Posts by: R.Alves

Robson Pires

Do Mato Grande, acontece a debandada do grupo do prefeito Waldemar de Góis (DEM) para engrossar o caldo da campanha de Fátima Bezerra (PT), na região.

No 1 Turno, o prefeito votou em Carlos Eduardo. Além de Waldemar, também acompanham a decisão a vice-prefeita Tina, o presidente da Câmara, João Horácio, os vereadores Percivaldo Jr. Baba e todo grupo político.

O general da reserva Hamilton Mourão, vice na chapa do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, disse que vai processar o cantor e compositor Geraldo Azevedo que o acusou em um show no fim de semana de torturá-lo durante o regime militar. Ao jornal O Estado de S. Paulo, Mourão afirmou que em 1969, ano em que o artista esteve preso pela primeira vez, ainda não tinha ingressado no Exército.

É uma coisa tão mentirosa”, disse Mourão. “Ele me acusa de tê-lo torturado em 1969. Eu era aluno do Colégio Militar em Porto Alegre e tinha 16 anos”, afirmou o general da reserva. “Cabe processo.”

Hamilton Mourão entrou em 1972 na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e se formou em 1975. O vice de Bolsonaro é filho do general de divisão Antonio Hamilton Mourão.

Procurado pela reportagem na manhã desta terça-feira, 23, Azevedo negou que Hamilton Mourão estivesse entre os militares que o torturaram quando ele foi preso, em 1969 e em 1974. Em nota, o artista pediu desculpas “pelo transtorno causado pelo equívoco. As declarações de Geraldo Azevedo, dadas em show no final de semana na Bahia, foram citadas pelo candidato a presidente pelo PT, Fernando Haddad, em sabatina, nesta terça-feira pela manhã, no jornal “O Globo”.

Crédito: Valdo Cruz/G1

Na busca de mostrar que adotará uma linha liberal na economia, mantendo a atual política econômica, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, quer aprovar a independência do Banco Central (BC) ainda neste ano ou logo no início de um eventual mandato à frente da Presidência da República.

Com isso, ele deseja manter o momento de tranquilidade na economia, com Bolsa em alta e dólar em queda diante da expectativa de sua vitória no segundo turno, contribuindo para um começo de governo sem turbulências no mercado.

Está nos planos de Bolsonaro convidar o atual presidente do BC, Ilan Goldfajn, a permanecer no posto por mais dois anos. A proposta de independência que defenderá define um mandato de quatro anos para a diretoria do banco, com períodos não coincidentes com o mandato do presidente da República.

Ilan já está à frente do banco há mais de dois anos no governo Temer. Poderia ficar mais dois com Bolsonaro, caso o convite realmente seja formalizado a ele depois de uma eventual vitória do candidato do PSL no próximo domingo (28).

Ainda na economia, a equipe de Bolsonaro acelera os estudos para definir, num período de transição, uma proposta de ajuste fiscal para zerar o deficit público, que no próximo ano está estimado em R$ 139 bilhões.

O candidato discute com sua equipe se tentará aprovar uma reforma da Previdência ainda neste ano, aproveitando a proposta encaminhada pelo presidente Temer ao Congresso e que já passou por comissões da Câmara. Uma ala da equipe de Bolsonaro defende uma proposta mais ousada da que tramita no Congresso.

G1 preparou lista com as apostas de professores de redação de cursinhos.

Por Rafael Ihara, G1

Tão importante quanto ter domínio sobre o tema que poderá ser avaliado é saber qual o formato da redação. Maurício Soares Filho, professor de redação do Sistema Anglo de Ensino, diz que “a prova está completando 20 anos, é consolidada, tem mais de três milhões de inscritos e tem um formato previsível”.

Segundo Filho, o texto pretende avaliar se o aluno tem condições de compreender o que chamou de “texto híbrido ou não verbal”, ou seja, uma imagem, um texto, uma charge, um infográfico, uma tabela.

Além disso, a redação sempre precisa ter três elementos: a contextualização do tema, o apontamento de causas e consequências para o problema apresentado pela prova e a construção de uma proposta de intervenção, de solução.

G1 ouviu professores e coordenadores de cursinhos para montar uma lista com dez temas que poderão ser cobrados na redação do Enem 2018Veja abaixo:

  1. Preconceito linguístico

O Brasil é um país extenso, formado por diferentes povos de diferentes origens – e que têm formas distintas de falar, se expressar. Por isso, Daniela Martins, coordenadora de Redação do Curso Poliedro de Campinas, aposta que este tema possa ser o escolhido para os alunos. Ela avalia que “o Brasil é um país miscigenado, extenso e diversificado. É um problema ético discriminar alguém em função de seu linguajar”.

