Monthly Archive: outubro 2018

A Prefeitura Municipal de Currais Novos realiza nesta quarta-feira (31) o pagamento da folha dos servidores municipais referente à este mês de outubro. De acordo com a Secretaria Municipal de Planejamento e Finanças (SEMFIN), o valor total líquido da folha é de R$ 2.096.111,05 (Dois milhões, noventa e seis mil, cento e onze reais, e cinco centavos).

Crédito da Foto: João Gilberto

O Conexão Enem, projeto da Assembleia Legislativa, prepara mais uma atividade de revisão para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) voltada aos candidatos que vão fazer as provas. Os aulões, já tradicionais na agenda do Exame no Estado, tiveram data definida e vão, mais uma vez, reunir uma equipe de professores afiada no assunto.

O esforço por educação é uma das metas que foi traçada pela Assembleia Legislativa dentro de seu planejamento estratégico. A colaboração que o Poder Legislativo dá para os alunos que vão fazer a prova do Enem é uma expressão desse compromisso.

O primeiro aulão do Conexão Enem será no dia 1º de novembro, das 19h às 21h, e abordará a redação e os possíveis temas que serão objeto da prova. Na condução do programa estará o professor João Maria com dicas de estruturação do texto e argumentação de acordo com o que o avaliador espera do aluno.

A segunda aula ocorre no sábado (3), das 17h às 19h, véspera da primeira etapa da prova, e será de revisão sobre as matérias que serão abordadas na primeira parte da prova objetiva, que trará as disciplinas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Redação, Ciências Humanas e suas Tecnologias.

A terceira aula será no dia 8, das 19h às 21h, e terá conteúdo voltado para Ciências da Natureza e suas Tecnologias / Matemática e suas Tecnologias. O horário dessa última aula ainda será definido.

Todos os aulões serão transmitidos pela TV Assembleia, que pode ser sintonizada nos canais 09 e 109 da Cabo, canal 16 da NET e 51.3 do sinal aberto.

Crédito da Foto: Assessoria de Comunicação

As eleições 2018 terminaram neste domingo (28). Entretanto, o processo de transição dos cargos continua até janeiro de 2019, quando os candidatos eleitos para o Poder Executivo iniciam os trabalhos.

Para o Governo do Estado, Fátima Bezerra (PT) será empossada cerimônia na Assembleia Legislativa. De acordo com a Constituição Federal, os mandatos para o Poder Executivo iniciam sempre em primeiro de janeiro.

Antes de deixar o cargo, o atual chefe do Executivo designa uma equipe de transição para que o próximo a ocupar a gestão tenha acesso às informações necessárias para a administração pública. A regra vale tanto para o presidente quanto para governadores. O objetivo é que o candidato eleito possa inteirar-se do funcionamento dos principais órgãos e entidades, além dos direitos e obrigações que vai herdar no novo governo.

No caso da Assembleia Legislativa, as legislaturas começam sempre em 1º de fevereiro do ano seguinte ao da eleição e terminam sempre em 31 de janeiro, quatro anos depois. Na primeira sessão, o rito será protocolar, de posse de cada um dos 24 de deputados. Posteriormente, segue-se a eleição para presidente da Mesa Diretora.

Nesse meio tempo, O Tribunal Regional Eleitoral diplomará os eleitos dia 19 de dezembro, ato pelo qual a Justiça Eleitoral atesta que os candidatos foram efetivamente eleitos pelo povo e, por isso, estão aptos a serem empossados no cargo.

Eleitores

Os eleitores que não votaram em algum dos turnos das eleições 2018 devem fazer uma justificativa até 60 dias após cada votação, ou seja, até 6 de dezembro para o primeiro turno e 27 de dezembro para o segundo. O Requerimento de Justificativa Eleitoral pode ser baixado no site da Justiça Eleitoral (justifica.tse.jus.br) e deve ser acompanhado por um documento que comprove o motivo de não votar.

Também é possível fazer uma justificativa online. Neste caso, o eleitor deve usar o Sistema Justifica do TSE para apresentar o Requerimento, informar os dados pessoais e anexar a documentação digitalizada para comprovar a ausência nas urnas.

Crédito: João Bezerra Júnior – Assessor de Comunicação

Projeto itinerante de música e entretenimento, o “Conexão SKOL RN” acontecerá em 11 cidades do interior do Rio Grande do Norte com o intuito de valorizar os artistas locais e movimentar a economia, e Currais Novos recebe nesta quarta-feira (31) uma das edições da festa, que terá como atrações Raynel Guedes, Rafael Bezerra e DJ Conexão, que farão shows no largo do Coreto Guarany a partir das 18h.

