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Crédito das Fotos:  Eduardo Maia

Está em cartaz até a próxima segunda-feira (13), no Salão Nobre da Assembleia Legislativa, a exposição “Ferramentas para ferir a pedra”, de Henrique Pereira Bezerra, que conta com 20 fotografias espalhadas pelo salão aberto à visitação das 8h às 15h. Henrique é odontólogo de formação desde 1988, e trabalha no setor de Saúde da Casa Legislativa.
“A escolha pela fotografia foi para fazer uma atividade extra que me desse prazer”, disse Henrique, justificando a opção pelo que encara como um hobby. “A fotografia contemporânea vai além da imagem”, afirmou o dentista fotógrafo, explicando o estilo que escolheu para imprimir na sua arte.
Foi em 2006 que Henrique Pereira Bezerra se encantou pela fotografia e transformou em atividade que completa seus dias de trabalho como dentista. E uma ‘residência fotográfica’ realizada nas pedreiras do município de Passa e Fica, na região Agreste do Rio Grande do Norte, já lhe rendeu algumas apresentações como uma exposição na Pedra da Boca e no Festival de Fotografias de Quixeramobim, no Ceará, além desta exposição em cartaz no Palácio José Augusto.
As pedras e ferramentas que compõem as pedreiras de Passa e Fica, estão expostas no Salão Nobre da Assembleia Legislativa. A exposição “Ferramentas para ferir a pedra” conta com 20 fotografias que serão espalhadas pelo salão e poderão ser visitadas de segunda a sexta-feira, das 8 às 15 horas.
“A exposição ‘Ferramentas para ferir a pedra’ é o registro de uma conversa já antiga, há muito iniciada pelo ser humano, alimentada pelos poetas, pelos pensadores do espaço, pelos artistas. A pedra que fala mesmo sem linguagem humana”, explica Sofia Bauchwitz, curadora da apresentação, que ressaltou o direcionamento de Henrique Bezerra que pela fotografia de pedras e ferramentas, sem expor os trabalhadores das pedreiras. “Um esforço para chegar mais perto do não-humano e traduzir a experiência da terra, do pó, das horas que passam para todos”, disse Sofia.

 

Crédito das fotos: João Vital

 

A 35a edição da Feira de Artesanato dos Municípios do Seridó (Famuse) começou ontem (25) em Caicó, na Ilha de Santana. Sessenta artesãos de 24 municípios apoiados pelo Governo do Estado estão expondo seu trabalho durante todos os dias do evento. Visando o desenvolvimento regional sustentável, o Banco Mundial também patrocina a Feira com recursos do acordo de empréstimo.

A artesã Helena Medeiros, de 83 anos, levou a Caicó diversos exemplares de jogos americanos e toalhas que produz junto a quatro mulheres na zona rural de Ouro Branco. Bordadeira há 50 anos, ela enxerga na Famuse a oportunidade de divulgar seu trabalho e incrementar a renda doméstica. “Todas as feiras que posso eu participo”, registra.

O secretário da Sethas e coordenador do projeto junto ao Banco Mundial, Vagner Araújo, destaca a importância dos eventos regionais. “A Feira é um momento de reunir o talento dos nossos artesãos e promover condições para que possam viver de sua arte, com a geração de renda, divulgação e reconhecimento do seu trabalho”, disse.

A coordenadora de artesanato da Sethas, Salmira Torres, diz que a Famuse contribui para a divulgação e fortalecimento das tipologias da cadeia produtiva do artesanato do Seridó. “O evento valoriza o artesão para que ele se torne protagonista da sua própria arte”, acrescenta.

O artesanato da região vai ganhar novo fôlego após o registro do selo “Bordado de Caicó” no INPI. Bordadeiras de sete municípios do Seridó terão o selo após a finalização do processo no Instituto e poderão comercializar seus produtos com alto valor agregado. A Famuse segue até domingo na Ilha de Santana. A entrada é gratuita.

Crédito: João Bezerra Júnior – Assessor de Comunicação

A programação cultural da Festa de Sant’Ana de Currais Novos terá na noite desta quarta-feira, 18, um de seus eventos mais tradicionais: a Noite de Autógrafos, que acontecerá às 19h no auditório da CDL com a participação de escritores e artistas locais que irão lançar obras literárias sobre diversos temas. O evento é realizado pela Prefeitura Municipal de Currais Novos através da Fundação Cultural “José Bezerra Gomes” e tem como objetivo valorizar a produção literária local.

Serão lançados os livros: “Praça Cristo Rei – Foi aqui onde tudo começou” de Nesinho Avelino; “Os Direitos Constitucionais à água e ao desenvolvimento em um contexto de escassez no semiárido” de Fabiane Maria Dantas; “Nove Contos Serranos” de Wescley J. Gama; “O Ciclo das Coisas” de Maria Maria Gomes; “O Poder das Pedras e dos Cristais” de Eliene Fernandes; e “A Chegada de Severino Faca Cega no Inferno” (Cordel) de Kalyson Isaac Gomes de Medeiros.

