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Na próxima terça-feira (19), o Centro Administrativo recebe a Cantata para os Santos Mártires em uma encenação especial em frente à Governadoria. A apresentação será iniciada às 19h e terá a participação de grupos de corais. A entrada é gratuita.

O musical narra a história dos mártires católicos de Cunhaú (hoje Canguaretama) e depois Uruaçu (São Gonçalo do Amarante) que foram assassinados por se recusarem a se converterem ao calvinismo.  Um dos destaques do musical são os figurinos e adereços assinados por Ricardo San Martini que recriou as vestimentas de colonos, índios e holandeses.

A Cantata é dirigida por Diana Fontes, com texto e música de Danilo Guanais (baseado em escritos do padre Murilo, Monsenhor Herôncio e Valério Mesquita), projeção mapeada de Wil Amaral e produção de Danielle Brito, e apresenta 50 atores e pessoas do coro no palco.

O espetáculo é uma realização do Governo do Estado, através da Fundação José Augusto, Governo Cidadão, com patrocínio do Banco Mundial, em conjunto com a Secretaria de Estado do Turismo (Setur) e Secretaria de Trabalho, Habitação e Ação Social.

Crédito Jair Sampaio

Bahia, Rio de Janeiro, Paraíba, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte serão os estados representados no 1° Festival Nacional de Teatro da UFRN, que acontecerá de 12 a 16 de dezembro, em Caicó-RN.

Para o professor Lourival Andrade, um dos organizadores, o evento buscará promover um intercâmbio cultural e estético com produções artísticas de grupos vinculados a Instituições de Ensino de Teatro, Cursos de Graduação, Cursos Técnicos e Escolas Livres de Teatro a fim de fortalecer o debate entre os modos de fazer e de fruir das artes cênicas.

Com acesso gratuito à população, o Festival Nacional de Teatro da UFRN terá como palcos o Centro Cultural Adjuto Dias e no Salão Nobre da Antiga Prefeitura. “É uma alegria Caicó receber a primeira edição desse Festival. Será importante também para a interação com grupos e artistas da região. Cultura representa cidadania, educação, turismo e desenvolvimento para o nosso Município”, destacou Diego Vale, secretário municipal.

Crédito: Programa Estadual de Qualidade de Vida e Saúde no Trabalho 

Artesanatos dos mais diversos, adereços natalinos, cartonagem, cestarias, bonecas, bijuterias, arte sacra e esotérica, artigos de cama, mesa e banho. Tudo isso e muito mais poderá ser conferido na próxima edição da Feirinha de Talentos do Servidor Público do Rio Grande do Norte. A exposição acontece nos dias 13 e 14 de dezembro, entre 8h e 17h, no hall da Escola de Governo Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales (EGRN), no Centro Administrativo, em Natal.

A iniciativa é do Governo do Estado, por meio do Programa Estadual de Qualidade de Vida e Saúde do Trabalho (PQVST), visando oportunizar aos servidores públicos um momento em que poderão compartilhar experiências, mostrar seus talentos e habilidades, além de comercializar suas produções manuais. O intuito da feira é aumentar a autoestima do expositor, além de propiciar um incremento à sua renda mensal.

Tal como ocorreu com a última edição da Feirinha de Talentos, realizada em outubro, nesta nona edição haverá uma área destinada aos produtos alimentícios. Além do artesanato, alguns dos servidores participantes estarão comercializando doces, bolos, salgados e refeições individuais, entre outros quitutes.

Natal do Servidor 2017

Paralelamente à 9ª Feirinha do Servidor, no dia 14 de dezembro será celebrado o Natal do Servidor 2017, tradicional confraternização promovida pelo PQVST para os colaboradores do Governo do Estado. A programação tem início às 8h30, com a acolhida musical do Grupo de Chorinho Sal da Terra, seguida da realização de um bingo, ato ecumênico e sorteio de brindes entre os presentes.

ASSECOM/RN

O filho de Camilo Toscano de Menezes (motorista e feirante) e Otília Pereira de Menezes (costureira) nasceu em Florânia no dia 24 de novembro de 1943. Seu irmão mais velho já falecido chamava-se Francisco Toscano de Menezes e sua irmã mais nova é Maria das Graças Menezes de Azevedo. Todos vieram morar em Currais Novos quando ainda adolescentes, onde ele viveu juventude, fase adulta e maturidade. Casou-se com Sílvia Jatobá Bezerra em 27 de junho do ano de 1968, constituindo sua própria família com três filhos: Zayama, Zoraya e Siderley, que geraram seus netos Matheus, Zeus, Zanara, Gabriel, Isadora e Stela; e ainda os bisnetos Antony e Lorenzo. Siderley trabalhou intensamente junto com seu pai e seu irmão por algum tempo. Depois foi se tornando independente e atuou com diversos setores no comércio e de serviços como supermercados, postos de combustíveis, representação de água mineral e gás de cozinha, transportadora etc. Teve experiências no esporte e na política, mas sua paixão sempre foi a comunicação. Passou pela vivência do rádio e veio a descobrir o seu fascínio pela televisão. Prova disso foram seus esforços para trazer sinais de repetidoras com canais abertos para a população na época da copa de 1970 e, mais de 20 anos depois, criar a primeira operadora de tv a cabo do Norte e Nordeste do Brasil – a Sidy’s – oferecendo canais fechados.  Ele tinha perfil de assistente social também porque se envolveu em muitas causas importantes da sua cidade e região, ajudando as pessoas a resolverem problemas de saúde e outras demandas que chegavam ao seu conhecimento. Especialmente quando nasceu o seu filho caçula com fissura labiopalatina, abraçou a causa com toda força e dedicação atingindo todos os recantos do estado do RN, tendo que conduzir os casos para tratamento fora de domicílio no Hospital de Pesquisa e Reabilitação/Centrinho da USP, em Bauru-SP. Sua vida foi pautada em fortalecer cada vez mais suas raízes em Currais Novos, mantendo deslocamentos para várias partes do mundo, viajando para conhecer as novidades e trazendo modernidade para sua terra, através dos projetos inovadores que conseguiu executar com a sua empresa. O sonho tornou-se realidade há exatos 25 anos e continua inspirando mais… O povo sofrido da região do Seridó, na sua visão, merecia algo especial e a Sidy’s seria (e de fato é) uma grande ferramenta para ajudar no desenvolvimento econômico, social e cultural das cidades contempladas nas expansões já iniciadas por ele, sendo Acari a primeira filial. Não nasceu para ganhar dinheiro e sim para desembaralhar as dificuldades. Nada parecia difícil pra ele, desde que fosse um desafio responsável. Sua credibilidade era marca registrada e pouco limitada, pois a conduta honesta que sempre teve o fez assim, um homem de muito valor e respeito. Cumpridor dos seus deveres financeiros, sabia plantar e colher aquilo que lhe era devido. Ainda tinha muito o que fazer porque enxergava o futuro e sua mente privilegiada não parava de pensar em coisas boas para realizar. Por tudo o que Siderley foi e ainda representa para todos nós, seus familiares, amigos e colaboradores, pedimos a Deus que nos ilumine para que não deixemos a peteca cair, assim como ele nos recomendou, continuando sua obra e multiplicando suas ideias. Dedicamos a ele todo o nosso amor e gratidão por tudo o que fez nesta existência. Foi de um merecimento ímpar termos sidos escolhidos para conviver com essa criatura tão iluminada durante sua passagem terrena.