De acordo com a organização do evento, os ambulantes cadastrados para trabalhar são orientados a não venderem bebidas alcoólicas para menores de 18 anos, assim como evitar o consumo em excesso ou associado a bebida e direção. Outra preocupação é com o meio ambiente, ou seja, todas as latinhas serão recolhidas e destinadas às cooperativas de reciclagem. O “Conexão SKOL RN” é uma realização da RS Eventos e tem patrocínio da Ambev através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Câmara Cascudo) junto à Secretaria de Cultura do Governo do Estado RN e à Fundação José Augusto.

Crédito: João Bezerra Júnior – Assessor de Comunicação

Instrumento democrático e importante para a solução de reivindicações da população, a Ouvidoria Municipal de Currais Novos atende diariamente as solicitações de demandas em diversos setores, desde saúde, até serviços urbanos como a limpeza. De acordo com o Ouvidor, Macêdo, a Ouvidoria conta com canais diretos em que a população pode entrar em contato para criticar, denunciar, reivindicar, solicitar, elogiar e sugerir alguma ação ao município. “A Ouvidoria funciona de segunda à sexta das 7h às 13h na primeira sala térrea do antigo SESI, além de disponibilizarmos o telefone (84) 3405-2715, emailouvidoriapmcn@gmail.com e a FAN PAGEwww.facebook.com/OuvidoriaMCN/ para recebermos as reivindicações e encaminhá-las para as secretarias”, comentou.

A Ouvidoria é o principal canal de atendimento às demandas da sociedade junto ao município.

 

Crédito: João Bezerra Júnior – Assessor de Comunicação

Com o fim das eleições de 2018 ocorrida neste domingo (28), o Brasil e o Rio Grande do Norte terão a partir de 01 de janeiro de 2019 novos gestores do poder executivo, Jair Bolsonaro (Presidente da República) e Fátima Bezerra (Governadora do RN). Em entrevista à Sidys TV a Cabo na manhã desta segunda-feira (29), o Prefeito Odon Jr afirmou que “todos devem respeitar a democracia e o voto”, e lembrou a importância de se conquistar parcerias que beneficiem o povo de Currais Novos. “Temos que planejar e trabalhar pela nossa cidade e nosso povo, e vamos estar atentos e buscar sempre o melhor para Currais Novos”, comentou o Prefeito.

A Prefeitura Municipal de Currais Novos inaugura às 19h desta terça-feira (30) a Praça “Estelina de Albuquerque Othon” localizada no Bairro Sílvio Bezerra de Melo (Entre as ruas Antônio Othon de Araújo e Manoel Targino Agripino). A Praça, com construção iniciada em 2013, foi paralisada por falta de recursos, porém, a atual gestão através da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Urbanos (SEMOSU) retomou a obra com recursos próprios do município.

A Praça tem um amplo espaço para a convivência da população, parque infantil, canteiros com plantas nativas, rampa de acessibilidade, e um “Cristo Redentor” no centro do espaço. Após a inauguração oficial pelo Prefeito Odon Jr, acontecerá mais uma edição do projeto “Arte por Toda Parte” com atrações culturais da cidade.

Sobre Estelina de Albuquerque Othon

Estelina Andrade de Albuquerque nasceu em 14 de Janeiro de 1913 em Itabira, Minas Gerais, sendo de uma tradicional família mineira, tendo como primo o poeta e escritor Carlos Drummond de Andrade. Após se casar com o curraisnovense Antônio Othon Filho, o “Dr. Nithon”, em 1935, passou a assinar seu nome como “Estelina de Albuquerque Othon”. Teve onze filhos, e em Currais Novos sua vocação principal foi os cuidados infantis, introduzindo no município as noções e práticas da Puericultura, ciência que reúne as noções e técnicas voltadas para o cuidado médico, higiênico, nutricional e psicológico das crianças, o que favoreceu à redução na mortalidade infantil.