 

Crédito das Fotos:  Henrique Bezerra

Odontólogo de formação desde 1988, com atuação no setor de Saúde da Assembleia Legislativa, Henrique Pereira Bezerra se encantou por uma atividade que desde 2006 completa seus dias de trabalho: a fotografia. E uma ‘residência fotográfica’ realizada nas pedreiras do município de Passa e Fica, na região Agreste do Rio Grande do Norte, já lhe rendeu algumas apresentações como uma exposição na Pedra da Boca e no Festival de Fotografias de Quixeramobim, no Ceará.

“A escolha pela fotografia foi para fazer uma atividade extra que me desse prazer”, disse Henrique, justificando a opção pelo que encara como um hobby. “A fotografia contemporânea vai além da imagem”, afirmou o dentista fotógrafo, explicando o estilo que escolheu para imprimir na sua arte.

E a arte do profissional da Saúde ganhará novo espaço para ser apreciado. De 6 a 13 de agosto, as fotos que registram as pedras e ferramentas que compõem as pedreiras de Passa e Fica, serão expostas no Salão Nobre da Assembleia Legislativa. A exposição “Ferramentas para ferir a pedra” conta com 20 fotografias que serão espalhadas pelo salão e poderão ser visitadas de segunda a sexta-feira, das 8 às 15 horas.

“A exposição ‘Ferramentas para ferir a pedra’ é o registro de uma conversa já antiga, há muito iniciada pelo ser humano, alimentada pelos poetas, pelos pensadores do espaço, pelos artistas. A pedra que fala mesmo sem linguagem humana”, explica Sofia Bauchwitz, curadora da apresentação, que ressaltou o direcionamento de Henrique Bezerra que pela fotografia de pedras e ferramentas, sem expor os trabalhadores das pedreiras. “Um esforço para chegar mais perto do não-humano e traduzir a experiência da terra, do pó, das horas que passam para todos”, disse Sofia.

(ASCOM – Reitoria/UFRN)

A Orquestra Potiguar de Clarinetas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) está na cidade de Ostend, na Bélgica, onde participa do maior encontro de clarinetistas do mundo, o ClarinetFest 2018, e do 1º Festival Internacional de Corais de Clarinete Guido Six. Este é o segundo ano consecutivo em que o grupo está presente no evento, realizado em 2017 nos Estados Unidos, onde a orquestra potiguar foi a única representante brasileira. Neste ano, o Clarinet Fest acontece entre os dias 6 e 11 de julho.

Na última quarta-feira, 04, os músicos da UFRN tocaram com a Banda de Música da cidade de Zele (Bélgica) a composição nordestina “Suíte Pernambucana”, regidos pelo compositor, arranjador e clarinetista belga Bart Picqueur. O grupo participa nesta quinta-feira, 05, do 1º Festival Internacional de Corais de Clarinete Guido Six.

A Orquestra Potiguar de Clarinetas tem a característica de incluir em seu repertório os clássicos universais da música e também a música brasileira, que inclui cancioneiro popular e música autoral, com arranjos de música nordestina, choros, frevos e maracatu.

Crédito: Vlaudey Liberato

O Município de Lagoa Nova através da Secretaria Municipal de Educação e do Centro Rural Nazaré Xavier de Góis, promoveu o Projeto “Roda de Conversa: incentivo à Leitura” com o Editor José Xavier Cortez.

No evento, realizado no Centro Pastoral, muitas homenagens foram feitas ao Editor, que se emocionou e também falou sobre as obras feitas por sua editora.

O prefeito Luciano Santos esteve presente ao evento bastante prestigiado.

Por Isaiana Santos, Inter TV Costa Branca/(Foto: Reprodução/Inter TV Costa Branca )

O mês de junho é um período que resgata as tradições nordestinas. E pensando nisso, foi construída uma casa de taipa no Centro de Apodi, município da região Oeste potiguar. Feita de barro e madeira, o símbolo do sertão atrai moradores e visitantes para o local, que conta ainda com apresentações de violeiros.

A casa tem decoração simples, com objetos típicos do interior potiguar, como rede armada na sala, símbolos católicos, como terço e oratório, nas paredes e utensílios feitos de palha, barro e ferro. “Me traz lembranças boas da minha infância. Me criei em casa de taipa”, conta a dona de casa Estefânia Costa.

Mas para alguns a casa revela novidades. A estudante Monalise Araújo disse nunca ter visto alguns dos objetos encontrados na casa, como o pilão, que só conseguiu identificar com a ajuda de sua mãe, Antônia Geraldina. “Tinha pilão na casa da minha mãe. Pilei mungunzá e arroz”, conta a dona de casa.

E para embalar as noites ao redor da casa de taipa, a cantoria dos violeiros alegra o público com versos de rimas. O projeto foi idealizado por artistas locais e a prefeitura da cidade.

Crédito: João Bezerra Júnior – Assessor de Comunicação

 

Palácio de Esportes “Cortez Pereira” recebeu um grande público na noite desta quinta-feira (14) durante a abertura da 23ª edição do FORRONOVOS, o festejo junino de Currais Novos, que acontecerá até o próximo domingo, 17, com uma programação especial de apresentações no “Corredor Cultural Sanfoneiro Antoin Mé”, festival de quadrilhas, corrida de jegue e da Fogueira, além de shows no Largo do Coreto Guarany. Na abertura, o Prefeito Odon Jr acompanhado da secretária Ana Albuquerque (Turismo), do presidente da Fundação Cultural “José Bezerra Gomes”, Ronaldo Gomes, e da vereadora Zefinha Moura, destacou a importância do evento para a cidade. “Este é um evento genuinamente da nossa cidade que a Prefeitura tem buscado valorizar nossa cultura, nossos artistas e músicos”, disse o Prefeito Odon Jr. Secretários municipais, servidores e imprensa, também prestigiaram a abertura do FORRONOVOS.