  1. Bullying nas escolas

Este é um tema que sempre está em discussão nas salas de aula. Crianças e adolescentes praticam e são vítimas de agressões, xingamentos, ofensas que se travestem de brincadeira. Daniela Martins diz que “são registrados casos de agressão entre alunos e contra professores. É importante abordar na redação as causas de quem pratica o bullying, e trazer exemplos concretos, como o caso do menino de Goiás que atirou nos colegas, um assunto de relevância nacional e cronologicamente próximo”, avalia Thiago Braga, professor e autor de Redação do Sistema de Ensino pH.

  1. Envelhecimento populacional

As pessoas estão vivendo cada vez mais não só no Brasil, como em todo o mundo. Isso é consequência, entre outros fatores, do desenvolvimento da medicina e das famílias que optam por ter menos filhos. “A questão que se apresenta é: o país está preparado para essa inversão na pirâmide etária? O Estado preparou-se para atender a esse brasileiro?”, questiona Daniela Martins, coordenadora de Redação do Poliedro.

  1. Analfabetismo no Brasil

Segundo o IBGE, em 2017, 11,4 milhões de brasileiros não sabiam ler nem escrever no Brasil. A coordenadora de Redação do Poliedro coloca a questão: “Se o acesso à educação é um direito constitucional, como explicar essa situação?”

“É importante o candidato perceber e comentar em sua redação que tais números reforçam os índices de desigualdade no Brasil, que ultrapassam a questão da leitura e atingem outras fragilidades sociais”, sugere Romulo Bolivar, professor de português e redação do ProEnem.

  1. Legalização do aborto

O aborto vem sendo discutido há tempos por diversos setores da sociedade. Alguns especialistas acreditam que o aborto é uma questão de saúde pública. Neste ano, o Senado da Argentina chegou a votar a legalização do aborto, mas o Congresso do país decidiu que prática ainda deve ser considerada ilegal. Para Adriano Chan, professor de Redação da Oficina do Estudante, a prática “mata mulheres pobres sem condições de pagar pelo serviço em clínicas clandestinas”.

  1. Fakes, mentiras e boatos

Nunca o Brasil falou tanto sobre as chamadas “Fake News”, ou melhor: relatos com informações falsas que circulam principalmente nas redes sociais. Thiago Braga, professor e autor de Redação do Sistema de Ensino pH, sugere que “o aluno pode falar sobre a irresponsabilidade de quem produz as fakes”.

Quais são as consequências causadas por quem espalha essas informações falsas? Romulo Bolivar, professor de português e de redação do ProEnem, diz que “uma boa possibilidade de abordagem do tema na redação é demonstrar como a baixa qualidade de leitura e interpretação aliada ao fácil acesso às fakes por meio da tecnologia figuram como alguns dos principais fatores que motivam esse fenômeno”.

  1. Desmatamento da Amazônia

Entre agosto de 2017 e julho deste ano, o desmatamento cresceu 39% em relação ao período anterior segundo dados do Imazon, instituto que monitora a Amazônia. A área destruída chega a quase 4 mil quilômetros quadrados – 13 vezes o tamanho da cidade de Belo Horizonte. “Essa é uma discussão importante porque mostra que não há consciência ambiental no Brasil, tanto no governo quanto na população”, avalia Thiago Braga, professor e autor de Redação do Sistema de Ensino pH.

  1. Lixo, consumismo e sustentabilidade

Esse é outro tema relacionado ao meio ambiente. Para onde vai o lixo que produzimos, o que acontece com os produtos, o que consumimos cada vez em maior quantidade? “Essa questão envolve responsabilidade política e conscientização das esferas públicas e sociais. Na verdade, o lixo produzido não é apenas responsabilidade do Estado, mas também do cidadão”, segundo o ponto de vista de Daniela Martins, coordenadora de Redação do Poliedro Campinas.

  1. Mobilidade urbana no Brasil

Nas grandes cidades, ainda é muito forte a cultura do transporte individual. As ruas e avenidas estão cheias de carros que formam filas enormes de congestionamento. Por outro lado, a qualidade dos transportes coletivos é criticada por muitos usuários. Na opinião de Thiago Braga, professor e autor de Redação do Sistema de Ensino pH, pouco se investe em políticas de deslocamento no país. “As pessoas perdem tempo de vida dentro do transporte”, explicou.

  1. Vício em games e sua classificação como doença pela OMS

É muito comum ver crianças e adolescentes que passam horas na frente do computador ou do videogame. Muitos pais e mães sentem que precisam ser rígidos para controlar os filhos para que estudem, pratiquem esportes, leiam, durmam. O vício em jogos eletrônicos passou a ser considerado uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Romulo Bolivar, professor de português e redação do ProEnem, acredita que essa questão pode ser cobrada na redação do Enem 2018 porque “o uso da tecnologia para jogar protagonizou matérias e noticiários em 2018”.

Bônus – quais as apostas em 2017?