O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira (PSDB), externou sua alegria em ter contribuído para a construção da consagradora vitória da professora Fátima Bezerra (PT) como a primeira governadora de origem popular do Estado. “Demos nosso irrestrito apoio à Fátima. Agora é hora de trabalhar. É urgente a necessidade de se baixarem as bandeiras e buscar resoluções para a grave crise que o estado enfrenta  nos mais diversos setores”, disse. No plano nacional Ezequiel Ferreira parabenizou o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), e conclamou para que a bancada federal do Rio Grande do Norte, unida, procure caminhos para beneficiar os potiguares com ações da União a começar pelo Pacto Federativo com mais recursos para Estados e Municípios. “Pacto este que o próprio presidente eleito assumiu compromisso em seu discurso assim que foi anunciado o resultado”, disse Ezequiel. Segundo Ezequiel Ferreira para enfrentar os desafios da gestão governamental será preciso experiência, habilidade para negociar com contrários, união com quem pensa diferente e soma de novas proposições quando se tem o objetivo comum, que é tirar o Rio Grande do Norte da crise. Para o presidente da Assembleia, o processo eleitoral tem que deixar de ser traumático e drástico nas relações entre políticos. “O “nós e eles” tem que acabar. A verdade não está só no verde, no vermelho, no azul, no amarelo, no branco. Cada um tem sua verdade. Se somarmos, elas corrigem rumos. Assim vive e sobrevive uma sociedade sadia e que trabalha pelo bem- comum. É neste espírito que aqui estamos, e já convocamos todos para arregaçar as mangas pelos próximos quatro anos”, conclamou. “Todos sabem das necessidades nos setores da Educação, da Saúde, da Segurança Pública, do ajuste das contas do estado, com déficit nas alturas. É preciso reverter o desemprego e enfrentar 7 anos de estiagem.  Enfrentar todas estas demandas requer força e união. Não há outro pensamento neste arco de alianças que consagrou Fátima Bezerra nas urnas, neste domingo”, disse Ezequiel.

Crédito das Fotos:  João Gilberto

Exemplos de superação do câncer de mama, alertas sobre formas de prevenção e lições de otimismo. O foco no Outubro Rosa marcou a programação desta quinta-feira (25) da Semana do Servidor na Assembleia Legislativa, que será aberta oficialmente na próxima segunda-feira (29).

A programação especial elaborada pela Comissão de Qualidade de Vida e Saúde da Casa segue até o dia primeiro de novembro e o dia de hoje é considerado o Dia D do Outubro Rosa e da campanha que o Legislativo do RN vem realizando para arrecadação de lenços, integrando-se na campanha nacional realizada pela União Nacional dos Legislativos Estaduais (Unale). Os lenços serão doados a uma instituição de apoio a pacientes com câncer.

Associada-fundadora do Grupo Reviver, Idaísa Mota falou sobre sua experiência na descoberta e tratamento do câncer de mama, além de ensinar o autoexame. “O diagnóstico do câncer não é uma sentença de morte. Apesar de termos triplicado no RN o número de pacientes com câncer, reduzimos na mesma proporção as mortes. Para isso, é muito importante conhecer o corpo, fazer exames anualmente para o diagnóstico precoce” afirmou.

Ela é autora do livro Manual do Câncer de Mama, no qual relata sua experiência ao lidar com a doença e elenca dicas e direitos para as pacientes. Também participaram a diretora administrativa e financeira, Dulcinéa Brandão, o diretor de Políticas Complementares, Ricardo Fonseca e a presidente do programa de Qualidade de Vida, Raphaelle Brites.

“Aqui em nosso local de trabalho é onde passamos a maior parte do nosso tempo e a prevenção pode ser feita nas mínimas coisas, num bom relacionamento, na harmonia e nos cuidados diários”, afirmou Dulcinéa Brandão, que reforçou a integração de todos à campanha para arrecadação dos lenços. Ricardo Fonseca deu um depoimento emocionado sobre pacientes que acompanha e ressaltou a importância de uma postura otimista diante do diagnóstico, para melhor lidar com a doença. Raphaelle apresentou a equipe do programa de Qualidade de Vida, que está com outras ações programadas para o servidor.

Um dos pontos altos da programação foi a apresentação de dança das voluntárias do Grupo Despertar. O grupo tem atividades como reuniões, palestras educativas, acompanhamentos pré e pós-cirúrgico, visitas hospitalares, entre outros.

Crédito: João Bezerra Júnior – Assessor de Comunicação/foto: Cânion dos Apertados: Eugênio Oliveira

Currais Novos será sede nos dias 08 e 09 de novembro do “I Encontro Geoparque Seridó: do sonho à realidade”, evento científico que acontecerá no CERES local da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) que debaterá sobre o “Projeto Geoparque Seridó”, Geoparques no Brasil e Desenvolvimento Regional.

De acordo com a coordenação do evento, o encontro contará com palestras, painel de dissertações e apresentações culturais, além de visitas técnicas aos geossítios de Currais Novos como o “Cânion dos Apertados” e a Mina Brejuí. Dentro da programação, palestras com representantes do Geoparque Araripe (CE), e dos Projetos de Geoparques do Seridó (RN), Caminhos Cânions do Sul (RS e SC), e Cariri (PB).

O Evento é uma realização da UFRN através do curso de Turismo, com apoio da Prefeitura Municipal de Currais Novos através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Proex, Propesq, Programa de Qualificação Profissional e Desenvolvimento Regional do Seridó Potiguar (Qualistur) e Projeto Geoparque Seridó. Mais informações e inscrições no sitehttps://www.encontrogeoparqueserido.com/

 

(ASCOM – Reitoria/UFRN)

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foi premiada na edição de 2018 do Latin American Research Awards (LARA), promovido pela empresa de tecnologia Google. O reconhecimento visa beneficiar financeiramente os pesquisadores da área tecnológica ao longo de 12 meses. O anúncio foi feito no Centro de Engenharia para a América Latina da empresa, em Belo Horizonte.

