específicos, inclusive dois que tive a satisfação de participar e poder discutir junto aos alunos”, disse o ministro.

Também presente à Justiça Federal, a diretora de núcleo do Setor Pedagógico da Escola da Assembleia, Niedja Lúcia, acompanhou o ministro à aula e enalteceu a importância da participação de Gurgel de Faria na disciplina. Para ela, a troca de experiências do magistrado com os alunos será positiva para que os pós-graduandos tenham uma noção real sobre o cotidiano de dentro Judiciário, com o compartilhamento da teoria e prática.

“A Escola da Assembleia preza pelo conhecimento e sempre focamos em trazer para o encontro dos nossos alunos pessoas que tenham conhecimento para partilhar, e é exatamente o caso do ministro Gurgel de Faria, que trouxe não só um vasto conhecimento teórico, mas também prático”, disse Niedja Lúcia.

Currículo

Luiz Alberto Gurgel de Faria formou-se bacharel em direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte em 1991. Concluiu mestrado (1999) e doutorado (2009) pela Universidade Federal de Pernambuco. É professor do Departamento de Direito Público da Universidade Federal do Rio Grande do Norte desde 1997.

Foi técnico judiciário (1990-1993) e juiz do trabalho (1993) no Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região. Tornou-se juiz federal em 1993, sendo promovido pelo critério de merecimento para o Tribunal Regional Federal da 5ª Região em 2000.

Em 2014, foi nomeado ministro do STJ, em vaga destinada a membro de Tribunal Regional Federal.

 

Crédito da foto: Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar hoje (30) a constitucionalidade do ensino domiciliar no Brasil. Desde 2015, o tema aguarda uma determinação da Corte. A disputa coloca em lados opostos pais que desejam educar seus filhos em casa e o Poder Público que defende a obrigatoriedade da matrícula e a frequência escolar de crianças e adolescentes. O relator do caso é o ministro Luís Roberto Barroso.

De acordo com Associação Nacional de Educação Domiciliar (Aned), o número de famílias que optam pela educação em casa, prática conhecida como homeschooling, tem crescido no Brasil. Em 2018 chegou a 7,5 mil famílias, mais que o dobro das 3,2 mil famílias identificadas em 2016. A estimativa é que 15 mil crianças recebam educação domiciliar no país atualmente.

 

A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte, por meio de Ação Civil Pública, conquistou na Justiça decisão obrigando o Município de Natal a criar o cargo de profissional de apoio escolar. A decisão, tomada pelo Juízo de Direito da Vara da Infância e Juventude, atende parcialmente ao pedido de resguardo do direito fundamental à educação inclusiva. A demanda judicial foi proposta após inúmeras reclamações de pais de crianças e adolescentes com deficiência quanto à ausência de professor auxiliar ou profissional de apoio escolar nas escolas da rede pública municipal.

A ação apresentava pedidos de criação e provimento de cargos de cargos de profissional de apoio escolar e professor auxiliar ou auxiliar de sala. No entanto, em sua decisão, o juiz da 2° Vara da Infância e da Juventude considerou que o cargo de professor auxiliar é o mesmo do professor de atendimento educacional especializado que atua nas salas de recursos multifuncionais e já existe na rede de ensino municipal.

Atualmente, segundo dados da Secretaria Municipal de Educação, 70 professores fazem o atendimento especializado em 46 salas de recursos multifuncionais. O número, considerado insuficiente pela Defensoria Pública, levou a interposição de um recurso, vez que no Município do Natal existem matriculados 1886 alunos com deficiência e 46 professores de atendimento educacional especializado não supririam a demanda de atendimento nas salas de aulas regulares de ensino.

A atual realidade do Município “de estagiário atuando como profissional de apoio é irregular, primeiro devido a precariedade do vínculo, a falta de capacitação técnica adequada e  sobretudo  a alta rotatividade, o que faz com que crianças e adolescentes com deficiência se veja privados de frequentar a escola, registra a defensora pública Claudia Carvalho Queiroz, titular da 10ª defensoria Cível de Natal.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), os professores auxiliares são responsáveis por atender às necessidades pedagógicas do aluno com deficiência, seguindo o plano de atendimento educacional especializado. Já os profissionais de apoio escolar prestam auxílio individualizado ao estudante em atividades em que este não consegue realizar sozinho, tais como, locomoção, higiene e alimentação.