Nesta primeira noite de evento, apresentações de grupos da APAE, Projeto AABB Comunidade – Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, Escola Municipal Professora Trindade Campelo, Creche Marilene Matias, grupos de Cerro Corá e Acari, dos artistas Lenilson e Cris Flores, além do concurso “Rainha e Rainha Mirim” do FORRONOVOS, onde foram eleitas as representantes da Escola Municipal de Nossa Senhora.  Confira a programação do FORRONOVOS 2018:

 

  • Sexta-Feira (15 de Junho)

– Apresentações no Palácio dos Esportes “Cortez Pereira” às 19h.

– Shows no Largo do Coreto Guarany a partir das 22h: Cebola Ralada e Robson Carneiro & Forró de Autoridade.

 

  • Sábado (16 de Junho)

– Corrida da Fogueira a partir das 15h, com Largada e Chegada em frente à Prefeitura Municipal.

– I Cão Drilhado (ONG Amigos de Chiquinho), no Corredor Cultural a partir das 16h.

– 19h, Palácio dos Esportes: Concurso de Quadrilha Junina categoria “Estilizada” com resultado e entrega de premiação.

– Shows no Largo do Coreto Guarany a partir das 22h: Giullian Monte e Musa da Balada.

 

  • Domingo (17 de Junho)

– Corrida de Jegue no Parque de Exposições “Dr. José Bezerra de Araújo” às 8h.

– 19h, no Palácio dos Esportes “Cortez Pereira”: Concurso de Quadrilha Junina categoria “Matuta” com resultado e entrega de premiação.

Crédito: G1 RN

Cena de “Um filme para Gerson” (Foto: Divulgação )

O Curta Caicó, festival de cinema do município da região Seridó potiguar, acontece a partir desta sexta-feira (1º) e segue até o domingo (3) no Centro Cultural Adjunto Dias. O evento é gratuito e tem como objetivo o resgate da sétima arte na região, que desde a década de 1990 não possui salas de cinema.

Em sua primeira edição, o “Curta Caicó” traz a exibição de mostras realizadas pelo Centro Cultural, Sesc e Casa de Cultura Popular, além do trabalho de produtores independentes. Entre as obras estão os curtas Vidas Cinzas do Rio de Janeiro, o pernambucano Cara de Rato e os potiguares O Espelho e Leningrado, Linha 41.

De acordo com a organização do evento, o Curta Caicó retoma a possibilidade de proporcionar as novas gerações o interesse pelo cinema, bem como resgatar do passado o sentimento nostálgico de amor à sétima arte. Confira abaixo a programação completa.

Cena da peça P`s, que virou filme e será exibido no Curta Caicó (Foto: Beatriz Alves )

Programação

Sexta (1º)

  • 8h – Banda de Música Recreio Caicoense
  • 19h– Abertura oficial
  • 19h30 às 22h – Mostras Competitivas Nacional e Potiguar
  • Vidas Cinzas (RJ)
  • Ultravioleta (PB)
  • Quando parei de me preocupar com canalhas (SP)
  • Aquela Rua tão Triunpho (SP)
  • O que teria acontecido ou não naquela calma e misteriosa tarde de domingo no jardim zoológico (RJ)
  • Cara de Rato (PE)
  • Em torno do Sol (RN)
  • O Espelho (RN)
  • Vitruviano e o Poema da Inerente Invisibilidade (RN)

Sábado (2)

  • 14h – Mostra SESC de cinema
  • Astrogildo e a Astronave (BA)
  • O Melhor Som do Mundo (SP)
  • Pedaços de Pássaros (PA)
  • Filhos da Lua na Terra do Sol (MT)
  • 15h às 16h30 – Mostras Competitivas Nacional e Potiguar
  • Esfera Máxima (MG)
  • Cabelo Bom (RJ)
  • O Menino do Dente de Ouro (RN)
  • Família Trope Trupe (RN)
  • 16h30 às 17h15– Painel: Produção audiovisual nas universidades – Coord. UERN
  • 19h– Lançamento do curta-metragem P´s (Cia Trapiá Teatral)
  • 19h30 às 22h – Mostras Competitivas Nacional e Potiguar
  • Par Perfeito (SC)
  • Minha Mãe, Minha Filha (SP)
  • O Vestido de Myriam (RJ)
  • Perambulação (GO)
  • Pulso (RJ)
  • Meu Colega de Quarto (RN)
  • Ainda não lhe fiz uma canção de amor (RN)
  • No Fim de Tudo (RN)

Domingo (3)