No ano passado, o G1 também ouviu professores. Eles selecionaram 14 temas. Foram eles:

  1. Ativismo nas redes sociais
  2. Ciberbullying e outros crimes virtuais
  3. Desafios da mobilidade urbana
  4. Envelhecimento da população
  5. Família no século 21
  6. Força da juventude
  7. Homofobia e criminalização no Brasil
  8. Jovens e drogas
  9. Onda anti-vacinação
  10. Lixo e meio ambiente
  11. Pessoas com deficiência
  12. Poder transformador do trabalho
  13. Saúde e o SUS
  14. Sistema prisional brasileiro

Por G1 — Brasília

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira (23) que o general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), foi um torturador durante o regime militar. A afirmação de Haddad é falsa e foi baseada em uma declaração do cantor e compositor Geraldo Azevedo, que já se desculpou pelo erro.

Haddad participou de uma sabatina no Rio de Janeiro organizada pelos jornais “O Globo”, “Valor Econômico”, “Extra” e pela revista “Época”.

O candidato do PT disse: “[Bolsonaro] é figura desimportante no meio militar. Mas o Mourão, por exemplo, foi ele próprio torturador. Geraldo Azevedo declarou até num show que foi pessoalmente torturado pelo Mourão. Ao ver um torturador a par de uma figura como Bolsonaro, eu acho que deveria causar temor nos brasileiros minimamente comprometidos com o estado democrático de direito”. Depois, mais à frente na sabatina, Haddad disse: “Eu nunca vi o Lula pronunciar essa palavra [fascista] pra se referir a ninguém, eu mesmo nunca pronuncei antes do Bolsonaro. E o Bolsonaro, você me desculpe, mas eu, como cientista político, tenho direito de dizer que ele é. Ele tem como vice um torturador, que é o Mourão, ele tem um torturador como ídolo, que é o Ustra”.

Em um show na Bahia no último fim de semana, Azevedo disse que foi preso duas vezes na ditadura e que foi torturado em 1969. Segundo o artista, o general Hamilton Mourão era um dos torturadores. “Olha, é uma coisa indignante, cara. Eu fui preso duas vezes na ditadura, fui torturado. Você não sabe o que é tortura, não. Esse Mourão era um dos torturadores lá”, disse o cantor, no show.

Em 1969, ano em que Azevedo disse ter sido torturado, Mourão tinha 16 anos e era aluno do Colégio Militar em Porto Alegre. Ele só ingressou no Exército em 1972.

Além disso, no relatório final da Comissão Nacional da Verdade, publicado em 2014, não há qualquer menção ao general. O documento foi resultado de um trabalho que colheu mais de mil depoimentos e realizou 80 audiências e sessões públicas pelo país.

Após a repercussão do caso, a assessoria de Geraldo Azevedo divulgou nota na qual o músico se desculpou pelo “equívoco”:

“No último fim de semana, Geraldo declarou em um show no interior da Bahia que o general Mourão era um dos torturadores da época de suas prisões. No entanto, o vice-presidente do candidato Jair Bolsonaro não estava entre os militares torturadores. Geraldo Azevedo se desculpa pelo transtorno causado por seu equívoco e reafirma sua opinião de que não há espaço, no Brasil de hoje, para a volta de um regime que tem a tortura como política de Estado e que cerceia as liberdades individuais e de imprensa”, diz o texto da nota.

Em entrevista ao Blog da Andréia Sadi depois da declaração de Haddad, o general Mourão disse que “cabe processo” contra o cantor e acusou o candidato do PT de “fake news”.

Segurança pública

Durante toda a sabatina, Haddad respondeu a perguntas de seis jornalistas. Ele apresentou proposta na área da segurança pública. Ele defendeu dobrar o contigente da Polícia Federal.

O petista também criticou a proposta de Bolsonaro de facilitar o acesso a armas pelo cidadão comum. Segundo ele, a proposta é “demagógica” e não deu certo em nenhum lugar do mundo.

“Minha proposta é uma proposta de fácil compreensão. Eu quero dobrar o contingente da polícia federal e quero como governo central assumir parte das responsabilidades que hoje são dos estados, para liberar as forças estaduais para proteger o cidadão. Hoje, o Estado, as forças do estado, polícia militar e polícia civil estão sem foco. Nós precisamos criar o sistema único de segurança pública e passar a fazer a gestão deste sistema também centralizadamente. A União vai ter que assumir certas responsabilidades com a segurança pública”, afirmou.

Aumento de pena para corruptores

Haddad disse ainda que se eleito, vai propor penas maiores para corruptores. Ele criticou o fato de delatores estarem “em casa, gozando o patrimônio”.

“Ninguém é contra prender empresário corrupto. Aliás, sou contra a maneira como foram tratados. Estão todos em casa, gozando o patrimônio. Se eu for eleito, o corruptor vai ter pena aumentada, porque ele é o elo forte da cadeia da corrupção”, afirmou o candidato.

“Ele tem que ser mais severamente punido, porque não pode ter redução de 80%, 90% da pena”, completou Haddad.