Sílvia Jatobá Bezerra de Menezes, sua companheira de todos os momentos.

 

O Governador do Estado do RN optou por entre os mais diversos caminhos de contenção de gastos do seu governo, uma forma mágica e fácil,  porém aniquiladora, a de meter a mão naquilo que não lhes pertence, ou seja, atrasar o sagrado salário do funcionalismo público e aposentados do seu Estado.

O assunto em questão foi praticado por um ato de autoritarismo, pois não houve  consulta e permissão prévia da parte lesada nem questionamentos por parte do povo e opositores políticos.  O fato foi tratado com indiferença, e como justificativa por parte do Governo, argumentou a falta de recursos públicos.

Assim sendo, falar em crise econômica, responsabilidade fiscal e ajuste de contas, às custas do salário dos servidores públicos é inadmissível.

Governador, parece que o senhor não entendeu que o atraso e/ou parcelamento do sagrado salário do trabalhador, implicam na sua grande maioria, em sérios prejuízos e intenso sofrimento psíquico daquele que só dispõe dessa fonte de renda para prover o sustento próprio e de sua família,  gerando constrangimento de toda ordem, pois com a falta de dinheiro o ser humano chega ao desespero de não poder assumir seus compromissos financeiros e sustentar sua família.

Sr. Governador! Saiba que  este atraso do salário do funcionalismo público estadual viola decisões judiciais e leis contidas na Constituição Federal. Portanto,  esta é uma atitude mesquinha e ilegal,  pois não encontras nenhuma justificativa  do ponto de vista ético e legal para explicares essa medida irresponsável.  Por outro lado, temos visto a seu favor, uma passividade dos meios de comunicação, inércia do trabalhador e  da sociedade, e por isso consegues agir desta maneira fria e cruel para com o funcionalismo público e aposentados.

O que nos surpreende é saber que o senhor não percebeu que a falta de dinheiro na mão do povo, gera um aprofundamento na crise econômica. A mesma crise usada pelo senhor  para justificar o atraso e parcelamento do salário do funcionalismo público. Por isso, ainda não percebeu que a população acaba sem poder pagar a conta de água, luz, telefonia, aluguel, financiamento, diminuição  de consumo, etc… e que deixando de consumir, haverá queda na arrecadação de impostos e tributos estaduais que geram alimentação aos cofres públicos.

Sr. Governador, queremos que saibas que pagar salário em dia é dever e obrigação elementar de qualquer administrador público. Que o servidor necessita do seu salário para atender as necessidades básicas, tipo alimentação, moradia, vestuário, assistência médica, etc. E quaisquer dos motivos alegados pelo senhor, não se mostram razoáveis, e  sua atitude demonstra desprezo e indiferença pelos milhares  de funcionários e aposentados, policiais civis e militares, bombeiros, profissionais da saúde, técnicos e servidores em geral que dedicam e se dedicaram parte de suas vidas ao atendimento da população.

Enfim, Sr. Governador, é preciso que o senhor procure outras alternativas para sanar as despesas públicas e não sacrificar o que existe de mais essencial na vida do trabalhador, que é o seu sagrado salário.

Dr. Jodinaldo Lucena

Vestimentas, objetos pessoais e imagens de santos são alguns dos itens da exposição sacra especial em homenagem à vida e obra de Monsenhor Paulo Herôncio que acontece no Salão Nobre do Palácio Raul Macêdo, sede da Prefeitura Municipal, até a sexta-feira (24). Na abertura do evento que aconteceu na noite desta segunda-feira (20), presenças do Prefeito Odon Jr, do secretário municipal do Gabinete, Francisco Medeiros, dos padres Erivan Primo e Welson Rodrigues, além da comunidade católica. A exposição acontece das 7h às 13h, e após a Missa das 19h.

“Monsenhor Paulo foi um grande homem e que fez muito por Currais Novos, e esta exposição mostra um pouco de sua vida e trabalho em prol da nossa comunidade”, disse o Prefeito Odon Jr. A exposição faz parte da programação do 3º Congresso Eucarístico que acontece até o próximo domingo (26), e que neste ano celebra a 80ª edição do primeiro congresso, realizado por Monsenhor Paulo, em 1937.

 

“Feira Livre – Onde o Passado e o Presente se Encontram”, este título do  traile do filme que recentemente, fez grande sucesso no maior evento de extensão da Unversidade Federal do Rio Grande do Norte e, agora, está ao alcance de um click no YouTube. O curta é dirigido por Dynho Silva, Diógenes Nóbrega e produzido por Eliabe Alves, em parceria com o projeto Trilhas Potiguares.

A produção cinematográfica,  esteve em exibição na CIENTEC, a feira de ciência e tecnologia promovida pela UFRN em Natal, na ocasião os produtores fizeram também a divulgação do filme na INTER TV CABUGI, na REDE TV e no programa “Olhar Independente”, produzido pela TVU e dedicado a divulgação do Cinema Potiguar.