Na decisão, o juiz determina um prazo de 90 dias para o Município enviar o Projeto de Lei que cria o cargo para a Câmara Municipal de Natal. De acordo com a decisão, o projeto de lei deve conter também as especificações das atribuições funcionais e requisitos para o ingresso no quadro efetivo pessoal da Secretaria Municipal de Educação, visando a posterior realização de concurso público para o provimento do cargo em número suficiente para atender toda a demanda.

Crédito: Lagoa Nova em Destaque

O Município de Lagoa Nova, realizou no realizou, no último dia 23, no Centro Pastoral, o 1° Fórum Comunitário Selo UNICEF Município Aprovado Edição 2017-2020. O  Fórum teve como objetivo conhecer o diagnóstico da infância e adolescência e elaborar o Plano de Ação para combater os obstáculos que dificultam a melhoria dos indicadores do município.

Ao participar do Selo UNICEF, o município assume o compromisso de elaborar um diagnóstico da  situação da população de 0 a 18 anos incompletos e um Plano Municipal de Ação para enfrentar os principais problemas que afetam a população, sempre de forma participativa. O evento registrou a presença de um número significativo de participantes entres gestores, Câmara Municipal que esteve representada pelos vereadores Dequinha Primo(PR) e Lourival Adão(PTB), servidores municipais de Saúde, Educação, Assistência, Social, CMDCA, Conselho Tutelar e a participação de crianças e adolescentes.

 

ASCOM – Reitoria/UFRN

A conferência “A Medição da Mensagem e a Recepção na Pesquisa em Comunicação” é o tema da aula inaugural do semestre 2018.2 do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Mídia (PPGEM) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), bem como também marcará a abertura do I Seminário do PPgEM.

O duplo evento será conduzido pelo professor Ángel Rodríguez Bravo, da Universidade Autônoma de Barcelona (UAB), da Espanha, no Auditório I do Labcom, do Departamento de Comunicação Social da UFRN, no dia 28 de agosto, das 19h às 21h. Um dos responsáveis pela proposta e formulação de acordo entre a UFRN e a UAB, assinado em setembro de 2017, Juciano Lacerda considera um marco para a concretização da parceria a presença do pesquisador espanhol. Ao lado dele, também atuaram na concepção da parceria a também professora da UFRN, Lisabete Coradini, além de Nicolás Lorite-García e Jordi Grau, os últimos docentes da UAB.

“O projeto prevê uma cotutela entre o doutorado de Comunicação Estratégia da UAB e o PPGEM na UFRN. A partir daí, alunos de ambos os países passam a ter a possibilidade de dupla titulação, com uma intensidade maior em termos de intercâmbio. Esse processo de cotutela está em análise no âmbito da Secretaria de Relações Internacionais aqui da UFRN”, colocou. Outras informações sobre a Conferência podem ser obtidas no endereço http://www.cchla.ufrn.br/ppgem/

(ASCOM-Reitoria/UFRN)

A Orquestra Sinfônica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (OSUFRN) realiza nesta quarta-feira, 22, às 9h, mais uma edição do Concerto Didático na Escola de Música da UFRN (EMUFRN). O evento, que acontece semestralmente, é direcionado para alunos das redes de ensino públicas e privadas, objetivando uma interação dinâmica entre todos os participantes.

A forma como acontece o concerto é algo único entre os grupos musicais de grande porte do estado, visto que é realizado com uma abordagem pedagógica, pois os alunos são convidados a participar de forma ativa na composição do espetáculo, conhecendo os instrumentos, o repertório e as novas formas de percepção da música erudita.

Além disso, a ocasião possibilita uma conjuntura única aos alunos da UFRN que fazem parte da orquestra, já que cada musicista tem o seu espaço para mostrar aos alunos convidados um pouco mais sobre o seu instrumento, ressaltando a sua historicidade e musicalidade – promovendo assim mais uma atividade de extensão universitária.