O candidato criticou investigações que, segundo ele, com base em depoimentos de delatores sem provas acusam pessoas com “30 anos de vida pública”.

Haddad afirmou que, quando reconhece erros nas investigações, defende em público até mesmo políticos de partidos adversários. “Eu já saí a público para defender tucano”, disse. “Honra não tem partido”, completou o candidato.

‘Rebotalho da ditadura’

Haddad insistiu nas críticas ao adversário, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

Em mais de uma ocasião, o petista acusou o adversário de ter ideias “fascistas” e de representar um “grande retrocesso” à democracia do país.

Para Haddad, Bolsonaro é um “rebotalho da ditadura” que, se eleito, trará consigo o que “sobrou dos porões”, em referência a militares que participaram de tortura a presos políticos durante o período de ditadura militar.

“O Bolsonaro, você me desculpe, eu tenho direito de dizer que ele é [fascista]. […] Ele tem como ídolo um torturador, que é o Ustra. Isso é fascismo. Se quiserem dar outro nome, fiquem à vontade”, reclamou Haddad.

O petista também afirmou que a candidatura de Bolsonaro representa um “neoliberalismo desalmado” que, segundo ele, quer se “livrar do patrimônio público” a qualquer custo, somado a um “fundamentalismo charlatão”, em referência ao apoio que Bolsonaro tem recebido de setores conservadores da sociedade. “Quem fica mentindo, não pode ser cristão”, disse.

Conteúdo falso na internet

Haddad também criticou a campanha do adversário e voltou a acusar Bolsonaro de promover a divulgação de conteúdo falso a seu respeito na internet.

Ele também citou a reportagem do jornal “Folha de S.Paulo” que, no último dia 18, relatou casos de empresas apoiadoras de Bolsonaro que supostamente compraram pacotes de disparo de mensagens contra o PT por meio do WhatsApp.

“Eu acredito que se não fosse a reportagem da ‘Folha’, a gente não compreenderia até hoje [o impacto das ‘fake news na campanha’. […] Aquela reportagem incomodou ele tanto que deve ter uma boa dose de verdade ali”, afirmou Haddad.

“Acho que cometemos um erro estratégico porque não pensamos que eles iriam usar o expediente do WhatsApp para obter financiamento ilegal de campanha. Não contei com isso mesmo. O que aconteceu no primeiro turno não tem nada a ver com legislação eleitoral. Estamos falando do novo Caixa 2. Estão driblando o velho caixa 2 e criando um novo”, acusou Haddad.

Exploração do pré-sal

Haddad foi questionado se cancelaria leilões já marcados para exploração do pré-sal. Ele afirmou que leilões a partir de 2019 devem ser assunto do novo governo, e não do atual.

“Próximo ano não é papel deste governo definir. É governo eleito”, respondeu Haddad.

O candidato afirmou que defende modelos diferentes para os leilões, a depender do caso. Para Haddad, o modelo deve ser de um quando houver menos riscos e mais garantias de extração do petróleo, e outro quando as perspectivas de explração forem menores.

“Onde você sabe que tem petróleo, que não há risco na perfuração, o modelo é um. Onde o risco é enorme, o tipo de acordo que você vai fazer é outro. Isso é assim no planeta inteiro”, argumentou.

Em setembro, foi realizada a quinta rodada de leilões do pré-sal sob o modelo de partilha. Nesse modelo, as empresas vencedoras são as que oferecem ao governo, a partir de um percentual mínimo fixado no edital, o maior percentual de óleo excedente da futura produção. O excedente é o volume de petróleo ou gás que resta após a descontados custos da exploração e investimentos.

Outro modelo que pode ser utilizado para os leilões é o de concessão. Nele, o governo o governo recebe mais dinheiro à vista. No futuro, recebe royalties sobre a produção, e não um percentual fixo sobre o excedente.

Gás de cozinha e Bolsa Família

Também foi tema da sabatina o subsídio do governo federal para o preço do óleo diesel nas refinarias. A medida foi tomada pelo governo do presidente Michel Temer, no fim de maio, em meio às negociações para encerrar a greve dos caminhoneiros.

De acordo com Haddad, parte do subsídio deveria ser usada também para baratear o preço do gás de cozinha. No fim de semana, em ato de campanha no Maranhão, ele já havia falado sobre diminuir o preço do botijão de gás.

“A conta da Petrobras já tem uma conta de subsídio que foi implementada agora recentemente, depois da crise dos caminhoneiros. Então, essa conta do subsídio, na minha opinião, uma parte tem que ir para o gás de cozinha. É um valor muito menor para o que você precisa e que vai atender uma população que hoje está cozinhando à lenha porque não tem mais poder de compra para comprar o gás”, disse o candidato.

Ele ainda foi questionado sobre a proposta de reajustar o valor do benefício do Bolsa Família em 20% e o impacto que o aumento teria nas contas do governo.