Depoimentos:

“O filme não se propõe a mostrar o contexto histórico da feira! Muito menos explorar o universo de centenas de pessoas que trabalham ou passam por ali. O filme desenha com suavidade e poesia minha visão artística da feira livre, um local de encontros, culturas, negócios, e acima de tudo, gerações (…) um registro precisava ser feira”

Dynho Silva

(Direção, fotografia e roteiro)

“A cultura nordestina, é a fonte onde buscamos inspiração para realizar nossas produções (…). A feira é uma caldeirão cultural, local onde há uma instigante interação de gerações, épocas e saberes. A feira é palco dos poetas, artistas anônimos é, sobretudo, o local de uma enorme diversidade de cores e sabores. Tudo Isto, é retratado em nosso filme.”

Eliabe Alves

(Produção e roteiro)

“Na verdade eu acho que a gente aprendeu muito mais, nossa proposta de oficina foi discutir a estética do audiovisual a partir dos aparelhos que eles utilizavam, a gente ficou surpreso com a qualidade das imagens e com a criatividade que a turminha lá da cidade já tinha.”

Diógenes Nóbrega

(Monitor do Projeto Trilhas Potiguares, Diretor Cinematográfico)

É o cinema de Lagoa Nova agora em nível estadual.

ASSISTA O TRAILER NO YOUTUBE: https://youtu.be/wltd2f0pOF4

 

Crédito das fotos: Pastoral da Comunicação da Imaculada Conceição 

Celebrando seu “Jubileu de Prata” com os 25 anos de festividades, a Paróquia da Imaculada Conceição se prepara para mais uma edição de sua festa em honra a co-padroeira de Currais Novos que acontecerá de 28 de novembro à 08 de dezembro. A programação foi lançada na noite deste domingo (19) no Centro Pastoral “Dom Heitor de Araújo Sales”, e contou com a presença do Padre Janilson Alves de Oliveira, do Secretário do Gabinete Municipal, Francisco Medeiros, que representou o Prefeito Odon Jr, além da comunidade, Coral Mãe Imaculada, e equipe coordenadora da festa.

Com o tema “Imaculada Conceição Aparecida, 300 anos refletindo o rosto do povo brasileiro”, a festa terá diversos eventos religiosos e sociais importantes. De acordo com o Padre Janilson “é muito salutar rendermos graças a Deus pelos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba do Sul”. “Por isso, durante o novenário, vamos relembrar os quatro dogmas da Igreja referentes à Maria e as suas alegrias”, comentou. O Secretário Francisco Medeiros comentou sobre o apoio da Prefeitura na realização da festa. “O Prefeito Odon Jr articulou com todas as secretarias municipais para que possamos prestar o máximo de apoio e parcerias para a realização dessa importante festa do município”, comentou. “Nós da Prefeitura desejamos que tenhamos uma festa de alegria, fé e paz”, finalizou.

Programação Festa da Imaculada Conceição 2017:

28/11:

18h – 1ª Carreata Ruralista da Imaculada (Saída da Capela de Santa Luzia, no Povoado Totoró, com destino à Paróquia da Imaculada Conceição)

19h – Hasteamento das bandeiras e abertura oficial

29/11: (Aniversário de Currais Novos) 19h – 1ª Novena

30/11: 19h – 2ª Novena

01/12:

19h – 3ª Novena

21h – 24º Jantar da Imaculada

02/12:

8h – 3ª Cavalgada da Imaculada

19h – 4ª Novena

22h – 1º Baile do Reencontro no Aero Clube (Atrações: Daniel Nogueira e Nara Castro)

03/12:

18h – Carreata da Imaculada

19h – 5ª Novena e Missa

21h – Leilão de Doces e Salgados

04/12: 19h – 6ª Novena

05/12:

19h – 7ª Novena

21h – Leilão do Apostolado da Oração

06/12:

19h – 8ª Novena

21h – Leilão Maior e 1ª Noite do Pavilhão com show de Paulinho e Parcélio

07/12:

19h – 9ª Novena

21h – Leilão Maior e 2ª Noite do Pavilhão com shows de Rafael Bezerra e Banda Feras

08/12: 16h – Inauguração do Sino Jubilar

16h30 – Procissão com a imagem da Imaculada Conceição, e em seguida, Missa de encerramento com o Bispo Diocesano Dom. Antônio Carlos.

Jornalista João Bezerra – assessor de imprensa

 

12 estudantes e 2 coordenadores cruzam os nove mil quilômetros que separam o Brasil de Moçambique. Aterrissam com o Trilhas Potiguares no continente africano em uma expedição inédita no âmbito das mais de duas décadas de criação do Programa. Planejam e executam atividades compostas por minicursos, oficinas e palestras na cidade de Maxixe, local de uma das unidades da Universidade Pedagógica da Maxixe, parceira da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Em ebulição, saberes populares e científicos assimilados a partir de contatos com a população moçambicana e com os alunos da universidade.

Fazendo a história, alunos de jornalismo, administração, odontologia, educação física, enfermagem, ciências biológicas, pedagogia, artes e teatro, escolhidos em edital, compuseram a primeira edição do projeto “Trilhas Internacional Brasil/África”. Uma oportunidade para que alunos como Luan Thallyson Dantas de Assis, estudante do quarto período de enfermagem, desenvolvesse intervenções de acordo com as demandas levantadas pela equipe de Moçambique durante as videoconferências preparatórias.

“Para esse projeto, adotou-se uma metodologia semelhante à disciplina Saúde e Cidadania, onde a gente identifica um agravo ou um problema e planeja uma forma de intervir nestas ocasiões. Porém, isso dentro de uma comunidade que não conhecemos, exigiu uma forma de pensar e agir baseado em um raciocínio diferenciado. A gente foi instigado a atuar clinicamente dentro de uma nova estrutura e nova esfera”, colocou.

Utilizando o exemplo do plano de ação, Luan destacou que a forma de didática, do ensino, as crenças e até mesmo o modelo político do país africano influenciam as proposições que formam o plano. Ele citou educação ambiental, epidemiologia e malária como temas que receberam exposições especiais. Não por acaso.

Segundo o Banco Mundial, a malária é a causa de morte mais comum em Moçambique, sendo responsável por 35% da mortalidade infantil e 29% da população em geral. O índice de progresso social no acesso a melhores fontes de água e saneamento classifica Moçambique na 128ª e 119ª posições, respectivamente, num total de 135 países. Na realidade, Moçambique possui um dos mais baixos níveis de consumo de água em todo o mundo, apesar de dispor de uma grande variedade de recursos hídricos. Cerca de 70% da sua população de 28 milhões de pessoas vive e trabalha em áreas rurais, justamente espaços onde as equipes realizarão intervenções. As condições, portanto, são propícias à incidência de epidemias. Segundo o estudante de enfermagem, a ideia é apresentar novas maneiras de prevenção.