O projeto vencedor da UFRN é o único premiado da região do Norte-Nordeste e foi submetido pelo aluno de mestrado Adelson Dias de Araújo Júnior, do Programa De Pós-Graduação em Sistemas e Computação (PPGSC), orientado pelo professor Nélio Cacho, ambos do Departamento de Informática e Matemática Aplicada (DIMAp).

A iniciativa, intitulada Automation of Patrol Planning by Learning from Crimes and News, tem o intuito de pesquisar e implantar um software interativo e realista para planejamento de patrulhas policiais. A solução será implementada em formato de serviço, para que possa ser utilizada pela Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) do Rio Grande do Norte. O trabalho premiado é resultado da iniciativa desenvolvida pelo projeto Smart Metropolis, do Instituto Metrópole Digital (IMD), que busca transformar Natal em uma cidade inteligente.

Crédito: João Bezerra Júnior – Assessor de Comunicação

 

Currais Novos irá celebrar pelo 8º ano consecutivo o “Dia de Ação de Graças” no dia 22 de novembro com uma extensa programação que tem como objetivo principal mobilizar a população em atos de agradecimento e solidariedade. Em reunião com o Prefeito Odon Jr nesta quarta-feira (24), membros do Comitê Local de Ação de Graças destacaram a importância do dia para o município e a parceria da Prefeitura para o movimento. “Este dia é um símbolo de solidariedade do povo curraisnovense e a Prefeitura se sente honrada em poder contribuir com um movimento tão importante para nossa cultura de paz”, comentou o Prefeito Odon Jr.

A reunião contou com a presença da secretária Ana Albuquerque (SEMTUR), da Coordenadora da SEMTUR, Socorro Góes, e dos membros do Comitê Local de Ação de Graças: Ana Paula Lopes, Maria Aparecida “Dadá”, Francisca Galvão “Loura” e Adaildo Santos.

O “Dia de Ação de Graças” em Currais Novos terá diversas ações como o “Abraço Solidário” às 7h30, II Corrida de Ação de Graças, Show “Música e Arte na Praça” com Chaguinha, atividades culturais, lançamento do filme de Ronaldo da Costa, dentre outras atividades e mobilizações.

 

Crédito: João Bezerra Júnior – Assessor de Comunicação

A Fundação Cultural “José Bezerra Gomes” está com inscrições abertas para a seletiva de elenco que participará do “Auto de Natal 2018” em data ainda a ser definida. Neste ano, o auto terá como tema “Auto do Menino Luz”, e contará com a participação de pessoas de várias idades. De acordo com a FCJBG, as inscrições podem ser realizadas até o dia 31 de outubro na sede da fundação (Av. Cel José Bezerra 131 – Em frente ao Banco do Brasil), das 7h às 13h, ou no SCFV Projeto AABB Comunidade.

ASCOM – Reitoria/UFRN

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progesp), promove nesta terça-feira, 30, o I seminário “Diversidade na Adversidade: a resistência reside na diferença”, que acontece das 8h às 12h e das 14h às 18h, no auditório da Reitoria.

Aberto à comunidade em geral, o evento faz parte da programação do Mês do Servidor 2018 e tem como objetivo discutir o respeito à diversidade no âmbito da UFRN. Na ocasião, serão realizados debates e mesas-redondas sobre igualdade de gênero, emponderamento feminino e combate ao assédio moral e sexual.

Os interessados na emissão de certificados devem acessar a área de inscrições em cursos e eventos, na aba de extensão do site do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa).

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O general da reserva Hamilton Mourão, vice na chapa do candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, disse que vai processar o cantor e compositor Geraldo Azevedo que o acusou em um show no fim de semana de torturá-lo durante o regime militar. Ao jornal O Estado de S. Paulo, Mourão afirmou que em 1969, ano em que o artista esteve preso pela primeira vez, ainda não tinha ingressado no Exército.

É uma coisa tão mentirosa”, disse Mourão. “Ele me acusa de tê-lo torturado em 1969. Eu era aluno do Colégio Militar em Porto Alegre e tinha 16 anos”, afirmou o general da reserva. “Cabe processo.”

Hamilton Mourão entrou em 1972 na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e se formou em 1975. O vice de Bolsonaro é filho do general de divisão Antonio Hamilton Mourão.