Segundo o candidato, o Bolsa Família pode ser um elemento de reaquecimento econômico e o reajuste de 20%, de acordo com Haddad, injetará dinheiro na economia.

“Os 20% do Bolsa Família seria uma antecipação de reajustes que nós teríamos que dar de qualquer jeito, mas eu acho que a gente injeta dinheiro na economia, de quem vai consumir esses recursos num momento em que a gente está precisando gerar emprego”, explicou o petista.

Crédito Robson Pires

Nos votos válidos para presidente o resultado apresentado pelo Instituto SETA foi:

Haddad – 52%

Bolsonaro – 48%

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

Robson Pires

De acordo com a pesquisa SETA divulgada hoje (23) no levantamento estimulado total de votos, que considera brancos e nulos, a candidata Fátima Bezerra tem 42%, contra 38% de Carlos Eduardo Alves.

Ninguém, brancos e nulos são 14% e 6% não sabem ou não souberam responder.

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.

Crédito da Foto:  João Gilberto


Preocupado com a dificuldade de abastecimento de água na zona rural do Rio Grande do Norte, o deputado e presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB) tem direcionado suas solicitações, com base com as reivindicações que chegam dos moradores das comunidades, para que o governo do Estado desenvolva ações no sentido de melhorar a oferta de água nos locais onde há maior dificuldade no abastecimento.

Recentemente o deputado solicitou   da Companhia de Águas e Esgotos – CAERN, um estudo técnico de viabilidade para a extensão da rede de distribuição para a comunidade Lagoa Salgada, no município Serra de São Bento, na região Trairi.

“A Comunidade Lagoa Salgada está com o fornecimento de água comprometido, deixando muitas residências sem receber água tendo os moradores que recorrer à compra nos carros pipa. Durante muitos anos os investimentos em adutoras para as sedes dos municípios, deixando as zonas rurais sem água. A CAERN tem corrigido essa distorção, garantindo que a água chegue a todos. Por isso encaminhamos essa solicitação”, justificou o deputado Ezequiel Ferreira.

O deputado também solicitou a construção de um posto policial militar para Lagoa Salgada; a reforma do posto de saúde e a pavimentação de ruas de acesso a Panelas e a construção de uma quadra poliesportiva em Chole; todas comunidades em Serra de São Bento.

Já para o município Taipu, na região Mato Grande, o deputado sugeriu que seja firmado um convênio com o governo do Estado no sentido de apoiar e incentivar o esporte amador e as reformas nas escolas da rede estadual, Joaquim Nabuco, Adão Marcelo da Rocha e Professora Clotilde de Moura Lima.

Crédito:  Wallace Azevedo

Depois da “limpeza” que a população potiguar fez em nomes das oligarquias do estado, o saldo saiu negativo para os políticos tradicionais, após a apuração do primeiro turno das eleições 2018.

Na Câmara Federal, ainda teremos Walter Alves, Rafael Motta e Fábio Farias, que são filhos de velhas figuras da política. Ligado às oligarquias temos ainda João Maia.

Na Assembleia Legislativa, nenhum nome Alves, Maia, Motta e Rosado, ainda temos velhas figuras ligadas às oligarquias, mas renovação foi altíssima.

Para o Senado, não temos nenhum dos nome tradicionais, apenas Zenaide Maia, que foi ligada às oligarquias tradicionais, após o impeachment assumiu um discurso contra seus “ex-aliados”.

A eleição de 2018 foi histórica e será recontada muitas vezes para as próximas gerações.

O deputado Vivaldo Costa (PSD) reuniu amigos e correligionários de diversas cidades e regiões do estado para oficializar seu apoio à candidata ao governo do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT). O encontro aconteceu em Natal, ontem dia (22), e contou com a presença dos prefeitos Amazan de Jardim do Seridó e Alessandru de Campo Redondo, além do médico caicoense Dr. Tadeu, vice-prefeitos, vereadores, ex-prefeitos, ex-vereadores.

Vivaldo Costa que já tinha declarado apoio à candidata Fátima Bezerra em pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa mostrou sua força e trouxe os amigos para confirmarem que votam no segundo turno na candidata. Eleito com 32.638 votos o parlamentar é da região do Seridó mas espalhou suas bases por todo Estado.

“Voto em Fátima porque acredito que ela é a melhor opção para nosso estado. Fátima tem uma bonita história de vida. Sempre valorizei a quem tem coragem de lutar e Fátima é assim. Tem dado conta do recado. É fácil de escolher. Por esta razão eu estou com Fátima e sei que o eleitor vai escolher por ela pois tem tudo para ser a próxima governadora do Rio Grande do Norte”.

Crédito da foto: Reprodução G1

A primeira pesquisa da última semana da corrida presidencial, divulgada na manhã desta segunda-feira (22), mostra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) com pontos sobre o candidato Fernando Haddad (PT).