Apesar da existência de dialetos, o país tem a língua portuguesa como a oficial, em virtude da colonização portuguesa. O domínio de Portugal só foi suplantado em 1975, o que nos leva a uma curiosidade: embora por pouco tempo, Moçambique foi governado pelo Brasil, na condição de país-sede do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, durante o século XIX. Neste período, a então vila de Moçambique foi elevada à condição de Cidade, no ano de 1818.

De coração aberto

“Eu aprendi que a gente tem que viajar pro Trilhas de coração aberto. Deixar aberto para que possamos absorver ao máximo o que o momento vai proporcionar”. Assim Rita de Cássia Lira da Silva, aluna do nono semestre de enfermagem, iniciou a conversa. Ela, a exemplo de Luan, nunca saiu do Brasil. “A participação no Trilhas é retornar um pouco a oportunidade de devolver à sociedade, de maneira aplicada, o que a UFRN nos dá: conhecimento. É um aprendizado constante”, conclui.

A troca de saberes é um dos aspectos realçados pelo pró-reitor adjunto de Extensão, Breno Cabral, ao sustentar que a singularidade da experiência para os envolvidos, a partir do mergulho em uma realidade diferente, assinala uma etapa distinta da atuação deles e da Universidade. Para ele, a imersão em uma cultura diferente, durante os oito dias de ações nas comunidades de Moçambique, inscrevem uma página diferenciada na formação dos estudantes e da própria comunidade. Lua Karine, estudante do quarto semestre de Educação Física, nos falou um pouco da experiência.

“Através da viagem, pude compreender um pouco mais sobre um país da África. Apesar da muita precariedade, a cidade de Maxixe, através da sua cultura, trouxe-me conhecimentos dos quais jamais imaginária conhecer. Foi um dos maiores desafios que já enfrentei e, depois da estadia, posso dizer que foi o melhor em toda minha vida. Os conhecimentos adquiridos não serviram apenas para meu aprendizado acadêmico, mas também para o mercado profissional e o pessoal. Embora algumas pessoas, ao saberem que iria pra África, me disseram ‘você vai pegar um doença lá!’ e ‘lá só tem pobreza’, digo que a doença que peguei foi a de transmitir alegria com tão pouco. Quando eu conseguia contagiar várias pessoas, era a melhor transmissão que poderia repassar pra alguém. Essa vivência me fez renovar e ver a vida de outra forma”, destacou.

As atividades do grupo nas comunidades aconteceram entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro, embora a expedição tenha terminado apenas no dia 3 de novembro, momento em que os integrantes do grupo participaram da Conferência Internacional sobre Personalismo, promovida pela Universidade Pedagógica de Moçambique.

Segundo Breno Cabral, a necessidade de expandir a extensão universitária foi o que os moveu a viabilizar a iniciativa. Ele pontuou que a ação trará benefícios para a sociedade de Moçambique, com conhecimentos e experiências levados pelos brasileiros, a serem aplicados com grande potencial de sustentabilidade. “Além disso, a sociedade potiguar ganhará também, no momento em que nossos alunos serão multiplicadores de novas culturas e saberes que poderão ser colocados em prática em nossa sociedade de alguma forma. Não bastasse,vamos buscar ajudar comunidades menos favorecidas e que possam nos trazer o conhecimento de novas culturas em sociedades diferentes”.

ASCOM – Reitoria/UFRN – Fotos: Cícero Oliveira

 

A prefeitura de Acari, através da coordenação cultural do Museu  do Sertanejo, realiza na manhã deste sábado, dia 11 de novembro, um café da manhã oferecido aos bravos vaqueiros do município. O evento inicia às 08h00 e contará com um sanfoneiro, tocando forró pé-de-serra ao vivo.

A equipe do museu pede aos vaqueiros que participem encourados e exponham suas vivências na lida do gado, com uma boa prosa. Toda a população é convidada a prestigiar e engrandecer o evento.

Crédito das Fotos: Demis Roussos

 

O pátio da igreja matriz de Canguaretama reuniu, na noite desta sexta-feira (3), centenas de populares que prestigiaram a Cantata para os Santos Mártires de Cunhaú e Uruaçu. O espetáculo foi montado para celebrar a canonização dos mártires pelo Papa Francisco, em outubro, em cerimônia realizada no Vaticano. O evento teve a presença do governador Robinson Faria, da diretora da Fundação José Augusto, Isaura Rosado, e de auxiliares da administração direta do Governo do RN.

A Cantata teve a primeira apresentação realizada no dia 27 de outubro, no Monumento dos Mártires de Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante, e em seguida foi encenada no Teatro de Cultura Popular (TCP). O espetáculo tem direção de Diana Fontes, com texto e música idealizados por Danilo Guanais, e narra a história dos religiosos assassinados em Cunhaú (hoje Canguaretama) e Uruaçu (atual São Gonçalo do Amarante) por se recusarem a se converter do catolicismo ao protestantismo calvinista.

Para o governador Robinson Faria, a montagem da Cantata é mais do que um resgate histórico para os potiguares. “Esse espetáculo tem um alto nível e tem condição de ser montado em qualquer estado brasileiro. O objetivo com a montagem é que a peça se torne tradicional no estado e que atraia mais pessoas para conhecer a história e os locais santos”, disse.

Cantata

A montagem reúne ao todo 50 atores, que narram e contam a história dos mártires, enquanto integrantes do coro dublam a participação dos componentes do Coral Canto do Povo. Todas as músicas foram compostas especialmente para o espetáculo e os figurinos e adereços assinados por Ricardo San Martini, que recriou as vestes originais dos colonos, holandeses e índios.  Os textos e músicas foram baseados em escritos do padre Murilo, Monsenhor Herôncio e Valério Mesquita

A peça traz, no ponto alto, uma das cenas que representam a barbárie dos massacres, protagonizado pelo mercenário Jacob Rabbi. A mando dos holandeses, o alemão teria forçado os padres André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro e o leigo Mateus Moreira a se converterem. Diante da recusa, todos foram assassinados, tendo Mateus o coração arrancado pelas costas ainda vivo.