Para participar do Concerto Didático, as escolas interessadas devem atender a uma chamada pública feita pela EMUFRN nas redes sociais da unidade. Para a escolha, é levado em consideração o número de alunos e a capacidade de lotação do auditório da Escola de Música, que atualmente comporta 250 pessoas. No espetáculo que acontece no dia 22, as instituições de ensino participantes são o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN), a Escola Municipal Ferreira Itajubá e o Colégio Dom Nivaldo Monte.

 

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, através do campus de Caicó vai realizar, de 28 a 30 deste mês a Oitava Semana Universitária. O tema será “Diversidade, Aceitação ou Tolerância? A oitava semana será promovida por docentes, discentes e técnicos administrativos que atuam na instituição.

A programação vai constar de mesas-redondas, minicursos, oficinas,
mostra de profissões e uma inovação que será a UERN Cidadã, onde serão ofertados vários serviços por parte da comunidade acadêmica da UERN e instituições parceiras.

(Williane Silva – ASCOM-Reitoria/UFRN)

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) conquistou na semana passa a sétima carta-patente, aprovada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e intitulada “Redução aluminotérmica do Ta2O5”. O trabalho aprovado foi submetido pelo professor do Departamento de Física Teórica e Experimental, Uilame Umbelino Gomes, em 27 de julho de 2005, e consiste no processo alternativo de produção do tântalo, que é um metal de alto valor devido às propriedades que o englobam, como resistência à corrosão, alto ponto de fusão e ebulição, além de boa condutividade térmica e elétrica.

O metal costuma ser usado na regulação do fluxo de eletricidade nos circuitos integrados da indústria eletrônica. Contudo, na técnica de aluminotermia convencional, o alumínio reage por meio do fornecimento de calor pela queima de um elemento resistivo. Já no processo alternativo, proposto pelo docente Uilame, é utilizado o plasma como fonte energética para redução aluminotérmica. A mudança traz como benefício a diminuição dos custos de produção, pois são eliminadas etapas como a hidrogenação, moldagem e desidrogenação. De acordo com o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Pró-Reitoria de Pesquisa, a UFRN registrou até essa quinta-feira, 16, um total de 200 pedidos de patente, com sete solicitações concedidas; 38 pedidos de marcas, sendo 20 o número de aprovações; e 141 pedidos de programa de computador, tendo alcançado 140 concessões.

 

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) conquistou na semana passa a sétima carta-patente, aprovada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e intitulada “Redução aluminotérmica do Ta2O5”.

O trabalho aprovado foi submetido pelo professor do Departamento de Física Teórica e Experimental, Uilame Umbelino Gomes, em 27 de julho de 2005, e consiste no processo alternativo de produção do tântalo, que é um metal de alto valor devido às propriedades que o englobam, como resistência à corrosão, alto ponto de fusão e ebulição, além de boa condutividade térmica e elétrica.

O metal costuma ser usado na regulação do fluxo de eletricidade nos circuitos integrados da indústria eletrônica. Contudo, na técnica de aluminotermia convencional, o alumínio reage por meio do fornecimento de calor pela queima de um elemento resistivo. Já no processo alternativo, proposto pelo docente Uilame, é utilizado o plasma como fonte energética para redução aluminotérmica.

Crédito das Fotos:  João Gilberto

A Escola da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte publicou o Chamamento Público para o cadastramento de professores para a manutenção do Banco de Talentos da Escola. O objetivo é constituir reserva técnica de docentes para futuras contratações e atuação na instituição. As inscrições estão abertas a partir desta quarta-feira (15).

De acordo com a publicação, poderão cadastrar junto à Escola da Assembleia todos os profissionais acadêmicos e técnicos especializados, para que componha, em caráter eventual, por período certo e sem prejuízo do exercício das competências inerentes ao seu cargo, equipe constituída para ministrar curso de formação, desenvolvimento ou capacitação de servidores.

As inscrições serão realizadas até 15 de novembro, das 8h às 18h, na sede da Escola, e poderão ser feitas pessoalmente ou por procurador legalmente constituído.