  • 09 às 12h– Oficina de Roteiro – Michelle Ferret
  • 10h às 12h– Fórum Audiovisual
  • 14h – Mostras Competitivas Nacional e Potiguar
  • Sudestinos (CE)
  • Um filme para Gerson (RJ)
  • Leningrado, Linha 41 (RN)
  • Vida Vaza (RN)
  • 15h30 às 17h – Painel: Mulheres no Audiovisual
  • 19h – Filmes Convidados
  • Sophia (PB)
  • Cabra de Peia (RN)
  • Exibição do curta-metragem produzido na oficina Cinemando
  • 20h às 22h – Encerramento e premiações

Serviço

Festival de cinema Curta Caicó

  • Data: 1º a 03/06/2018
  • Horário: a partir das 8h
  • Local: Centro Cultural Adjunto Dias, Rua José Hermínio, 1550, Caicó
  • Entrada gratuita
  • Informações: online através do Curta Caicó

Cena do curta “Leningrado, Linha 41” (Foto: Divulgação/Cine Verão )

Crédito: Paulo César Regis de Souza

Que o Brasil precisa de uma reforma à Previdência, no Ministério Fazenda, do porteiro ao ministro, todos foram convencidos pelo mercado.

O eixo da reforma deve ser a idade mínima e a bolha demográfica.

São nulas as chances de uma reforma da Previdência, como está proposta, dar certo.

O que foi apresentado ao país não resolve o problema da crise que é o financiamento dos dois principais regimes: RGPS e RPPS.

No RPPS, não há solução à vista para a crise da previdência da União e dos Estados. Os militares não vão querer pagar e a União não tem como pagar a contribuição patronal. Nos Estados e Municípios, o buraco é 10 vezes maior.

Nos dois casos terá que ser vetada a gestão de políticos.

No RGPS não há nenhum interesse do agronegócio, pecuaristas, exportadores e produtores rurais de pagar previdência para cobrir o rombo de R$ 150 bilhões do FUNRURAL. Hoje eles pagam 1,7%. Vão querer pagar 22%? Mesmo por um período limitado? Também não vai ser fácil zerar renúncias e desonerações e cortar os subsídios benefícios sem equivalência atuarial.

Considerando que a Receita, de impostos e tributos e a Previdência, de contribuições, tem a receber dívidas de R$ 3,6 trilhões, conforme dados oficiais do ex-ministro Meirelles, quase 50% do PIB, e que é notória a tendência de crescimento das “dívidas incobráveis” pela Receita Federal e pela Procuradoria Nacional da Fazenda, é bem provável que chegue a R$ 4 trilhões em 2019.

Em chegando a R$ 4 trilhões não haverá dinheiro para o Estado brasileiro cobrir os gastos obrigatórios e fazer investimentos. Não haverá ajuste fiscal.

Por que então se mudar a prioridade e fazer como Plano A a reforma tributária e fiscal?

Como transformar em dinheiro a cadeia de “dívidas incobráveis” (chamam de lixo tributário) e como impedir um novo ciclo desta “pirâmide fiscal”? Aliás, o nome de “dívida incobrável” agrada aos caloteiros de plantão.

O viés tributário do imposto declaratório precisa ter um basta. De cara, gera uma sonegação de 30% só na Previdência, mas em outros tributos e impostos, os 30% podem chegar até 50% ou mais. Como a sonegação não anda sozinha no que é declaratório, junto vem a evasão, elisão e brechas legais.

Não é sem razão que há milhões de ações fiscais que tramitam na República, dos municípios, estados e União. São milhares de escritórios de advocacia e de empresas de contadores procurando uma brecha, um espaço, um artigo, uma alínea, um parágrafo, uma letra, uma vírgula, para entrar com uma ação e sobrestar o pagamento. Brasília, até o liminar do século XXI, não tinha tantos escritórios de advocacia. Hoje só perde para as farmácias e lanchonetes.

Junto com a reforma fiscal, já em 2019, estaria morto o REFIS. Na Previdência seriam sepultadas as renúncias e as desonerações das contribuições.

Uma ação fiscal poderia ser desencadeada com grande estardalhaço: sonegação zero. Empresa limpa, nada de dívida, os passivos seriam eliminados. Seria uma mudança cultural, a mais difícil de todas as mudanças. Acabar com sonegador é tão difícil quanto prender traficante.

A reforma tributária colocaria 100% da arrecadação na fonte.

Isto poderia ser feito? Pode, na reforma tributária, por exemplo, com a criação do Imposto sobre operações financeiras, de fonte, com uma alíquota que cobriria os impostos e contribuições declaratórias.

Uma medida burocrática impediria que um devedor profissional pudesse operar novo CGC, como seu CPF… Para limpar o CPF teria que pagar o que deve.

Seria uma forma simplória de acabar com o lixo das “dívidas incobráveis”.

Teria efeito fulminante na fiscalização a Receita e burocracia da PGFN, hoje a mais inútil forma de arrecadar contribuições com uma recuperação de crédito com o selo ISSO de incompetência.

No INSS, 70% da receita é de fonte. Por que não chega a 100%?

Tudo é uma questão de se querer resolver.

Na Espanha uma solução simples chegou aos 100%. O empresário não recolheu, vai uma guia para a empresa para pagamento. Se não pagar faz-se a execução sem liminar.