A Cantata para os Santos Mártires é uma realização do Governo do Estado, através do Governo Cidadão, com patrocínio do Banco Mundial. É uma ação conjunta da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), Secretaria de Trabalho, Habitação e Ação Social (Sethas) e da Fundação José Augusto, dentre outros órgãos do Estado.

Crédito da foto: Fundação José Augusto

Após o grande sucesso de público das apresentações no Monumento de Uruaçú e no Teatro de Cultura Popular (TCP), realizadas entre 25 e 30 de outubro, a “Cantata para os Santos Mártires” terá uma apresentação nesta sexta-feira (3) às 20h no pátio da Igreja matriz do município de Canguaretama.O espetáculo celebra a recém canonização dos Mártires de Cunhaú e Uruaçú pelo papa Francisco.

O espetáculo, dirigido por Diana Fontes, tem texto e música de Danilo Guanais (baseado em escritos do padre Murilo, Monsenhor Herôncio e Valério Mesquita). Apresenta 50 atores e pessoas do coro no palco. Os atores narram e contam a história dos Mártires, enquanto que o coro dubla a participação dos integrantes do Coral Canto do Povo, que gravaram as falas da Cantata previamente. Um dos destaques do musical são os figurinos e adereços assinados por Ricardo San Martini que recriou as vestimentas de colonos, índios e holandeses.

“Nos tivemos um grande momento em São Gonçalo do Amarante com um espetáculo belíssimo, que celebra a fé e que divulga nossos mártires. Agora será a vez da população de Cunhaú, terra em que o padre André de Soveral foi martirizado no massacre executado pelos holandeses em 1645. Eu acho que todas as pessoas da região devem assistir e prestigiar a homenagem que preparamos para o povo potiguar. Estamos muito agradecidos ao governador Robinson Faria por essa iniciativa histórica”, afirma a diretora geral da Fundação José augusto, Isaura Rosado.

História

A Cantata para os Santos Mártires vai recontar a história dos colonos de Cunhaú e Uruaçu – locais pertencentes à Capitania do Rio Grande – que foram massacrados, em nome da fé, durante as invasões holandesas no Século XVII. Os registros históricos que sobreviveram ao longo dos anos contam que o mercenário alemão Jacob Rabbi, a mando dos holandeses que tomaram Natal e a chamaram de Nova Amsterdã a partir de 1633, tinha a intenção de convencer os padres André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro e o leigo Mateus Moreira a se converterem ao calvinismo. Como, nas duas ocasiões, primeiro em Cunhaú (hoje Canguaretama) e depois Uruaçu (São Gonçalo do Amarante) os grupos católicos se recusaram à conversão, foram barbaramente assassinados. Mateus teve seu coração arrancado pelas costas.

A “Cantata para os Santos Mártires” é uma realização do Governo do Estado, através do Governo Cidadão, com patrocínio do Banco Mundial. É uma ação conjunta da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), Secretaria de Trabalho, Habitação e Ação Social (Sethas) e da Fundação José Augusto, dentre outros órgãos do Estado.

Cantata para os Santos Mártires

Data: 3/11

Horário 20h

Local: Igreja Matriz de Canguaretama

A Cantata para os Santos Mártires que celebra a recém canonização dos Mártires de Cunhaú e Uruaçú teve ensaio geral ontem para a imprensa e autoridades. E a partir de hoje (27), sábado (28) e domingo (29) será apresentada ao grande público.

A história do massacre dos santos católicos muita gente já conhece. Entretanto, nada tira o encanto de assistir ao espetáculo que envolve teatro e música, dirigido por Diana Fontes, composto e escrito por Danilo Guanais. A Cantata tem 50 atores e pessoas do coro no palco. Os atores narram e contam a história dos Mártires, enquanto que o coro dubla a participação preciosa dos integrantes do Coral Canto do Povo, que gravaram as falas da Cantata previamente. Hoje e sábado, a partir das 19h e 18h30, respectivamente, o espetáculo ocorrerá no Monumento dos Mártires de Uruaçú, em São Gonçalo do Amarante e no domingo (29), o grande espetáculo será no pátio da Igreja Matriz, também naquela cidade.

“A Cantata está uma maravilha. Eu acho que todas as pessoas deveriam vir assistir e prestigiar essa linda homenagem que preparamos para o povo potiguar. Afinal, os santos são potiguares, são brasileiros, são de todos nós”, disse Diana Fontes, que teve pouco menos de um mês para preparar atores e pessoas do coro, em sua grande maioria oriundos da cena cultural de São Gonçalo do Amarante, como é o caso do padre André de Soveral, interpretado por Alex Ivanovich, nascido e criado em SGA, e de Gláucio Pedubreu, que interpreta o santo Mateus Moreira.

A Cantata para os Santos Mártires é uma realização do Governo do Estado, através do Governo Cidadão, com patrocínio do Banco Mundial. É uma ação conjunta da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), Secretaria de Trabalho, Habitação e Ação Social (Sethas) e da Fundação José Augusto, dentre outros órgãos do Estado.

Cantata para os Santos Mártires
Local: Monumento dos Mártires de Uruaçu – São Gonçalo do Amarante
Dias: Sexta (27) – 19h
Sábado (28) – 18h30

Local: Igreja Matriz de São Gonçalo do Amarante
Domingo (29) – 19h

ASSECOM/RN

A Cantata para os Santos Mártires que celebra a recém canonização dos Mártires de Cunhaú e Uruaçú teve ensaio geral ontem para a imprensa e autoridades. E a partir de hoje (27), sábado (28) e domingo (29) será apresentada ao grande público.

A história do massacre dos santos católicos muita gente já conhece. Entretanto, nada tira o encanto de assistir ao espetáculo que envolve teatro e música, dirigido por Diana Fontes, composto e escrito por Danilo Guanais. A Cantata tem 50 atores e pessoas do coro no palco. Os atores narram e contam a história dos Mártires, enquanto que o coro dubla a participação preciosa dos integrantes do Coral Canto do Povo, que gravaram as falas da Cantata previamente. Hoje e sábado, a partir das 19h e 18h30, respectivamente, o espetáculo ocorrerá no Monumento dos Mártires de Uruaçú, em São Gonçalo do Amarante e no domingo (29), o grande espetáculo será no pátio da Igreja Matriz, também naquela cidade.