Formado em 2017, o Banco de Talentos da Escola auxilia no processo de seleção de capacitação profissional nos colaboradores e membros atuantes para melhoria na qualidade do serviço público prestado por estes à população.

Para isso, os docentes interessados contribuirão com a apresentação de documentos que comprovem as áreas de conhecimento e os respectivos cursos com o intuito de compor uma hierarquia conceitual acadêmica preliminar relacionados nos tópicos abaixo:

•    ÁREA CIENTÍFICA GRUPO BIOCIÊNCIAS Biomedicina, biologia, ecologia, aquicultura, agronomia, engenharia florestal, zootecnia.

•    CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA Ciências atuariais, estatística, física, astronomia, meteorologia, geofísica, geologia, matemática, meteorologia, química, química do petróleo.

•    CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES Artes visuais, ciências sociais, comunicação social, publicidade e propaganda, marketing, dança, design, filosofia, geografia, gestão pública, história, jornalismo, letras, moda, psicologia, teatro.

•    CIÊNCIAS DA SAÚDE Educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, gestão em sistemas e serviços de saúde, medicina, nutrição, odontologia, gestão hospitalar, psicologia.

•    CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS Administração, administração pública, biblioteconomia, ciências contábeis, ciências econômicas, direito, gestão de cooperativas, gestão pública, serviço social, turismo, pedagogia.

•    TECNOLOGIA Arquitetura e urbanismo, ciência da computação, tecnologia da informação, engenharia de software, engenharia ambiental, engenharia biomédica, engenharia civil, engenharia de alimentos, engenharia de computação, engenharia de materiais, engenharia de petróleo, engenharia de produção, engenharia de telecomunicações, engenharia elétrica, engenharia mecânica, engenharia mecatrônica, engenharia química, engenharia têxtil.

A divulgação dos habilitados acontecerá por meio de portaria, publicado no Diário Oficial Eletrônico (http://www.al.rn.gov.br/portal/p/diario-oficial-eletronico) dos docentes habilitados para lecionar, mediante contratação, em caráter eventual, regida pelo Ato de Mesa vigente, que estarão elegíveis para contratação até novo chamamento público. A Escola da Assembleia ainda disponibilizará o resultado no sítio eletrônico até 21 de dezembro de 2018.

Confira o Chamamento Completo no:
http://www.al.rn.gov.br/portal/_ups/editaisea/2018/08/14/7ffae54a08b1de80a45cf1b681f528b2.pdf

Podem participar graduados de qualquer área; não é necessário ter experiência em  audiovisual.

Quem busca a profissionalização na área de audiovisual pode participar da Especialização em Produção de Documentários, oferecida pelo Departamento de Comunicação da UFRN. As inscrições foram prorrogadas até o dia 10 de setembro. O único requisito para participar é ter graduação, seja em qualquer área.

Para fazer a inscrição, os interessados devem acessar o www.sigaa.ufrn.br, entrar no menu “Especialização Lato Sensu”, baixar e preencher o formulário e anexá-lo junto com os demais documentos exigidos no edital. São eles: comprovante de pagamento da taxa de inscrição, cópia de RG e CPF, currículo lattes ou curriculum vitae acompanhado de documentação comprobatória e carta de intenção.

O Processo Seletivo conta com duas etapas: análise de currículo e análise da carta de intenções apresentando experiências no audiovisual e/ou propostas de aplicação dos conhecimentos adquiridos durante a especialização. A coordenação responsável vai divulgar o resultado da seleção no Portal Sigaa.

Com início em setembro deste ano, o curso terá duração de 18 meses, sendo os três últimos dedicados à elaboração do TCC (Trabalho de conclusão). As aulas serão na sexta e no sábado, a cada 15 dias. O investimento é de R$ 100 na taxa de inscrição e 18 parcelas de R$ 329.

O curso alia teoria e prática, abordando fundamentos, história, técnicas, atuação no mercado, metodologias e experimentações, buscando compreender o audiovisual como um todo. As disciplinas incluem roteiro, direção, fotografia, captação de áudio e teorias do documentário.