O levantamento contratado pela BTG Pactual e realizada pelo Instituto FSB Pesquisa, mostra os seguintes números – votos válidos:

Jair Bolsonaro (PSL) – 60%

Fernando Haddad (PT) – 40%

O Instituto FSB Pesquisa entrevistou, por telefone, 2.000 eleitores com idade a partir de 16 anos, nas 27 Unidades da Federac?a?o (UFs).

A margem de erro no total da amostra e? de 2pp, com intervalo de confianc?a de 95%.

A amostra e? controlada a partir de quotas de: (a) sexo, (b) idade, (c) regia?o e (d) tipo de telefonia (fixa e mo?vel). Apo?s a pesquisa, foi aplicado um fator de ponderac?a?o para corrigir eventuais distorc?o?es em relac?a?o ao plano amostral.

As entrevistas foram telefo?nicas, realizadas por entrevistadores por meio de telefones fixos e mo?veis, nos dias 20 e 21 de outubro de 2018.

A pesquisa esta? registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o nu?mero BR-03689/2018.

CNT/MAD

A Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgará, às 12h desta segunda-feira (22), no seu site www.cnt.org.br e nas suas redes sociais, os resultados da 141ª Pesquisa CNT/MDA de Opinião.

O levantamento aborda as eleições residenciais de 2018, trazendo as preferências eleitorais dos entrevistados para o segundo turno de votação, incluindo a rejeição a cada candidato.

A pesquisa CNT/MDA, registrada no TSE sob o número BR-00346/2018, ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação.

A Justiça Estadual de Currais Novos em conjunto com o leiloeiro oficial Edeylson Fidelis, realizam leilão presencial no dia 30 de outubro de 2018, a partir das 09:00 horas, no Fórum. No evento, serão leiloados imóvel comercial e casa localizados em Currais Novos. Interessados podem obter informações mais detalhadas pelo site [leiloesjudiciais.com.br/rn]leiloesjudiciais.com.br/rn ou então pelo 0800-707-9272.

Crédito: João Bezerra Júnior – Assessor de Comunicação/Foto: Rayssa Aline

A cultura nordestina e a cidade de Currais Novos perdeu um dos grandes nomes do forró autêntico e tradicional, o Mestre Antônio Lins, que faleceu nesta quinta-feira (18), deixando um grande legado para a cultura popular da região. Para o Presidente da Fundação Cultural “José Bezerra Gomes”, Ronaldo Gomes, Antônio Lins representa a essência da cultura popular. “Hoje, a cultura popular se torna mais pobre, o forró autêntico perde um de seus últimos tocadores da sanfona de ‘8 baixos’ do Brasil”, comentou. Em 2017, Antônio Lins foi uma das atrações do “Corredor Cultural” do FORRONOVOS, atraindo grande público. De acordo com o artista plástico Manoel Neto, “a forma de tocar e o instrumento usado por Antônio Lins são raríssimos e, quiçá, podem ser contados com os dedos das mãos quantas pessoas fazem o mesmo”. A Prefeitura Municipal de Currais Novos se solidariza com a família e amigos de Antônio Lins e deseja conforto e serenidade neste momento.

Crédito: João Bezerra Júnior – Assessor de Comunicação

Tem início nesta sexta-feira (19) em Currais Novos uma das maiores micaretas do interior do Rio Grande do Norte, o CARNAXELITA, que deverá atrair milhares de foliões durante o final de semana para curtirem atrações como Léo Santana, Bell Marques e Rafa e Pipo Marques. A partir das 21h desta sexta-feira (19), a Prefeitura Municipal de Currais Novos, através do Setor de Vigilância Epidemiológica Municipal, em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde Pública e apoio da IV Regional de Saúde, dentro do Programa IST/AIDS, estarão realizando ações para prevenção e promoção à saúde e doenças sexualmente transmissíveis com foco na Sífilis em Stand localizado na Praça Cristo Rei.

O Stand da Saúde estará realizando testes rápidos e distribuindo preservativos para a população e o horário de funcionamento será: Sexta (19) das 21h às 01h do sábado; Sábado (20) das 21h às 01h do domingo; e Domingo (21) das 14h às 17h.

Ainda tabu para uma parcela da população, o autismo será discutido em audiência pública no próximo dia 30, às 9h, na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. O atendimento às pessoas acometidas pelo autismo, o aumento no registro de casos e os esclarecimentos sobre o distúrbio serão alguns dos pontos em debate durante a discussão proposta pelo presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira (PSDB). Na audiência, o Legislativo também lança a campanha “Autismo: entenda o ritmo de cada um”.