“A Cantata está uma maravilha. Eu acho que todas as pessoas deveriam vir assistir e prestigiar essa linda homenagem que preparamos para o povo potiguar. Afinal, os santos são potiguares, são brasileiros, são de todos nós”, disse Diana Fontes, que teve pouco menos de um mês para preparar atores e pessoas do coro, em sua grande maioria oriundos da cena cultural de São Gonçalo do Amarante, como é o caso do padre André de Soveral, interpretado por Alex Ivanovich, nascido e criado em SGA, e de Gláucio Pedubreu, que interpreta o santo Mateus Moreira.

A Cantata para os Santos Mártires é uma realização do Governo do Estado, através do Governo Cidadão, com patrocínio do Banco Mundial. É uma ação conjunta da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), Secretaria de Trabalho, Habitação e Ação Social (Sethas) e da Fundação José Augusto, dentre outros órgãos do Estado.

Cantata para os Santos Mártires
Local: Monumento dos Mártires de Uruaçu – São Gonçalo do Amarante
Dias: Sexta (27) – 19h
Sábado (28) – 18h30

Local: Igreja Matriz de São Gonçalo do Amarante
Domingo (29) – 19h

ASSECOM/RN

O Governo do Estado preparou um grande espetáculo ao ar livre para celebrar a recém canonização dos 30 santos potiguares. A Cantata para os Santos Mártires será apresentada durante os dias 27, 28 e 29 de outubro, no Monumento dos Mártires de Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante. O espetáculo é realizado pela Fundação José Augusto, por meio do Governo Cidadão, com recursos do Banco Mundial.

Nesta quinta-feira (26), a partir das 19h, haverá o ensaio geral da Cantata no local das apresentações. Estarão presentes autoridades e imprensa.

De acordo com a presidente da Fundação José Augusto, Isaura Rosado, uma das coordenadoras do projeto, juntamente com Secretarias de Estado como Sethas e Setur, a presença dos jornalistas e formadores de opinião – como primeiros espectadores – é de extrema importância para a disseminação dessa agenda cultural que pretende não só homenagear os Mártires, como vincular essa história religiosa ao turismo religioso e, por conseqüência ao desenvolvimento econômico da Grande Natal e demais regiões.

Cantata

A Cantata para os Santos Mártires vai recontar a história dos colonos de Cunhau e Uruaçu – locais pertencentes à Capitania do Rio Grande – que foram massacrados, em nome da fé, durante as invasões holandesas no Século XVII. Os registros históricos que sobreviveram ao longo dos anos contam que o mercenário alemão Jacob Rabbi, a mando dos holandeses que tomaram Natal e a chamaram de Nova Amsterdã a partir de 1633, tinha a intenção de convencer os padres André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro e o leigo Mateus Moreira a se converterem ao calvinismo. Como, nas duas ocasiões, primeiro em Cunhau (hoje Canguaretama) e depois Uruaçu (São Gonçalo do Amarante) os grupos católicos se recusaram à conversão, foram barbaramente assassinados. Mateus teve seu coração arrancado pelas costas.

Essa história muita gente já conhece. Mas, sendo contada a partir de atores e pessoas num coro é a primeira vez, sob a direção geral de Diana Fontes e do compositor e diretor musical Danilo Guanais, que escreveu a Cantata, inspirado nos escritos de monsenhor Herôncio e padre Murilo.

Atores e coral estão ensaiando desde o início desse mês. A seleção foi realizada tendo a grande maioria dos atores e participantes do coro da própria cidade de São Gonçalo do Amarante, cuja administração municipal abraçou a causa e deu todo apoio à iniciativa do governador Robinson Faria e sua equipe.

Fumo.

Minha laringe de protuberâncias brancas

Semelhante a uma couve-flor

Está um horror.

Estômago em condições afetadas,

O pâncreas em cansaço,

E o meu baço?

Está um bagaço.

Por nicotina tenho artérias envenenadas.

Meu pulmão cheio de monóxido de carbono

Parece não ter dono.

A excrescência preenche meu tubo bronquial

E está muito mal.

Meus alvéolos estão danificados por enfisema,

Estou com problema.

Ao lembrar que meu pulmão

Já teve a coloração

Rosada-creme,

Meu corpo treme.

Tenho dióxido de carbono nos pulmões,

Ação de elementos químicos nos gases e alcatrões.

Já sinto falta de energia

Que agonia.

Mesmo assim ainda fumo,

Sou um imbecil sem rumo

Um cretino com a existência comprometida

Um suicida.

R. ALVES

 

 

Quando fui convidado para escrever esta coluna ficou estabelecido que seria um espaço de diálogo, como se estivesse na companhia de outras pessoas, conversando sobre assuntos diversos e num cenário qualquer: sala, quarto, cozinha, terraço. Certamente você que está lendo agora pode gostar de altos papos em lugares assim, ou mesmo na calçada, numa cadeira preguiçosa da vovó ou quem sabe até deitado numa rede se balançando. A pauta de hoje parece meio pessoal e talvez egoísta, sem pretensão de ser, pois o tema saudade é comum a todos nós, mas vamos lá!

Saudade é uma palavra muito forte. Remete a falta, ausência, carência e uma série de desdobramentos emocionais na vida das pessoas. Todo mundo sente saudade de alguém ou de alguma coisa. Da infância, do amigo que mudou de cidade, do desenho animado que passava na tv, da gincana que a escola fazia etc. Diante das nossas lembranças, o sentimento é imenso e se faz presente no nosso cotidiano. Não há quem não o sinta.

Quando perdemos fisicamente uma pessoa especial na nossa vida, a saudade não é só melancólica em si, mas é doída, sofrida e demora pra passar. Existe um grande professor pra tudo no mundo que é o chamado tempo. Diz que o tempo cura, ajuda a entender as coisas, alivia as tensões, regula os ânimos exaltados, enfim. Por assim ser meio triste falar sobre o assunto, fica uma sensação deprimente para alguns, não para mim.

Acredito que sentir falta do meu pai, falecido no último dia 12 de setembro, por exemplo, significa que ele foi bom. Simplesmente é isso, a gente tem saudade daquilo que foi bom. Já havia experimentado a morte de amigos e familiares, mas nunca de tão perto. Ele morreu sem que a gente tivesse dimensionado como seria sua não presença entre nós. Um dia de cada vez é um susto que se tem, porque dentro da rotina da família ou no trabalho havia muito sua marca. Jeito de ser, personalidade ímpar, muitas vezes irreverente, era como minha mãe descreve sempre: “parecia uma montanha russa viver com ele”.