Procurado pela reportagem na manhã desta terça-feira, 23, Azevedo negou que Hamilton Mourão estivesse entre os militares que o torturaram quando ele foi preso, em 1969 e em 1974. Em nota, o artista pediu desculpas “pelo transtorno causado pelo equívoco. As declarações de Geraldo Azevedo, dadas em show no final de semana na Bahia, foram citadas pelo candidato a presidente pelo PT, Fernando Haddad, em sabatina, nesta terça-feira pela manhã, no jornal “O Globo”.

Crédito: Valdo Cruz/G1

Na busca de mostrar que adotará uma linha liberal na economia, mantendo a atual política econômica, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, quer aprovar a independência do Banco Central (BC) ainda neste ano ou logo no início de um eventual mandato à frente da Presidência da República.

Com isso, ele deseja manter o momento de tranquilidade na economia, com Bolsa em alta e dólar em queda diante da expectativa de sua vitória no segundo turno, contribuindo para um começo de governo sem turbulências no mercado.

Está nos planos de Bolsonaro convidar o atual presidente do BC, Ilan Goldfajn, a permanecer no posto por mais dois anos. A proposta de independência que defenderá define um mandato de quatro anos para a diretoria do banco, com períodos não coincidentes com o mandato do presidente da República.

Ilan já está à frente do banco há mais de dois anos no governo Temer. Poderia ficar mais dois com Bolsonaro, caso o convite realmente seja formalizado a ele depois de uma eventual vitória do candidato do PSL no próximo domingo (28).

Ainda na economia, a equipe de Bolsonaro acelera os estudos para definir, num período de transição, uma proposta de ajuste fiscal para zerar o deficit público, que no próximo ano está estimado em R$ 139 bilhões.

O candidato discute com sua equipe se tentará aprovar uma reforma da Previdência ainda neste ano, aproveitando a proposta encaminhada pelo presidente Temer ao Congresso e que já passou por comissões da Câmara. Uma ala da equipe de Bolsonaro defende uma proposta mais ousada da que tramita no Congresso.

G1 preparou lista com as apostas de professores de redação de cursinhos.

Por Rafael Ihara, G1

Tão importante quanto ter domínio sobre o tema que poderá ser avaliado é saber qual o formato da redação. Maurício Soares Filho, professor de redação do Sistema Anglo de Ensino, diz que “a prova está completando 20 anos, é consolidada, tem mais de três milhões de inscritos e tem um formato previsível”.

Segundo Filho, o texto pretende avaliar se o aluno tem condições de compreender o que chamou de “texto híbrido ou não verbal”, ou seja, uma imagem, um texto, uma charge, um infográfico, uma tabela.

Além disso, a redação sempre precisa ter três elementos: a contextualização do tema, o apontamento de causas e consequências para o problema apresentado pela prova e a construção de uma proposta de intervenção, de solução.

G1 ouviu professores e coordenadores de cursinhos para montar uma lista com dez temas que poderão ser cobrados na redação do Enem 2018Veja abaixo:

  1. Preconceito linguístico

O Brasil é um país extenso, formado por diferentes povos de diferentes origens – e que têm formas distintas de falar, se expressar. Por isso, Daniela Martins, coordenadora de Redação do Curso Poliedro de Campinas, aposta que este tema possa ser o escolhido para os alunos. Ela avalia que “o Brasil é um país miscigenado, extenso e diversificado. É um problema ético discriminar alguém em função de seu linguajar”.

  1. Bullying nas escolas

Este é um tema que sempre está em discussão nas salas de aula. Crianças e adolescentes praticam e são vítimas de agressões, xingamentos, ofensas que se travestem de brincadeira. Daniela Martins diz que “são registrados casos de agressão entre alunos e contra professores. É importante abordar na redação as causas de quem pratica o bullying, e trazer exemplos concretos, como o caso do menino de Goiás que atirou nos colegas, um assunto de relevância nacional e cronologicamente próximo”, avalia Thiago Braga, professor e autor de Redação do Sistema de Ensino pH.

  1. Envelhecimento populacional

As pessoas estão vivendo cada vez mais não só no Brasil, como em todo o mundo. Isso é consequência, entre outros fatores, do desenvolvimento da medicina e das famílias que optam por ter menos filhos. “A questão que se apresenta é: o país está preparado para essa inversão na pirâmide etária? O Estado preparou-se para atender a esse brasileiro?”, questiona Daniela Martins, coordenadora de Redação do Poliedro.

  1. Analfabetismo no Brasil

Segundo o IBGE, em 2017, 11,4 milhões de brasileiros não sabiam ler nem escrever no Brasil. A coordenadora de Redação do Poliedro coloca a questão: “Se o acesso à educação é um direito constitucional, como explicar essa situação?”

“É importante o candidato perceber e comentar em sua redação que tais números reforçam os índices de desigualdade no Brasil, que ultrapassam a questão da leitura e atingem outras fragilidades sociais”, sugere Romulo Bolivar, professor de português e redação do ProEnem.