O corpo docente conta com profissionais oriundos de diferentes áreas: Ciências Sociais e Ambientais, Artes, Audiovisual, Cinema, Jornalismo, Rádio e TV ou Publicidade e Propaganda, atuantes em cursos, festivais, rodadas de negócio e produções nacionais e internacionais.

Crédito: Wilson Galvão, Marina Gadelha,, Williane Silva e Cícero Oliveira

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, atento à grave situação exposta pelo Conselho Superior da CAPES em ofício 245/2018 GAB/PR/CAPES emitido no último 1º de agosto, externa sua enorme preocupação face à iminente possibilidade de veto ao orçamento aprovado na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) 2019 para o financiamento do sistema nacional de pós-graduação, pesquisa, formação dos profissionais da educação básica e a cooperação internacional.

As restrições orçamentárias impostas à Capes provocam graves danos à qualidade, à manutenção e ao crescimento da pesquisa e da pós-graduação no país, e comprometem a educação como um direito previsto na Constituição Federal. Contudo, não é uma situação isolada, haja vista o ensino superior público já sentir o reflexo da Emenda Constitucional nº 95, que instituiu o teto nos gastos públicos e que já apresenta um cenário de profundos cortes para a manutenção das instituições de ensino superior.

Diante desse cenário de cortes orçamentários apontado pela CAPES e preocupados com os seus impactos para o desenvolvimento científico, tecnológico, econômico e social do país, o Consepe defende, enfaticamente, a revisão da política de contenção de gasto público e, para garantir minimamente a execução das ações previstas pelas instituições de ensino superior, a sanção da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2019, com a manutenção do artigo 22 da LDO.

ASCOM – Reitoria/UFRN/Foto: Cícero Oliveira

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) assinaram na manhã desta segunda-feira, 16, um termo de cooperação para que o Poder Judiciário do Estado passe a utilizar a tecnologia dos Sistemas Integrados de Gestão (Sig) desenvolvida pela UFRN, especificamente nos módulos de Protocolo e Recursos Humanos.
A formalização da parceria foi feita pelos gestores das duas instituições, Ângela Maria Paiva Cruz e Expedito Ferreira de Souza, na Sala de Reuniões do prédio da Reitoria. O desembargador explicou que, com mais de 70 sistemas sendo utilizados atualmente, uma parte deles sem integração entre si, o TJ encara o acordo como uma possibilidade de ampliação da modernização da gestão, com ferramentas que propiciam maior celeridade aos processos.
O diretor do Instituto Metrópole Digital, José Ivonildo do Rêgo, ecoou o raciocínio. “O termo, acredito, não vai só resolver problemas pontuais, mas fazer avançar a gestão do TJ a partir das parcerias com a UFRN, como até projetos acadêmicos que existem, tais quais mestrados profissionais para inovação na área jurídica”, afirmou. O termo de cooperação tem duração inicial de três anos e prevê transferência de tecnologia e de conhecimento a respeito dos sistemas.
Ângela Paiva ressaltou que o entrelaçamento entre as demandas apresentadas à UFRN por diversos órgãos e a posterior viabilidade de soluções traduz um dos principais fatores de atuação da Universidade: levar o conhecimento produzido aqui para o bem-estar. “Não apenas formamos cidadãos. Prestamos serviços de grande impacto social, seja no âmbito tecnológico, ou puramente educativo, ou em projetos de extensão, enfim, fazer com que o cidadão se beneficie das nossas pesquisas e das nossas ações de uma maneira direta”, colocou a gestora. Também participaram da assinatura do Termo de Cooperação o vice-reitor da UFRN, José Daniel Diniz Melo, e a superintendente de Informática, Apuena Vieira Gomes.

Crédito das Fotos:  Eduardo Maia


A importância do papel da Universidade do Rio Grande do Norte (UERN) para o desenvolvimento social e econômico do Estado foi destacada nesta quinta-feira (12), no município de Mossoró, em sessão solene promovida pela Assembleia Legislativa alusiva aos 50 anos de criação da instituição de ensino superior.