A saudade não envergonha nem empobrece ninguém, pelo contrário. Senti-la é sinal de respeito e valorização da história, da memória, da experiência, do valor que tantas outras pessoas tiveram antes de nós. Se estamos vivendo agora é por causa destas. A emoção “baixo astral” é bem-vinda e necessária de vez em quando, pois tem efeito transformador nos indivíduos. A dor da perda gera um incômodo, um desconforto sim, porém aciona reações físico-químicas que repercutem no nosso corpo e na nossa mente, gerando uma situação de escolha que pode mudar tudo.

Quem sente saudade pode escolher entre duas opções: viver profundamente a tristeza e acabar inutilizado, improdutivo, vitimado por uma depressão; ou reagir e inspirar-se nas qualidades de quem se foi para tentar seguir em frente, sendo um agente de coragem e força para o mundo. Por todas as características que meu pai teve e compartilhou com quem conviveu, escolho levantar a cabeça e vislumbrar a beleza do futuro que tanto falava em seus sonhos de projetos. Assim como minha família, resolvo enfrentar o luto que cabe para o momento, chorando muitas lágrimas, mas não limitando o universo tão rico que a vida traz para o nosso aprendizado. Recordar você é também sorrir com sua irreverência, seus repentes. Saudades eternas de você, pai! Muito obrigado!

Siderley Jatobá

Se você quer compreender a fisiologia humana, faça uma analogia com a natureza. Como pertencemos ao reino animal, iremos dar uma esticadinha ao reino vegetal e assim entenderemos o que acontece com o vegetal e o ser humano. Perguntam-me sobre a menopausa e se há necessidade de reposição  hormonal e, como resposta, sempre dou-lhes exemplo comparando o ser animal com o vegetal e seguindo as leis naturais do universo,  digo-lhes: – Imaginem uma plantinha dentro de um jarro recebendo, todos os dias, uma pequena porção de água necessária para sua sobrevivência, que circulará e transportará os elementos primordiais para o seu bom funcionamento.

Experimentem deixar de regá-la e vejam o que acontece com ela.  Agora comparem com uma mulher entrando na menopausa quando  ela deixa de receber os hormônios femininos produzidos pelos ovarios, necessários ao funcionamento das principais funções vitais.

Comparada à plantinha, que quando deixada de ser regada ressecam suas folhas devido à perda de clorofila; a mulher resseca sua pele e seus cabelos perdem a coloração natural devido a perda da melanina e suas unhas tornam-se quebradiças assim como os galhos dos vegetais se quebram com facilidade.

Os fogachos (calores), frequentes na maioria das mulheres na menopausa, são comparados à terra que quando ressecada, emana mormaço. A plantinha deixa de produzir flores (órgão sexual) e a mulher reclama perda da  libido.

Assim como os galhos que se desidratam e se quebram com facilidade, os ossos se descalcificam e as fraturas tornam-se frequentes. A plantinha se curva e diminui de tamanho e a mulher também se curva, devido a  iniciação do processo de cifose(encurvamento da coluna vertebral) e ambas iniciam o processo de envelhecimento.

Assim sendo, ao voltar a ser regada, a terra esfria, a plantinha se reconstitui com o ganho de folhas verdes, caule viçoso, hidratado e

recupera seu encanto com o aparecimento das flores, que com sua diversidade de cores e aromas agradáveis, atraem insetos para auxiliarem no processo da fecundação. E a mulher, quando feito a reposição hormonal, seus cabelos tornam-se viçosos, hidratados e exuberantes, a pele se  hidrata e as unhas ganham resistência. Os ossos retém cálcio e  tornam-se mais resistentes. Os fogachos desaparecem levando consigo o mal estar, desânimo, insônia, cefaléia e depressão. Sua libido se recupera e sua feminilidade se torna evidente.

Fazendo essa analogia entre vegetais e animais sentimo-nos certos de que, assim como a plantinha precisa de água para seu bom funcionamento e sua vitalidade, a mulher necessita de RH (reposição hormonal) para lhe proporcionar um melhor funcionamento do seu organismo e portanto, melhor qualidade de vida.

Dr. Jodinaldo Lucena

Imaginem uma pessoa endividada de repente topar com um bilhete premiado da loteria, depois dar este bilhete a um primeiro qualquer que lhe passa na frente, somente com argumento de que você não saberia administrar o milhão do prêmio.

Mais ou menos foi isso que aconteceu ao Brasil. Topamos com um bilhete premiado, no caso, o petróleo do Pré-Sal, a última reserva virgem de petróleo do Planeta Terra, uma fortuna sem igual, entregamos (ou entregaram) o Pré-Sal ao primeiro que passa pela frente, agora as multinacionais do petróleo, notadamente a Shell e a Chevron, somente com o argumento pífio de que não saberíamos administrar os milhões de petrodólares.

E minha nossa, como esse dinheiro faz falta! Mas aí  algum espírito de porco poderia dizer que a “perda não foi total”, teríamos os royalties, os impostos, ora, ora, meros “cala-boca-menino’ ante o grosso, o principal, que seguramente nos colocaria até mesmo como membros da OPEP.

Quando foi descoberta a dimensão do Pré-Sal, a então Presidente Dilma Rousseff  asseverou que a integralidade dos seus dividendos seriam destinados à educação. Vivíamos outros tempos, o Governo Federal tinha outro slogan: “Brasil: pátria educadora”. Aprioristicamente não haveria como desconfiar dos nobres desejos da então Presidente, muito mais diante do gigantesco salto qualitativo na educação dado na sua gestão, bem como na do seu antecessor, o Presidente Lula.

Mas aí o espírito de porco, doravante singelamente identificado simplesmente pela alcunha “coxinha”, com toda sua histeria moralista, seu ódio, rancor e ranger de dentes, berraria com punhos cerrados a socar o ar, num rompante esquizofrênico de Rocky Balboa: “Mentira! Esse dinheiro seria todo desviado para corrupção, para os cofres daquele partido maldito e seu líder de nove dedos!”