No RGPS algo poderá ser feito também, como acabar com os benefícios sem contribuição e/ou com contribuição subsidiada. Poderia até estabelecer um elo vinculante que o benefício será igualmente reduzido à relação atuarial da contribuição. É uma solução técnica, sustentável, coerente.

Fazer reforma e deixar o financiamento como está é dar asas as cobras criadas na Receita e na PGFN.

Crédito Vlaudey Liberato/foto: Jornal da Serra

Prefeitura Municipal de Lagoa Nova/RN, em parceria com a Paróquia São Francisco de Assis, realiza a 63ª Festa do Agricultor, que se realizará no período de 22 a 27 de maio. A tradicional festa, por décadas, é um evento voltado ao Trabalhador Rural.

A Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento e Pecuária, durante todo o evento, estará promovendo diversas Palestras, dentre elas se destacam: Criação e manejo de aves caipiras, Nutrição de gado de leiteiro, Prevenção da Tuberculose e Brucelose em bovinos, Manejo de pragas e doenças que afetam o Maracujá; e Curso de Meliponicultura.

ATENÇÃO

“O Prefeito Luciano Santos nos cobra atenção constante ao homem do campo. Em especial, todo nosso esforço para qualificar ainda mais o agricultor e criadores, pois só assim conseguiremos garantir a qualidade da nossa matéria prima”, frisou o Secretário Genilson Pinheiro Borges.

 

Baseada na obra de Chico Xavier, a peça teatral espírita “Além da Vida” nasceu da vontade do médium de ver um espetáculo de teatro, que falasse de vida após a morte.  Augusto César Vanucci, diretor de novelas e programas da TV Globo e amigo de Chico Xavier, tomou frente desta empreitada. O espetáculo estreou no dia 19 de janeiro de 1982, no Teatro Vanucci no Shopping da Gávea, com os atores Felipe Carone, e Lúcio Mauro.  Mais de 2 milhões de espectadores consagraram o sucesso da obra e, de lá para cá, o espetáculo vem encantando plateias por todo o país. Em Natal a apresentação acontece no dia 10 de maioàs 21h, no Teatro Riachuelo.

 “Além da Vida” é uma montagem que leva a reflexão (existe algo além do que podemos reconhecer com nossos cinco sentidos). A peça trata temas como reencarnação, aborto, drogas, suicídio, opção sexual, entre outros. É um fenômeno que transcende ao fato teatral. Não é uma pregação, não tem objetivos doutrinários. Ela apresenta outras dimensões da vida e estimula o exercício do pensar para a prática do livre arbítrio que existe em todos os níveis de consciência.

 

ALÉM DA VIDA

Da obra de Chico Xavier

Texto de: Augusto César Vanucci, Hilton Gomes de Souza e Paulo Figueiredo

Direção: Cristiane Natale

Iluminação: Bruno Henrique

Figurinos: Valentina França

Sonorização Victória Oliveira

Realização: Clã

Fotografia: LISANDRA LINK

Elenco: Cristiane Natale, Marcelo Gomes, Ellen Bueno e Thais Seixas

Classificação: Livre

Duração: 70 minutos

Mais conhecido como chorinho, o choro é um gênero de música popular brasileira. O virtuosismo é uma característica muito apreciada neste tipo de música, assim como também a capacidade que os praticantes tem para improvisar.

Esse gênero musical nasceu em meados do século XIX, no Rio de Janeiro. Apesar de ser um ritmo brasileiro, o Dia Nacional do Choro é comemorado até mesmo em países como a França e o Japão.

As rodas de choro geralmente acontecem em bares, ou até mesmo na casa dos músicos, e são como reuniões informais. Chiquinha Gonzaga e Pixinguinha são alguns dos músicos de chorinho mais conhecidos no país.

Crédito Kllly Maia

Caicó e Mossoró encerram a turnê de apresentações do espetáculo Clake, do Circo Amarillo (SP). Nesta quinta-feira, a partir das 19h30, no Sesc Caicó, e no domingo (8), a partir das 10h, no Sesc Mossoró, esta precedida pela apresentação do grupo local Esquetes Circenses de Mossoró (dia 6). A programação é gratuita e realizada pelo Serviço Social do Comércio (Sesc RN), instituição do Sistema Fecomércio.

A atração integra o projeto nacional Palco Giratório Sesc, que desde o início deste mês, já realizou apresentações em Natal, São Paulo do Potengi e Nova Cruz. Com classificação livre, o espetáculo cômico evidencia o trabalho da dupla Marcelo Lujan e Pablo Nordio como palhaços excêntricos musicais. Sequências de gags clássicas são combinadas com a linguagem contemporânea da dupla e resultam num espetáculo de palhaçaria física e musical. Uma interessante experiência de sonoridades e circo que diverte públicos de todas as idades. Após as apresentações, a dupla conversará com o público interessado.

Além de encenar as peças, a dupla paulista ministrará oficinas gratuitas de introdução à dramaturgia circense e metalinguagem contemporânea no dia 7/04, em Mossoró. As inscrições, voltadas a pessoas a partir de 10 anos de idade, podem ser feitas pelo endereço sescrn.com.br/oficinas.