Definido como “uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento”, o autismo se caracteriza pela dificuldade na comunicação social e comportamentos repetitivos. Há 30 anos, o número de registros sobre o distúrbio era de 1 a cada 200 crianças. Hoje, no entanto, o número de registros dobrou, chegando a 1 a cada 100 crianças nos quatro primeiros anos de vida, que é quando os neurônios que coordenam a comunicação e os relacionamentos sociais deixam de formar as conexões necessárias. Em um universo particular, singular e desconhecido, o transtorno não tem cura e desafia a ciência, pois enquanto umas crianças não falam, outras desenvolvem o intelecto acima da média.

O atraso no diagnóstico prejudica o processo de aprendizagem e impede o desenvolvimento, já que os neurônios não são estimulados na fase certa e a criança perde a chance de aprender. Por isso, a importância de se começar o tratamento o mais cedo possível, que é o principal objetivo da campanha que será lançada pela Assembleia Legislativa.

“Ao longo dos anos, a Assembleia tem se aproximado cada vez mais da população e das questões que envolvem a sociedade. Foi assim que desenhamos a campanha da adoção de crianças em 2015; de combate ao mosquito Aedes Aegypt causador da microcefalia, em 2016; e a campanha da doação de órgãos, em 2017. No primeiro semestre deste ano, tratamos do aumento do abuso infantil contra a criança e agora abordamos o tema do Transtorno de Espectro Autista, para chamarmos a atenção da sociedade”, destaca Ezequiel Ferreira.

A campanha terá um vídeo elaborado pela agência Art&C, com o slogan “Autismo: entenda o ritmo de cada um” e será veiculada em meios de comunicação do Estado. De acordo com diretora de Comunicação Institucional, Marília Rocha, o objetivo da Casa com a campanha é colaborar com o fim de preconceitos e informar a população sobre os temas em destaque. Segundo ela, alguns temas, por mais que sejam importantes, não são debatidos da maneira que deveriam pela sociedade e o Legislativo tem buscado quebrar esses tabus, promovendo a discussão e buscando contribuir para se despertar o interesse e a consciência da população sobre esses assuntos.

ASCOM – Reitoria/UFRN

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) aprovou em sessão ordinária na última terça-feira, 16, o quadro de vagas que serão ofertadas em 2018 por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A instituição disponibilizará o total de 6.933 vagas, sendo 4.649 para o primeiro semestre e 2.284 para o 2º semestre. O número representa um aumento de 10 vagas em relação ao ano passado, em virtude da ampliação da oferta para ingresso no curso de Letras-Francês.

A Resolução nº 164/2018 do Consepe também aprova as vagas de outros processos seletivos para 2019: serão 750 para os cursos com reingresso de segundo ciclo; 226 para as graduações com Processo Seletivo Específico (PSE); 105 por meio do Programa de Estudantes Convênio de Graduação (PEC-G); 54 para o convênio com instituições do Timor Leste e 61 vagas para mobilidade interna, na qual os estudantes são transferidos para o mesmo curso de outro campus da UFRN.

Todos os processos seletivos somam 8.129 vagas para ingresso de novos alunos na universidade em 2019. A mesma resolução aprovou a mudança dos nomes dos cursos de Agronomia para Engenharia Agronômica, e Gestão em Sistemas e Serviços em Saúde para Saúde Coletiva. Além disso, o Consepe acatou a oferta de 20 vagas do curso de Tecnologia da Informação via PSE, para ingresso de alunos do curso técnico em Tecnologia da Informação e do programa Talento Metrópole.

AR Alan Rios – Especial para o Correio Brasiliense

Estudantes da Universidade de Brasília encontraram uma pichação que ameaça um massacre armado na instituição “se o Bolsonaro for eleito”. A frase foi escrita na porta de um banheiro e faz referência a escola Columbine, de Colorado, nos Estados Unidos. Em 1999, dois adolescentes armados invadiram o local e atiraram contra alunos, professores e funcionários, assassinando 13 pessoas e ferindo 21.

A foto da pichação foi divulgada por um aluno em suas redes sociais, no último dia 11. Ele se disse assustado e com medo do que leu. A postagem chegou ao conhecimento da UnB, que respondeu através do Twitter que “repudia atos de vandalismo como esse, especialmente pelo seu conteúdo ameaçador à comunidade universitária”.

Ainda segundo a universidade, o caso será analisado pela Administração Superior, que soube da pichação por meio da foto postada nas mídias sociais. A UnB também informou que a imagem foi reportada à Polícia Federal que já iniciou a investigação para punir severamente p autor ou autores do que consideram um atentado a democracia.

Por Andréia Sadi

Parlamentares que foram derrotados nas urnas e políticos do Executivo que ficarão sem foro privilegiado a partir de 2019 já discutem nos bastidores uma agenda para tentar “engessar” investigações policiais.

Segundo o blog apurou, a ideia é tentar convencer congressistas a retomar, após a eleição, a discussão de pautas como o projeto contra o abuso de autoridade, já aprovado no Senado, e que está parado na Câmara.