Então aí, com a serenidade de um monge do Himalaia, que com um simples peteleco nocauteia o raivoso e esquizofrênico coxinha, poderia responder: mesmo que última instância for confirmado a integralidade de absolutamente todas as acusações, mesmo que de fato tenha havido desvios, mesmo com tudo isso, com a sobra, ou boa parte dos recursos, estaríamos garantidos como Pátria Educadora, teríamos a chance de ir além.

Muito pior está agora, a integralidade dos recursos obtidos com o Pré-Sal indo diretamente aos bolsos das multinacionais, longe das terras brasileiras, e garantindo a alegria hipócrita de meia dúzia de capitalistas cínicos, ou em termos mais diretos: O Brasil não ver nem a cor desse dinheiro!

O que o Brasil tinha, antes desse GOLPE JURÍDICO MIDIÁTICO que colocou a quadrilha pmdbista de Temer, era projeto nacional estava dando certo. Havia uma implícita valorização implícita da brasileirização, e para não dizerem que estou sendo partidário eu digo, a última vez que isso aconteceu antes do governo petista, foi na época dos militares (pasmem! Os militares tinham muitos pecados nas costas, mas não se pode dizer que eles não eram nacionalistas).

Mas aí o espírito de porco coxinha, vesgo que só ele, ainda vem e diz: “quem votou em Dilma, votou em Temer”. Essa é frase mais idiota depois de “o homem não foi à Lua” ou “eu acredito na astrologia”!

Eu votei em Dilma Rousseff  e no PT sim! Mas eu NÃO votei nas privatizações a toque de caixa, eu NÃO votei no projeto neoliberal confirmadamente falido, eu NÃO votei na dilapidação do Brasil, eu NÃO votei na entrega da Renca aos estrangeiros, na destruição do que sobra da Amazônia, eu NÃO no congelamento dos gastos públicos por 20 anos, eu NÃO votei no contingenciamento das verbas da educação e saúde, eu NÃO votei no desmantelamento da indústria brasileira, eu NÃO votei num projeto entreguista vulgar, parco e mesquinho, eu NÃO votei em dar o Pré-Sal de mão beijada aos interesses estrangeiros.

Todos esses “nãos” integravam direta ou indiretamente a plataforma do candidato oposicionista em 2014, aercio “do pó” neves, e eu, e mais 50 milhões de brasileiros não votou naquilo.

O que GOLPE representou e representa foi um projeto rejeitado pelo povo, mas acalantado pela elite!

O Brasil é um país de sorte e azar ao mesmo tempo. Aqui não tem vulcão que nem o Japão, não tem terremoto que nem no México, estamos longe das rotas terroristas que assombram a Europa e os Estados Unidos, mas infelizmente temos algo muito pior, nós temos UMA ELITE AZEDA, BURRA, ANTIPATRIOTA E MESQUINHA.

A desgraça do Brasil é a sua elite, ou pior, quem acha que faz parte dela!

Dr. Aristóbulo Lima

 São Gonçalo do Amarante abraça espetáculo que homenageia os santos potiguares

Ensaio geral será na próxima quinta (26) – para imprensa, autoridades e convidados – no Monumento dos Mártires de Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante, a partir das 19h, e dá início ao grande espetáculo de rua patrocinado pelo Governo do Estado, chamado Cantata para os Santos Mártires, pensado para homenagear os agora 30 santos potiguares que foram recentemente canonizados pelo papa Francisco. Nos dias 27 e 28, o público também poderá presenciar o trabalho dos atores e coro que está sendo dirigido pela coreógrafa Diana Fontes, no mesmo horário e local. No dia 29, o espetáculo se desloca para a Igreja Matriz de São Gonçalo e se une às celebrações do santo padroeiro da Cidade. E no dia 30, o espetáculo virá para Natal.

A Cantata para os Santos Mártires tem roteiro e direção musical do renomado músico Danilo Guanais. Ele baseou sua história em escritos dos pesquisadores padre Antonio Murilo de Paiva e monsenhor Paulo Herôncio de Melo. Desde o início do mês os ensaios estão em ritmo frenético. Tudo para deixar os atores e participantes do Coro afinados com a história do massacre dos Santos Mártires. Lembrando que o Coro vai dublar as experientes vozes do Coral Canto do Povo.

A Cantata para os Santos Mártires é patrocinada pelo Governo Cidadão, via Banco Mundial, e envolve várias secretarias como Sethas, Setur, Fundação José Augusto, além do apoio da Prefeitura de São Gonçalo e Arquidiocese de Natal; conta com produção executiva de Danielle Brito; figurino de Riccardo San Martini; assistência de direção e produção, Gleydson Almeida e Flávio Henrique e projeção mapeada de Wilberto Amaral. De acordo com a presidente da Fundação José Augusto, o governo do estado não tem medido esforços para celebrar esse grande feito religioso no Estado, com reflexos não só na fé católica, como também em setores importantes como o turismo religioso e na economia.

A maior parte dos participantes do espetáculo, que mistura teatro e música, com temática sacra e, por isso, é diferente de um Auto, são oriundos da própria cidade de São Gonçalo do Amarante. Segundo eles, a experiência tem sido enriquecedora para uma cidade que já respira cultura há muito tempo e tem familiaridade com a temática dos Mártires, mas que no entanto nunca haviam contado essa história a partir de uma cantata. “Estamos aliando a história que é deles, com a nossa experiência. E tem sido muito bom para todos nós”, disse Diana Fontes.

 Cantata para os Santos Mártires

Local:

Santuário dos Mártires de Uruaçu – São Gonçalo do Amarante

Dias 26, 27 e 28 de outubro às 19h

Igreja Matriz de São Gonçalo

Dia 29 de outubro às 18h

Teatro de Cultura Popular Chico Daniel

Dia 30 de outubro às 19h

 Um pouco da história

Os mártires que viviam na Capitania do Rio Grande, hoje comunidades conhecidas como Cunhau e Uruaçu, pertencentes a Canguaretama e São Gonçalo do Amarante, jamais renunciaram à sua fé na Igreja Católica, nem se renderam às ameaças para que se convertessem ao calvinismo.

Por isso, o massacre dos padres Ambrósio Francisco Fé e André de Soveral, do leigo Mateus Moreira e de seus 27 seguidores tornou-se um marco de resistência e fé do cristianismo, agora com o reconhecimento máximo do Vaticano. Sendo assim, o Brasil poderá se orgulhar de ter 30 santos brasileiros natos.

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