  1. Legalização do aborto

O aborto vem sendo discutido há tempos por diversos setores da sociedade. Alguns especialistas acreditam que o aborto é uma questão de saúde pública. Neste ano, o Senado da Argentina chegou a votar a legalização do aborto, mas o Congresso do país decidiu que prática ainda deve ser considerada ilegal. Para Adriano Chan, professor de Redação da Oficina do Estudante, a prática “mata mulheres pobres sem condições de pagar pelo serviço em clínicas clandestinas”.

  1. Fakes, mentiras e boatos

Nunca o Brasil falou tanto sobre as chamadas “Fake News”, ou melhor: relatos com informações falsas que circulam principalmente nas redes sociais. Thiago Braga, professor e autor de Redação do Sistema de Ensino pH, sugere que “o aluno pode falar sobre a irresponsabilidade de quem produz as fakes”.

Quais são as consequências causadas por quem espalha essas informações falsas? Romulo Bolivar, professor de português e de redação do ProEnem, diz que “uma boa possibilidade de abordagem do tema na redação é demonstrar como a baixa qualidade de leitura e interpretação aliada ao fácil acesso às fakes por meio da tecnologia figuram como alguns dos principais fatores que motivam esse fenômeno”.

  1. Desmatamento da Amazônia

Entre agosto de 2017 e julho deste ano, o desmatamento cresceu 39% em relação ao período anterior segundo dados do Imazon, instituto que monitora a Amazônia. A área destruída chega a quase 4 mil quilômetros quadrados – 13 vezes o tamanho da cidade de Belo Horizonte. “Essa é uma discussão importante porque mostra que não há consciência ambiental no Brasil, tanto no governo quanto na população”, avalia Thiago Braga, professor e autor de Redação do Sistema de Ensino pH.

  1. Lixo, consumismo e sustentabilidade

Esse é outro tema relacionado ao meio ambiente. Para onde vai o lixo que produzimos, o que acontece com os produtos, o que consumimos cada vez em maior quantidade? “Essa questão envolve responsabilidade política e conscientização das esferas públicas e sociais. Na verdade, o lixo produzido não é apenas responsabilidade do Estado, mas também do cidadão”, segundo o ponto de vista de Daniela Martins, coordenadora de Redação do Poliedro Campinas.

  1. Mobilidade urbana no Brasil

Nas grandes cidades, ainda é muito forte a cultura do transporte individual. As ruas e avenidas estão cheias de carros que formam filas enormes de congestionamento. Por outro lado, a qualidade dos transportes coletivos é criticada por muitos usuários. Na opinião de Thiago Braga, professor e autor de Redação do Sistema de Ensino pH, pouco se investe em políticas de deslocamento no país. “As pessoas perdem tempo de vida dentro do transporte”, explicou.

  1. Vício em games e sua classificação como doença pela OMS

É muito comum ver crianças e adolescentes que passam horas na frente do computador ou do videogame. Muitos pais e mães sentem que precisam ser rígidos para controlar os filhos para que estudem, pratiquem esportes, leiam, durmam. O vício em jogos eletrônicos passou a ser considerado uma doença pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Romulo Bolivar, professor de português e redação do ProEnem, acredita que essa questão pode ser cobrada na redação do Enem 2018 porque “o uso da tecnologia para jogar protagonizou matérias e noticiários em 2018”.

Bônus – quais as apostas em 2017?

No ano passado, o G1 também ouviu professores. Eles selecionaram 14 temas. Foram eles:

  1. Ativismo nas redes sociais
  2. Ciberbullying e outros crimes virtuais
  3. Desafios da mobilidade urbana
  4. Envelhecimento da população
  5. Família no século 21
  6. Força da juventude
  7. Homofobia e criminalização no Brasil
  8. Jovens e drogas
  9. Onda anti-vacinação
  10. Lixo e meio ambiente
  11. Pessoas com deficiência
  12. Poder transformador do trabalho
  13. Saúde e o SUS
  14. Sistema prisional brasileiro

Por G1 — Brasília

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira (23) que o general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), foi um torturador durante o regime militar. A afirmação de Haddad é falsa e foi baseada em uma declaração do cantor e compositor Geraldo Azevedo, que já se desculpou pelo erro.

Haddad participou de uma sabatina no Rio de Janeiro organizada pelos jornais “O Globo”, “Valor Econômico”, “Extra” e pela revista “Época”.