Na solenidade, realizada no auditório do Campus Central, foram homenageadas   24 pessoas, cinco in memoriam, que contribuíram e contribuem com a trajetória da universidade. Em nome dos homenageados, falou o ex-reitor da UERN, Walter da Fonseca.

“Essa homenagem do Legislativo Estadual tem grande importância, porque chega num momento em que a UERN sofre críticas injustas. É um reconhecimento da sua relevância para o Estado. A UERN precisa deixar de ser tratada como filha abastada. Precisa ser respeitada pelo que representa para a educação do Rio Grande do Norte”, destacou o professor Walter Fonseca.

A instituição foi criada em 28 de setembro de 1968 como Universidade Regional do Rio Grande do Norte e foi estadualizada em 1987. Em 93 foi reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). A UERN oferece 67 cursos de graduação, 20 de mestrado e dois de doutorado. Conta atualmente com 1.500 professores, 500 servidores e 12 mil alunos.

(ASCOM-Reitoria/UFRN)/Foto: Cícero Oliveira

O Fórum de Reitores do Rio Grande do Norte participou da reunião da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia (CECT) da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), na manhã desta quinta-feira, 12, para discutir a relevância do financiamento da ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento do estado, além do fortalecimento e da sustentabilidade da Fundação de Apoio à Pesquisa do RN (Fapern).

A discussão sobre o Plano de Investimento de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento do RN teve início na última reunião do Fórum dos Reitores, que aconteceu na UFRN no dia 10 de julho, e foi apresentada ao CECT da ALRN, com o objetivo de incentivar o desenvolvimento do estado, por meio de fomento nas áreas científicas e tecnológicas, de acordo com o presidente da Farpern, João Maria de Lima.

O vice-reitor José Daniel Diniz Melo aproveitou a oportunidade para lembrar que, durante a reunião que discute a ciência no Rio Grande do Norte, estava acontecendo a sessão solene para debater a “Marcha pela Ciência: o presente e o futuro do setor de ciência e tecnologia no país”, na Câmara dos Deputados, em Brasília. O professor reforçou ainda a importância de investimento em pesquisa para evitar a diminuição de fomento na pós-graduação, a perda de alunos para outros estados e a queda na produção de conhecimento.

O reitor do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), Willys Tabosa, considera que o estado está perdendo o protagonismo do desenvolvimento científico e tecnológico, por meio da Fapern, mas que as instituições públicas de ensino superior estão unidas pelo fortalecimento da Fundação, que significa o fortalecimento da educação e da economia potiguar.

O representante da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), Jean Berg da Silva, falou do potencial das instituições citando o destaque em premiações, com o reconhecimento nacional às melhores teses pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) para a Ufersa, em 2016, e para a UFRN, em 2017. Contudo, na opinião do docente, se não houver investimento os pesquisadores irão para outros estados ou para fora do país em busca de oportunidades.

A reunião teve como resultado a proposição do Plano de Investimento de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento do RN ao Governo do Estado para que ocorra a inclusão da Fapern na Lei de Diretrizes Orçamentárias, que será aprovada nesta terça-feira, 17, na ALRN.

ASCOM – Reitoria/UFRN

Os interessados em ajudar o Rio Grande do Norte a resolver os principais desafios ao seu desenvolvimento são convidados a participar do Desafio Universitário Empreendedor (Dune), promovido na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio da Pró-Reitoria de Pesquisa (Propesq). A iniciativa tem como objetivo a criação de 100 projetos em 100 dias, com foco em produtos e serviços que melhorem a vida da população, gerem renda e riqueza.

A população em geral pode participar do Dune, em especial a comunidade acadêmica, professores do Ensino Médio, pesquisadores, jovens cientistas, inventores, empresários e mídia. As inscrições serão realizadas no período de 27 a 30 de julho, para estruturação das 10 fases do projeto de 1º a 20 de agosto. As apresentações e avaliação do Dune acontecerão no Congresso de Empreendedorismo Universitário (CEU), de 24 a 28 de setembro, quando haverá a divulgação dos vencedores.

Outras informações sobre o Desafio Universitário Empreendedor estão disponíveis no link http://meuplanejamentodefuturo.com.br/universitarios-dune/.

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