Além disso, querem aprovar uma espécie de anistia ao crime de caixa dois. Ou seja: livrar quem tiver recebido doações via caixa dois em eleições passadas.

A principal preocupação dos políticos que estão na mira da Justiça é que, sem foro privilegiado, as investigações contra eles possam ser aceleradas.

Há resistências ao plano, segundo parlamentares ouvidos pelo blog. Políticos que foram reeleitos e continuarão no Congresso a partir de 2019 ainda não estão dispostos a fazer “o sacrifício” e enfrentar o desgaste de aprovar pautas de sobrevivência política para beneficiar seus colegas “demitidos” pelos eleitores.

Eles consideram que o recado das urnas foi claro ao punir quem se envolveu em escândalos de corrupção.

Diante da resistência, políticos tentam costurar um acordo para que matérias “pactuadas”, especialmente em relação à anistia ao caixa dois, possam andar até o fim do ano. Mas admitem que os políticos derrotados, hoje, não têm voto para dar prosseguimento a pautas mais radicais contra investigações.

Por Camila Bomfim, TV Globo — Brasília

A Polícia Federal (PF) está a procura do presidente nacional do PROS, Euripedes Júnior, para cumprir mandado de prisão decretado pela Justiça Federal do Pará na Operação Partialis. Euripedes é alvo da operação deflagrada nesta quinta-feira (18) para apurar desvio de recursos públicos federais destinados a aquisição de gases medicinais no Pará.

O presidente da legenda não estava no endereço informado para cumprimento da prisão e, segundo investigadores, a defesa está em contato com a PF para que ele se apresente ainda nesta quinta.

O PROS afirmou, por meio de nota, que não há qualquer envolvimento do partido ou do presidente do partido em atos ilícitos. Disse, ainda, que “preza pela lisura e transparência de sua gestão” e que está à disposição para prestar “todos os esclarecimentos necessários”. (íntegra da nota do partido ao final da reportagem)

A Operação Partialis é um desdobramento da Operação Asfixia, de junho de 2016, para apurar fraudes em licitações promovidas pela Prefeitura de Marabá.

Durante as investigações, descobriu-se um esquema de ilícitos dentro da prefeitura, que consistia na cobrança de valores por parte de servidores municipais em troca da facilidade no recebimento de valores atrasados.

Na operação desta quinta, a PF cumpriu, em parceria com a Receita Federal, 17 mandados em Marabá, Altamira e Brasília (DF).

Nota do PROS

Sobre as notícias de hoje acerca de uma operação da Polícia Federal e Receita Federal em endereços relacionados ao PROS, o partido esclarece que:

  • O ex-prefeito de Marabá, João Salame, não é filiado ao PROS conforme certidão do TSE;
  • O MP se pronunciou contrário à prisão temporária presente na decisão judicial que gerou a operação;
  • O PROS preza pela lisura e transparência de sua gestão e estará à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários;
  • Não há qualquer envolvimento do partido ou do presidente do partido em atos ilícitos;
  • Os advogados do partido e do presidente da sigla estão tomando ciência do processo para maior esclarecimento dos fatos. De toda forma, não há qualquer relação com as informações inicialmente apontadas e nem com a prefeitura de Marabá;
  • Todas as movimentações partidárias são devidamente informadas aos órgãos competentes conforme legislação.

Crédito matéria e fotos: Jornal de Fato

De forma fria, porém, admitindo que está arrependido, o agricultor Paulo Batista de Souza em entrevista a uma emissora de televisão local (VEJA VÍDEO) confessou ter matado a menina Maria Clara, de 12 anos, fato ocorrido na zona rural do município de Apodi, no Médio Oeste do Rio Grande do Norte.

“Raiva dela por causa de confusão que houve lá na casa dela, envolvendo eu, ela e o padrasto dela”, disse, ao responder sobre o que tinha levado a cometer o crime.

Na entrevista, Paulo Batista pede perdão aos familiares da vítima e disse que cometeu o crime “sem pensar” e que foi coisa que passou por sua cabeça “sem eu pensar.”

Paulo, que é cunhado da vítima, foi preso na tarde de quarta-feira (17) em Apodi. No mesmo dia, policiais encontraram a ossada da vítima numa área próxima ao Sítio Góis, zona rural.

Maria Clara estava desaparecida há vários dias e seus familiares não tinham desconfiança do que havia ocorrido.

No primeiro depoimento ao delegado Rafael Câmara, o acusado confessou o crime. Ele já havia sido preso há algum tempo acusado de aliciar uma menor idade, justamente a irmã da Maria Clara, com quem passou a conviver.

A ossada encontrada pela polícia foi encaminhada para exame no Técnico-Científico de Perícia (ITEP) em Mossoró e passará por exame de DNA em Natal.

Paulo Batista foi encaminhado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Apodi. Ele deverá ser transferido para uma cadeira pública em outra cidade, por medida de segurança.

Leia o Jornal Impresso