O candidato do PT disse: “[Bolsonaro] é figura desimportante no meio militar. Mas o Mourão, por exemplo, foi ele próprio torturador. Geraldo Azevedo declarou até num show que foi pessoalmente torturado pelo Mourão. Ao ver um torturador a par de uma figura como Bolsonaro, eu acho que deveria causar temor nos brasileiros minimamente comprometidos com o estado democrático de direito”. Depois, mais à frente na sabatina, Haddad disse: “Eu nunca vi o Lula pronunciar essa palavra [fascista] pra se referir a ninguém, eu mesmo nunca pronuncei antes do Bolsonaro. E o Bolsonaro, você me desculpe, mas eu, como cientista político, tenho direito de dizer que ele é. Ele tem como vice um torturador, que é o Mourão, ele tem um torturador como ídolo, que é o Ustra”.

Em um show na Bahia no último fim de semana, Azevedo disse que foi preso duas vezes na ditadura e que foi torturado em 1969. Segundo o artista, o general Hamilton Mourão era um dos torturadores. “Olha, é uma coisa indignante, cara. Eu fui preso duas vezes na ditadura, fui torturado. Você não sabe o que é tortura, não. Esse Mourão era um dos torturadores lá”, disse o cantor, no show.

Em 1969, ano em que Azevedo disse ter sido torturado, Mourão tinha 16 anos e era aluno do Colégio Militar em Porto Alegre. Ele só ingressou no Exército em 1972.

Além disso, no relatório final da Comissão Nacional da Verdade, publicado em 2014, não há qualquer menção ao general. O documento foi resultado de um trabalho que colheu mais de mil depoimentos e realizou 80 audiências e sessões públicas pelo país.

Após a repercussão do caso, a assessoria de Geraldo Azevedo divulgou nota na qual o músico se desculpou pelo “equívoco”:

“No último fim de semana, Geraldo declarou em um show no interior da Bahia que o general Mourão era um dos torturadores da época de suas prisões. No entanto, o vice-presidente do candidato Jair Bolsonaro não estava entre os militares torturadores. Geraldo Azevedo se desculpa pelo transtorno causado por seu equívoco e reafirma sua opinião de que não há espaço, no Brasil de hoje, para a volta de um regime que tem a tortura como política de Estado e que cerceia as liberdades individuais e de imprensa”, diz o texto da nota.

Em entrevista ao Blog da Andréia Sadi depois da declaração de Haddad, o general Mourão disse que “cabe processo” contra o cantor e acusou o candidato do PT de “fake news”.

Segurança pública

Durante toda a sabatina, Haddad respondeu a perguntas de seis jornalistas. Ele apresentou proposta na área da segurança pública. Ele defendeu dobrar o contigente da Polícia Federal.

O petista também criticou a proposta de Bolsonaro de facilitar o acesso a armas pelo cidadão comum. Segundo ele, a proposta é “demagógica” e não deu certo em nenhum lugar do mundo.

“Minha proposta é uma proposta de fácil compreensão. Eu quero dobrar o contingente da polícia federal e quero como governo central assumir parte das responsabilidades que hoje são dos estados, para liberar as forças estaduais para proteger o cidadão. Hoje, o Estado, as forças do estado, polícia militar e polícia civil estão sem foco. Nós precisamos criar o sistema único de segurança pública e passar a fazer a gestão deste sistema também centralizadamente. A União vai ter que assumir certas responsabilidades com a segurança pública”, afirmou.

Aumento de pena para corruptores

Haddad disse ainda que se eleito, vai propor penas maiores para corruptores. Ele criticou o fato de delatores estarem “em casa, gozando o patrimônio”.

“Ninguém é contra prender empresário corrupto. Aliás, sou contra a maneira como foram tratados. Estão todos em casa, gozando o patrimônio. Se eu for eleito, o corruptor vai ter pena aumentada, porque ele é o elo forte da cadeia da corrupção”, afirmou o candidato.

“Ele tem que ser mais severamente punido, porque não pode ter redução de 80%, 90% da pena”, completou Haddad.

O candidato criticou investigações que, segundo ele, com base em depoimentos de delatores sem provas acusam pessoas com “30 anos de vida pública”.

Haddad afirmou que, quando reconhece erros nas investigações, defende em público até mesmo políticos de partidos adversários. “Eu já saí a público para defender tucano”, disse. “Honra não tem partido”, completou o candidato.

‘Rebotalho da ditadura’

Haddad insistiu nas críticas ao adversário, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

Em mais de uma ocasião, o petista acusou o adversário de ter ideias “fascistas” e de representar um “grande retrocesso” à democracia do país.

Para Haddad, Bolsonaro é um “rebotalho da ditadura” que, se eleito, trará consigo o que “sobrou dos porões”, em referência a militares que participaram de tortura a presos políticos durante o período de ditadura militar.

“O Bolsonaro, você me desculpe, eu tenho direito de dizer que ele é [fascista]. […] Ele tem como ídolo um torturador, que é o Ustra. Isso é fascismo. Se quiserem dar outro nome, fiquem à vontade”, reclamou Haddad.