Palco Giratório 2018

De abril a novembro deste ano, o Palco Giratório trará ao estado quatro espetáculos: Clake (SP), Como manter-se Vivo, com Flávia Pinheiro (PE), Desastro, com Neto Machado (BA) e Os cavaleiros da triste figura, do grupo teatral Boca de Cena (SE). Além disso, como forma de promover o intercâmbio com artistas potiguares, apresentará duas peças locais, totalizando 11 apresentações. Os artistas também ministrarão sete oficinas ao todo, aliando entretenimento e capacitação cultural. A programação é gratuita e vai até o mês de novembro.

Reconhecido como uma das maiores iniciativas de fomento, intercâmbio e difusão das artes cênicas do país, o Palco Giratório é um projeto consolidado no cenário cultural brasileiro. Ao longo de 20 edições, levou uma grande variedade de gêneros e linguagens artísticas para um público diversificado em todo o país, entre grupos de teatro de rua, circo, dança entre outras linguagens artísticas — em espaços do Sesc, praças e outros espaços urbanos.

Palco papa-jerimum

Pelo 4º ano consecutivo, terá espetáculo potiguar Brasil afora pelo Palco Giratório: a Trapiá Cia Teatral, de Caicó, apresentará em 26 cidades brasileiras o seu P’S. Já participaram do projeto do Sesc a Cia Gira Dança, o Grupo Estação de Teatro, a Cia. Pão Doce de Teatro, o Grupo Carmin e o Clowns de Shakespeare.

Vale frisar que a montagem da peça P’S também contou com o apoio do Sesc RN, por meio do Circuito Sesc das Artes Cênicas Potiguar.

Crédito das Fotos:  Ney Douglas
Dando continuidade às ações de valorização, incentivo e publicização da cultura do Rio Grande do Norte para a população, a Assembleia Legislativa abre mais uma vez as portas do Salão Nobre Iberê Ferreira de Souza para a arte local. No período de 3 a 12 de abril, desta vez quem expõe seu trabalho na Casa é o artista plástico Everaldo Porciúncula Júnior, que traz a mostra intitulada “Piscis”, palavra em latim que significa “Peixes”.

O artista exibe dez obras, em papel canson, utilizando a técnica mista, assim chamada por utilizar materiais diversos, como nanquim, caneta gel, lápis colorido, lápis cera e grafite.

Everaldo Porciúncula já expôs seu trabalho na Universidade Federal do Rio Grande do Norte e três vezes na Casa Cor, tendo vendido suas obras no Brasil e no exterior.

Na mostra exibida na Assembleia Legislativa, os visitantes também podem adquirir as telas.

O artista plástico é filho do publicitário Everaldo Gomes Porciúncula, que foi um dos precursores da área no Estado do RN. Criativo e gentleman, o publicitário tinha por bordão chamar os colegas e amigos de “bárbaro”, o que tornou-se sua marca inconfundível.

Serviço
Exposição “Piscis”
Onde: Salão Nobre da Assembleia Legislativa
Quando: 3 a 12 de abril
Horário: 8h às 15h
Entrada: gratuita

Crédito: Nelder Medeiros

O espetáculo de rua “Quintal de Luís” é uma homenagem ao mestre Luís da Câmara Cascudo, pesquisador, escritor e historiador, cuja obra é referência nacional nos campos da tradição oral, da gastronomia e da cultura popular.

A fábula é uma licença poética e lúdica que remonta uma brevíssima fração temporal, onde o protagonista, em um único suspiro, se propõe a peregrinar ao redor de si. Neste delírio último, do tamanho de um palco em forma de arena, um juízo inquisidor e febril se instaura. Criaturas que povoaram toda uma existência, fictícias ou verdadeiras, se apresentam como depoentes nesse tribunal da própria memória.

O momento escolhido para ilustrar tal condição, é um fato verídico, quando na década de 1920 um professor do Colégio Atheneu pediu a expulsão do professor Cascudo por ocupar os espaços da sala de aula com lobisomens, sacis e outras discrepâncias científicas, relacionadas na maioria das vezes aos costumes do povo e sua oralidade.

Em Acari, com total apoio da PREFEITURA MUNICIPAL, o espetáculo acontecerá no dia 20/04, às 19 horas, na PRAÇA DE EVENTOS IVA JATOBÁ BEZERRA, localizada no bairro Padre José Dantas Cortez.

por Siderley Jatobá

Heróis existem?

No meu tempo de criança não havia internet nem rede social. Eu costumava ler muitas histórias em quadrinhos, hábito saudável que me ajudou a desenvolver o gosto pela leitura, escrita e compreender as diferentes linguagens da comunicação textual/visual. Os balões, diálogos, cores eram fascinantes. Lembro-me de ir quase todos os dias nas bancas procurar as edições mais novas de cada coleção que eu fazia: os diversos heróis da Marvel e DC, a Turma da Mônica e outros mais. Ficava ansioso ao terminar de ler porque tinha continuação e tinha que esperar um mês inteiro pra saber o que acontecia com os personagens. Da infância à adolescência essas aventuras foram inspirando um mundo imaginativo. No veraneio juntava os primos na praia e inventava lutas contra as ondas do mar. Éramos Vingadores, X-men, Liga da Justiça kkk e assim passava o tempo nessas brincadeiras intermináveis. Hoje a vida adulta divide nosso pensamento sobre heróis da ficção e da realidade. Será que heróis existem?