O petista também afirmou que a candidatura de Bolsonaro representa um “neoliberalismo desalmado” que, segundo ele, quer se “livrar do patrimônio público” a qualquer custo, somado a um “fundamentalismo charlatão”, em referência ao apoio que Bolsonaro tem recebido de setores conservadores da sociedade. “Quem fica mentindo, não pode ser cristão”, disse.

Conteúdo falso na internet

Haddad também criticou a campanha do adversário e voltou a acusar Bolsonaro de promover a divulgação de conteúdo falso a seu respeito na internet.

Ele também citou a reportagem do jornal “Folha de S.Paulo” que, no último dia 18, relatou casos de empresas apoiadoras de Bolsonaro que supostamente compraram pacotes de disparo de mensagens contra o PT por meio do WhatsApp.

“Eu acredito que se não fosse a reportagem da ‘Folha’, a gente não compreenderia até hoje [o impacto das ‘fake news na campanha’. […] Aquela reportagem incomodou ele tanto que deve ter uma boa dose de verdade ali”, afirmou Haddad.

“Acho que cometemos um erro estratégico porque não pensamos que eles iriam usar o expediente do WhatsApp para obter financiamento ilegal de campanha. Não contei com isso mesmo. O que aconteceu no primeiro turno não tem nada a ver com legislação eleitoral. Estamos falando do novo Caixa 2. Estão driblando o velho caixa 2 e criando um novo”, acusou Haddad.

Exploração do pré-sal

Haddad foi questionado se cancelaria leilões já marcados para exploração do pré-sal. Ele afirmou que leilões a partir de 2019 devem ser assunto do novo governo, e não do atual.

“Próximo ano não é papel deste governo definir. É governo eleito”, respondeu Haddad.

O candidato afirmou que defende modelos diferentes para os leilões, a depender do caso. Para Haddad, o modelo deve ser de um quando houver menos riscos e mais garantias de extração do petróleo, e outro quando as perspectivas de explração forem menores.

“Onde você sabe que tem petróleo, que não há risco na perfuração, o modelo é um. Onde o risco é enorme, o tipo de acordo que você vai fazer é outro. Isso é assim no planeta inteiro”, argumentou.

Em setembro, foi realizada a quinta rodada de leilões do pré-sal sob o modelo de partilha. Nesse modelo, as empresas vencedoras são as que oferecem ao governo, a partir de um percentual mínimo fixado no edital, o maior percentual de óleo excedente da futura produção. O excedente é o volume de petróleo ou gás que resta após a descontados custos da exploração e investimentos.

Outro modelo que pode ser utilizado para os leilões é o de concessão. Nele, o governo o governo recebe mais dinheiro à vista. No futuro, recebe royalties sobre a produção, e não um percentual fixo sobre o excedente.

Gás de cozinha e Bolsa Família

Também foi tema da sabatina o subsídio do governo federal para o preço do óleo diesel nas refinarias. A medida foi tomada pelo governo do presidente Michel Temer, no fim de maio, em meio às negociações para encerrar a greve dos caminhoneiros.

De acordo com Haddad, parte do subsídio deveria ser usada também para baratear o preço do gás de cozinha. No fim de semana, em ato de campanha no Maranhão, ele já havia falado sobre diminuir o preço do botijão de gás.

“A conta da Petrobras já tem uma conta de subsídio que foi implementada agora recentemente, depois da crise dos caminhoneiros. Então, essa conta do subsídio, na minha opinião, uma parte tem que ir para o gás de cozinha. É um valor muito menor para o que você precisa e que vai atender uma população que hoje está cozinhando à lenha porque não tem mais poder de compra para comprar o gás”, disse o candidato.

Ele ainda foi questionado sobre a proposta de reajustar o valor do benefício do Bolsa Família em 20% e o impacto que o aumento teria nas contas do governo.

Segundo o candidato, o Bolsa Família pode ser um elemento de reaquecimento econômico e o reajuste de 20%, de acordo com Haddad, injetará dinheiro na economia.

“Os 20% do Bolsa Família seria uma antecipação de reajustes que nós teríamos que dar de qualquer jeito, mas eu acho que a gente injeta dinheiro na economia, de quem vai consumir esses recursos num momento em que a gente está precisando gerar emprego”, explicou o petista.

Crédito Robson Pires

Nos votos válidos para presidente o resultado apresentado pelo Instituto SETA foi:

Haddad – 52%

Bolsonaro – 48%

A pesquisa foi realizada entre 19 e 21 de outubro em todas as regiões do Estado e ouviu 1.300 eleitores. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro, de 3%. O levantamento foi registrado sob o protocolo RN-0533/2018 e BR-04314/2018.