Particularmente eu tive um herói na minha vida: o meu pai, que fez muito por mim. Ele me protegeu do mundo preconceituoso, lutando em prol do meu tratamento, me fazendo cada vez mais forte, capaz de enfrentar as injustiças contra os portadores de fissura labiopalatina. Quando ele encaminhava algum caso para cirurgia é como se fosse uma missão. Eu cresci testemunhando isso e sabia realmente do que se tratava porque vivi a experiência por dentro. O seu escritório era praticamente um “quartel general”, resolvendo mil assuntos e ajudando as pessoas. Era um desafio atrás do outro e ele sempre enfrentando. Seus poderes e armas principais – inteligência, coragem e perseverança. Meu pai foi um homem tão forte que conseguiu derrotar alguns campos de força da burocracia brasileira, da má vontade de políticos, da inércia de autoridades etc.

Poder fazer o comparativo entre meus heróis era incrível, pois havia um grande aprendizado de situações e todas foram lições pra mim. Na vida real meu pai me ensinava muita coisa importante e nas histórias que lia muitos valores eram tratados igualmente. Discussões sobre assuntos como ética, respeito, consideração, iniciativa, decisão, consequência, solidariedade e tantos outros provocavam reflexões a cerca dos comportamentos humanos. O que meu herói da realidade dizia os da ficção reforçavam e assim foram influenciando não só a mim mas também toda uma geração de leitores. Para delírio total dos fãs o cinema catapultou vários destes personagens das revistas às expressivas bilheterias do cinema mundial. É simplesmente maravilhoso assistir!

Falando nisso, meu herói de verdade também virou filme: Um presente para o sertão. Foi uma realização da UFRN/CERES/Campus de Currais Novos/Curso de Administração, produzido pela SIDY’S. Felizmente, a história de vida do empreendedor Siderley Menezes foi contada ainda com sua presença entre nós, linda homenagem prestada pela turma de alunos, futuros administradores e empreendedores como ele. Quando isso acontece é fantástico porque o cinema consegue mostrar de um jeito dinâmico o seu conteúdo, gerando entretenimento e conhecimento.

Hoje eu pergunto a você, caro leitor desta coluna, se existem heróis na sua vida. São reais ou da ficção? O que fizeram por você? O que ensinaram? Como se comportam? Será que você também é um herói ou já foi na vida de alguém? Aqui estou eu conversando com você… Reflita!

 

Crédito: Sergio Vilar

O filme de abertura da primeira edição do Cine Fest RN não é apenas um longa-metragem com elenco da poderosa Rede Globo e figuras cults como Paulo César Peréio. Foi também filmado em Natal, com toda a produção e equipe técnica local e conta um pedaço da história da cidade, durante a invasão holandesa, quando Natal passou a se chamar Nova Amsterdã, título do mais novo trabalho do cineasta Edson Soares.

A sinopse de Nova Amsterdã conta, basicamente, o romance entre um jovem casal durante o período da invasão holandesa no Rio Grande do Norte, no ano de 1633. E embora seja um romance ficcional, a história está calcada em fatos históricos do período colonial potiguar. “Ficção e história se misturam. Foi preciso muita imaginação e pesquisa para recontar os fatos”, conta o cineasta.

A pré-estreia do filme está agendada para o próximo 24 de abril, na abertura do Cine Fest RN, no Cinemark do shopping Midway Mall, para imprensa, convidados, elenco e patrocinadores. Na segunda quinzena de maio entrará no circuito para o público pagante, nas salas do Cinépolis do Natal Shopping e do Partage Zona Norte, e também no Moviecom (Praia Shopping). Em junho chega ao Partage Shopping, em Mossoró.

O longa entra em circuito nacional também em junho, com exibição no Manaíra Shopping, em João Pessoa (PB); sessão especial na Sala do Reserva Cultural, em São Paulo, na Estação Net Botafogo, no Rio de Janeiro, e na Caixa Belas Artes, também no Rio. No mês seguinte, em julho, tem exibição no Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, em Recife (PE), e em outras duas salas, a critério do distribuidor.

FILMAGENS

As filmagens do longa foi toda concentrada em um galpão alugado no bairro do Alecrim. Lá foram montados cenários fictícios da Fortaleza dos Reis Magos e do engenho Ferreiro Torto (Macaíba), palcos fundamentais da história retratada.

“Infelizmente foi impossível filmar na própria Fortaleza ou no engenho. Barulho, transporte do elenco e, principalmente, falta de infraestrutura adequada nos dois locais, forçaram as gravações no estúdio e ao uso do croma-key. Na Fortaleza ou no engenho, a energia disponível não resistiria a um refletor”, lamenta Edson.

Além de Peréio, que fará o papel do dono do Ferreiro Torto, o elenco conta com Roney Villela (Tropa de Elite), que fez o capitão-mor do Forte; Anselmo Vasconcelos será Jacob Rabbi, o alemão sanguinário; Leonardo Miggiorin é o protagonista masculino; Cristina Prochaska será a mãe da protagonista, vivida por uma atriz local, Thalita Kumme; Joanna Fomm será a tia da protagonista; e Marcélia Cartaxo será a mulher de Peréio.

A equipe técnica é formada por Roberto Morais (fotografia), Alessandro Souza (câmara), Edesiane Maria (coordenadora de produção), Luís Molinar (direção de arte), Beto Maciel (supervisão de efeitos). Todos profissionais locais.

Crédito: Rodrigo Ferreira

Fórum discutirá, entre outros temas, captação de voos para Natal, novos modelos de gestão de centros de convenções e gestão de destinos turísticos internacionais

Com expectativa de receber cerca de cinco mil pessoas no Centro de Convenções de Natal, o 9º Fórum de Turismo e a 4ª Feira dos Municípios e Produtos Turísticos do RN (Femptur) vão acontecer neste final de semana (dias 23 e 24) na capital potiguar e movimentarão os profissionais de turismo, estudantes, hoteleiros e demais áreas do setor produtivo norte-rio grandense. Já consolidados na agenda do estado, os eventos contarão com palestras, debates, cultura, artesanato, apresentações culturais e diversos outros atrativos.

Na sua nona edição, o  Fórum de Turismo do RN terá oito painéis que discutirão, entre outros temas, captação de voos para Natal, novos modelos de gestão de centros de convenções, gestão de destinos turísticos internacionais, regionalização, produto turístico, impacto das festas populares na economia dos municípios e marketing digital no Turismo. Para participar dos debates, é necessário fazer rápida inscrição no site do Fórum (www.forumdeturismorn.com.br), que pode ser concluída de maneira 100% online.

Já a Femptur, cuja entrada é gratuita, contará com 116 estandes entre municípios hoteleiros, empresas de passeio, agências de receptivo, meios de hospedagem e aplicativos turísticos, além de espaços específicos destinados à cultura, shows musicais e teatrais, artesanato, agricultura familiar, gastronomia e exposições diversas. Na edição de 2017, circularam quase 3.800 visitantes no Centro de Convenções, todos com livre acesso após rápido credenciamento na secretaria do evento que conta, ainda, com estacionamento gratuito.

Confira abaixo todos os atrativos da 4ª Femptur:

Cultura – Além de espaços com ênfase na cultura, como o que reunirá o acervo do Museu da Rampa e do Instituto Câmara Cascudo, a Femptur terá duas exposições de fotografias (Carla Belke e Canindé Soares) e uma mostra de artes plásticos, com quadros de Eliezer Andrade. O espaço Encantos Criativos também terá uma conotação cultural, através da inserção de moradores da Vila de Ponta Negra e do bairro das Rocas na atividade turística.

Espetáculos – Entre as atrações culturais que se apresentarão no palco da Femptur, das 19h às 22h, nos dois dias do evento, destaque para a Banda de Música Mestre João Roberto Paz e União, de Santa Cruz, fundada em 1950 e reconhecida como Patrimônio Histórico do Município. É formada, em sua maioria, por crianças e jovens. Tem cerca de 30 componentes.

O Grupo de Dança Mistura de Ritmos, de Touros, apresentará o espetáculo, ainda inédito, “Aqui Nasceu o Brasil”. A apresentação busca retratar fielmente a versão de que o Brasil foi descoberto no litoral potiguar. Todas as atrações turísticas de Touros são abordadas no concerto, além de ritmos como makulelê, forró e xaxado.

Outra atração, entre vários espetáculos previstos, será o Balé Popular Terras Potiguares, de Passa e Fica. É uma montagem cênica as danças e brincadeiras do Pastoril. São 35 componentes que elaboram sete sequências folclóricas através da música, dança e teatro. O grupo difunde, através da arte, o legado cultural deixado pelas três matrizes que formam a base do país.

Literatura – Serão lançados alguns livros durante a Femptur. Um deles é de autoria do ex-palestrante do Fórum de Turismo do RN, Jodrian Freitas, consultor no segmento Turismo de Aventura. Trata-se da publicação “Gestão de Risco”, voltada para praticantes de ecoturismo, que será lançada às 18h do dia 24 de março no palco da Femptur. Outra novidade estará a cargo do Sebo Vermelho. Será o lançamento da biografia de Alzira Soriano, primeira prefeita eleita no Brasil e primeira mulher na América Latina a assumir o governo de uma cidade: Lajes, no Rio Grande do Norte.

Gastronomia – O Espaço Gastronômico da Femptur reunirá bar, Raffe Cervejaria Artesanal, restaurante Paçoca do Pilão, Creperia 84, Pirata´s Rock e Pizza, Toka Pastelaria e Hamburgueria, Planeta Lanches e Zé Dindin, entre outras operações.

Artesanato – O genuíno artesanato potiguar estará representado por amplos estandes a cargo do Governo do Estado do Rio Grande do Norte (Sethas) e da Prefeitura de Natal (Semtas). Haverá exposição, oficinas vivas e comercialização das peças.

Agricultura familiar – Uma feira de agricultura familiar com oito barracas, a cargo da Central de Comercialização da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Cecafes), comercializará produtos como queijos, doces, geleias, mel, biscoitos, cachaças, licores e produtos orgânicos, em geral.

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